Fazedor de oásis!

Meu amigo Ary me mandou ume-mail irresistível de compartilhar aqui no Blog. Uma geringonça ecológica que pelo visto pode ajudar em programas de reflorestamento, ou mesmo na feitura do seu jardim.

“Este fulano inventou um jeito de germinar plantas no deserto, sem irrigação!!!

veja em:
http://www.groasis.com/page/pt/index.php

Ver a animação de como funciona o dispositivo. Vale a pena.

ARY”

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O Paradoxo de nossa Época – Dr. Bob Moorehead

Esse é um texto brilhante (apesar do cunho diretivo, “auto-ajuda” para onde o Moorehead dirige o final de seu texto com seus parágrafos começados com “lembre-se”), com autoria frequentemente adulterada e tradução com muitos erros, cortes e alterações propositais de texto. Retraduzi a partir do original, e os leitores do meu blog poderão ler na íntegra o texto em português, que procurei manter fiel ao espírito do autor.

O Paradoxo de Nossa Época

* Dr. Bob Moorehead

O paradoxo de nossa Época na história é que nós temos prédios maiores, mas tempers menores. Estradas mais largas, mas menores pontos de vista. Nós gastamos mais, mas temos menos; Nós compramos mais, mas desfrutamos menos. Nós temos casas maiores e famílias menores; mais facilidades, mas menos tempo. Nós temos mais graduações, mas menos senso; mais conhecimento, mais menos juízo; mais peritos, ainda mais problemas; mais remédios, menos bem-estar.

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos imprudentemente demais, rimos pouco demais, dirigimos rápido demais, ficamos furiosos demais, despertos até tarde demais, levantamos cansados demais, lemos pouco demais, assistimos TV demais, e oramos pouco demais. Nós temos mutiplicado nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos pouco demais, e odiamos de forma frequente demais.

Nós aprendemos como fazer uma vida, mas não a viver. Nós adicionamos anos à vida, não vida aos anos. Nós fomos e voltamos à lua, mas temos problemas para atravessar a rua para conhecer um novo vizinho. Nós conquistamos o espaço exterior, mas não o espaço interior. Nós fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores.

Nós temos limpado o ar, mas poluímos a alma. Nós conquistamos o átomo, mas não nosso pré-julgamento. Nós escrevemos mais, mas aprendemos menos. Nós planejamos mais, mas realizamos menos. Nós aprendemos a nos apressar, mas não a esperar. Nós construímos mais computadores e detemos mais informação, para produzir mais cópias do que nunca, mas nós nos comunicamos menos e menos.

Esses são tempos de comida rápida e digestão lenta; homens grandes e caráter pequeno; lucros acentuados e relacionamentos vazios. Esses são os dias de dois empregos, mas mais divórcios; casas elegantes mas lares despedaçados. Esses são dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade cuspida ao vento, ficadas de uma noite, corpos muito acima do peso, e pílulas que fazem de tudo, de alegrar a acalmar, matar. É uma época quando há muito na vitrine e pouco na despensa. Uma época onde a tecnologia pode levar esta carta até você, e você pode escolher entre compartilhar esse insight ou simplesmente clicar o “delete”.

Lembre-se, invista algum tempo com suas pessoas amadas, porque eles não estarão a sua volta para sempre.

Lembre-se de dizer uma palavra gentil a alguém que olha admirada para você, porque essa pequena pessoa logo vai crescer e sair do seu lado.

Lembre-se de dar um abraço caloroso em quem está próximo de você, porque isso é o único tesouro que você pode dar com seu coração e não custa um centavo.

Lembre-se de dizer “eu te amo” ao seu parceiro e a seus pessoas amadas, mas com todo o significado. Um beijo e um abraço vão aplacar as feridas quanto vierem bem de dentro de você.

Lembre de segurar mão e valorizar o momento por algum dia que a pessoa não vá estar lá novamente.

Dê tempo ao amor, dê tempo a fala, e dê tempo para compartilhar os preciosos pensamentos em sua mente.

E lembre-se sempre:

A vida não é medida pelo número de respirações que damos, mas sim pelos momentos que nos tiram o fôlego.

