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Archive for Outubro, 2013

Gratidão eterna, Mandiba. (Arnaldo)

Invictus Por William Ernest Henley (1849-1903)

.

Out of the night that covers me,

Black as the pit from pole to pole,

I thank whatever gods may be

For my unconquerable soul.

.

In the fell clutch of circumstance

I have not winced nor cried aloud.

Under the bludgeonings of chance

My head is bloody, but unbowed.

.

Beyond this place of wrath and tears

Looms but the Horror of the shade,

And yet the menace of the years

Finds and shall find me unafraid.

.

It matters not how strait the gate,

How charged with punishment the scroll,

I am the master of my fate:

I am the captain of my soul.

Invictus

(Tradução de Arnaldo V. Carvalho)

.

Fora da noite que me encobre

Negra como um túmulo de ponta a ponta

Agradeço a quaisquer deuses que aqui possam estar

A favor de minha inconquistável alma

.

Na garra cruel da circunstância

Não me retraí nem me esgoelei,

Sob os golpes do acaso

Minha cabeça está ensanguentada, mas não se curvou

.

Para além deste lugar de lágrimas e cólera,

Tornam-se eminentes os horrores da sombra.

E permanece a ameaça dos anos,

Encontra-me e sem medo me encontrará.

.

Não importa quão estreito o portão

Quão carregado de castigo a sentença,

Eu sou o senhor de meu destino

Eu sou o capitão de minha alma.

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Toxidade

“Todas as substâncias são tóxicas. Não há substâncias sem toxicidade. Apenas a dose é que determina a toxicidade.”

Paracelso, Alquimista do Século XVI.

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