Tradução de Arnaldo V. Carvalho

DO ORIGINAL:

http://www.trans4mind.com/counterpoint/moorehead.shtml

The paradox of our time in history is that we have taller buildings but shorter tempers; wider freeways, but narrower viewpoints. We spend more, but have less; we buy more, but enjoy less. We have bigger houses and smaller families; more conveniences, but less time. We have more degrees but less sense; more knowledge, but less judgment; more experts, yet more problems; more medicine, but less wellness.
We drink too much, smoke too much, spend too recklessly, laugh too little, drive too fast, get too angry, stay up too late, get up too tired, read too little, watch TV too much, and pray too seldom. We have multiplied our possessions, but reduced our values. We talk too much, love too seldom, and hate too often.
We’ve learned how to make a living, but not a life. We’ve added years to life not life to years. We’ve been all the way to the moon and back, but have trouble crossing the street to meet a new neighbor. We conquered outer space but not inner space. We’ve done larger things, but not better things.
We’ve cleaned up the air, but polluted the soul. We’ve conquered the atom, but not our prejudice. We write more, but learn less. We plan more, but accomplish less. We’ve learned to rush, but not to wait. We build more computers to hold more information, to produce more copies than ever, but we communicate less and less.
These are the times of fast foods and slow digestion; big men and small character; steep profits and shallow relationships. These are the days of two incomes but more divorce; fancier houses but broken homes. These are days of quick trips, disposable diapers, throwaway morality, one night stands, overweight bodies, and pills that do everything from cheer, to quiet, to kill. It is a time when there is much in the showroom window and nothing in the stockroom. A time when technology can bring this letter to you, and a time when you can choose either to share this insight, or to just hit delete.
Remember, spend some time with your loved ones, because they are not going to be around forever.
Remember to say a kind word to someone who looks up to you in awe, because that little person soon will grow up and leave your side.
Remember to give a warm hug to the one next to you, because that is the only treasure you can give with your heart and it doesn’t cost a cent.
Remember to say “I love you” to your partner and your loved ones, but most of all mean it. A kiss and an embrace will mend hurt when it comes from deep inside of you.
Remember to hold hands and cherish the moment for someday that person will not be there again.
Give time to love, give time to speak, and give time to share the precious thoughts in your mind.
AND ALWAYS REMEMBER:
Life is not measured by the number of breaths we take, but by the moments that take our breath away.

* Dr. Bob Moorehead era pastor de igreja evangélico evangélico, e se aposentou após 29 anos na função. Esse texto foi publicado em 1995, na coleção de oraçõs, homílias e monólogos de Dr. Moorehead.

Um tempo – é tudo o que precisamos

UM TEMPO:
É tudo o que precisamos
* Sandra Rosenfeld
MATÉRIAS ESPECIAIS
O tempo está curto? A vida está corrida? Muitas coisas para fazer? Estes são fatores que geram ansiedade e estresse? Com certeza!

Administrar o seu tempo pode não ser o suficiente, é preciso ir além. Este é o momento para repensar suas prioridades e em que número da lista você está incluído. Se é que está incluído. Muitas vezes colocamos tudo em nossa lista menos a nós mesmos. Incluímos atividades para nós, o que é bem diferente de incluir, de fato, a si próprio.

Ir a o médico fazer um check-up? Ok. É bom, é importante, mas não é o bastante.
Fazer exercício físico? Excelente. Mas ainda não é o bastante.
Ir ao cinema, teatro, sair com os amigos? Legal. Mas, com certeza, não vai reduzir o seu nível de ansiedade e estresse por um maior espaço de tempo do que a duração do programa.

O que é então nos incluir na lista de nossas prioridades?

É dar um tempo, ou seja, é não fazer nada. O que é dificílimo. Nossa cultura nos incentiva a fazer e ter sem cessar. Nossa educação também. Somos reconhecidos pelo tanto que fazemos e mais ainda pelo que temos.

Há algum tempo atrás dei um curso de meditação em uma Universidade aqui no Rio de Janeiro. O curso era aberto à todos da comunidade, porém, a maior parte dos participantes tinha entre 17 e 23 anos. E a maioria se queixava da mesma coisa: ansiedade que estava atrapalhando a concentração, o aprendizado, enfim, a vida deles.

Tão novos, alguns nem trabalhavam ainda, só estudavam e estavam tendo problemas gerados pela alto grau de ansiedade. O que me impressionou foi constatar que eles estavam bem informados buscando o equilíbrio na meditação, umas das ferramentas que faz a gente parar, silenciar, ter um tempo para si.

Há pessoas que têm dificuldade em tirar férias. Outras que não conseguem parar nem por algumas horas. Já me relataram que sentem até culpa ou carregam uma sensação de que podem estar esquecendo ou deixando de fazer algo importante.

Mas o que pode ser mais importante do que você mesmo se a sua vida só existe enquanto você existir? Você é a sua vida! Portanto, quanto melhor, mais equilibrado e em paz você estiver, melhor vai ser a sua vida como um todo.

E onde você consegue esse equilíbrio, essa paz, essa harmonia? No mundo a sua volta?

Não. Só tem um lugar onde você pode acessar tudo o que você realmente precisa, e para chegar nesse lugar é necessário parar e olhar para onde menos olhamos, para dentro de nós mesmos.

É no silêncio, no fazer nada, nesse contato profundo onde nos reencontramos, nos centramos, nos preparamos para lidar de forma sensata com esse mundo frenético, muitas vezes louco, em que vivemos.

*Sandra Rosenfeld
Escritora, Coach Pessoal, Palestrante e Instrutora de Meditação. Autora do livro O que é Meditação, Ed. Nova Era.
contato@sandrarosenfeld.com.br / www.sandrarosenfeld.com.br

Drummond, corpo e contradições…

AS CONTRADIÇÕES DO CORPO

https://i2.wp.com/pensandoemfamilia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/drummond.jpgMeu corpo não é meu corpo,
é ilusão de outro ser.
Sabe a arte de esconder-me
e é de tal modo sagaz
que a mim de mim ele oculta

Meu corpo, não meu agente,
meu envelope selado,
meu revólver de assustar,
tornou-se meu carcereiro,
me sabe mais que me sei.

Meu corpo apaga a lembrança
que eu tinha de minha mente,
Inocula-me seus patos,
me ataca, fere e condena
por crimes não cometidos.

O seu ardil mais diabólico
está em fazer-se doente.
Joga-me o peso dos males
que ele tece a cada instante
e me passa em revulsão.

Meu corpo inventou a dor
a fim de torná-la interna,
integrante do meu Id,
ofuscadora da luz
que aí tentava espalhar-se.

Outras vezes se diverte
sem que eu saiba ou que deseje,
e nesse prazer maligno,
que suas células impregna,
do meu mutismo escarnece.

Meu corpo ordena que eu saia
em busca do que não quero,
e me nega, ao se afirmar
como senhor do meu Eu
convertido em cão servil.

Meu prazer mais refinado
não sou eu quem vai senti-lo.
É ele, por mim, rapace,
e dá mastigados restos
à minha fome absoluta.

Se tento dele afastar-me,
por abstração ignorá-lo,
volto a mim, com todo o peso
de sua carne poluída,
seu tédio, seu desconforto.

Quero romper com meu corpo,
quero enfrentá-lo, acusá-lo,
por abolir minha essência,
mas ele sequer me escuta
saio a bailar com meu corpo.

(Carlos Drummond de Andrade)

com saudades de compartilhar… darei um curso de Aromaterapia em Niterói!

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Há tempos não ministro um curso em Niterói. De aromaterapia, é ainda mais raro. É curiosa, a vida. De repente ela te leva para Portugal, São Paulo, Vitória, Buzios, Itacaré, Caruarú, Ituiutaba, João Pessoa, etc… Te leva todo canto para compartilhar um pouco de você refletido por óleos essenciais, formulações e histórias… E de repente a gente sente falta, falta de voltar pra casa. Ofereço após muito tempo esse pouco de mim que é a Aromaterapia, uma paixão que estudo desde 1993. Quem estiver lá, vai gostar, tanto quanto eu. Os amigos, a quem peço a benção, torcerão por mim, de certo; E que o Universo conspire, para que cada um saia engrandecido da experiência que vamos ter.

CURSO DE AROMATERAPIA

DIAS 19 E 26 DE JUNHO

LOCAL: Logos Estudos e Consultoria – Icaraí, Niterói – RJ – Brasil

TEL de CONTATO: 21 2711-6066 begin_of_the_skype_highlighting              21 2711-6066      end_of_the_skype_highlighting (Nelma Guerra)

E-MAILs: nelmaguerra5@uol.com.br

SERÃO 2 SÁBADOS COM OITO HORAS DE DURAÇÃO CADA.

CONTEÚDOS:

Curso Básico de Aromaterapia – 16H

OBJETIVOS: Trazer as bases fundamentais na compreensão e perfeita utilização de óleos essenciais, ácidos graxos e demais matérias-primas e técnicas da aromaterapia; Fornecer ao aluno um panorama detalhado do mercado e das técnicas associadas; Permitir que o aluno possa produzir com qualidade e segurança produtos de aromaterapia para utilização pessoal ou profissional; Conhecer os principais óleos essenciais e óleos gordos utilizados no mercado europeu e mundial para a prática de aromaterapia, inclusive com sua descrição geral e propriedades terapêuticas.

PROGRAMA:

• Bases de Aromaterapia
• Aspectos históricos e panorama mercadológico atual;
• Noções botânicas e farmacológicas;• Generalidades sobre óleos essenciais e óleos carreadores:
– Formas de extração de óleos
– Características fisico-químicas
– Óleo essencial x essência
– Óleo carreador não refinado x refinado
– Propriedades terapêuticas gerais

• Veículos empregados em aromaterapia;o
• Formas de administração terapeutica de óleos;
• Descrição e propriedades específicas de cada um dos óleos estudados no curso (cerca de 50 tipos).
• Lei das sinergias;
• Taxas de Evaporação;
• Limitações e Contra-indicações;
• Formulações básicas;

OBS: Durante o curso são aplicadas dinâmicas e práticas diversas; Todos as preparações ocorridas em aula ficam com os alunos; Rica apostila e certificado inclusos.

Site dos cursos de Aromaterapia do Prof. Arnaldo: Clique aqui

INVESTIMENTO:

R$300,00 que poderão ser divididos em 3 vezes com cheques pré datados.

FACILITADOR:

terapeuta corporal e naturopata

ARNALDO V. CARVALHO

Autor do livro: “Shiatsu Emocional”, fundador e administrador do site e blog Aromatologia e Aromaterapia. Ministra cursos relacionados à saúde natural, inclusive aromaterapia em diversos estados do Brasil e exterior.

Visite:

http://www.portalverde.com.br

http://portalverde.wordpress.com

www.aromatologia.com.br

aromatologia.wordpress.com

www.shiatsuemocional.com.br

www.arnaldovcarvalho.com

Tlinta e tiiinnco!

A primeira vez que assisti esse vídeo, rolei de rir. A piada em si não é extraordinária, caso não se tenha vivenciado o contato com certos chineses que assumem as vendas de bugigangas em bairros orientais como o da Liberdade, em São Paulo, o barrio chino em Buenos Aires, e outros. Como sou consumidor pró-ativo de camelôs e centros comerciais altamete populares (desses abarrotados de gente por todo o dia, mil lojinhas pequenas e velhas, mil ofertinhas, produtos de procedência duvidosa, qualidade rudimentar, além de caldo de cana com abelha e salgados gordurentos), especialmente de bairros orientais, vi mais de uma vez molequinhos chineses tomarem umas boas repreensões por mexer em algo; Alguns chinesinhos ficam por ali, na loja, provavelmente fora do período escolar (espero que vão). Cansei de tentar comprar itens com orientais que fingem não entender o que falamos, e usem isso como teatro no palco da negociação de preços e itens…

Por outro lado, motoboy pechincheiro, moleque clubberzinho querendo se dar bem e/ou nunca querendo pagar o que o vendedor quer, e finalmente, gente que vai fazer compra e fica falando no celular com alguém ao invés de ter um contato direto e atencioso para com quem está ali na sua frente (coisificando o vendedor) também tem de monte…

Enfim, esse cartoon é uma boa caricatura de um cenário cotidiano ainda muito presente em nosso país.