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Archive for Fevereiro, 2018

Sigo as ideias Vernon Coleman desde os anos de 1990, quando conheci seu livro “O Poder do Corpo”. A entrevista toca em vários pontos que Coleman já vem denunciando há tempos, e de modo bem fundamentado.

Em alguns momentos, entretanto, ainda podemos acrescentar alguns aspectos assombrosos relacionados não simplesmente aos médicos, mas a cultura médica atual, presente em toda a nossa sociedade. Nem toda diretriz médica questionável é por conta das indústrias de laboratório: Tornou-se cultural. Médicos que quando crianças cresceram ouvindo sobre as “terríveis dores do parto de suas mães” negligenciam o fato de que elas foram na verdade vítimas da industrialização de um processo natural – e afeito ao sucesso. Ainda na infância, aprendem que o parto funciona como “tortura da natureza”, e serão os primeiros a dizerem para as mães “para que sentir dor”? Os jovens médicos, já oriundos da cultura do imediato dramaticamente desenvolvida em compasso com internet, tablets e celulares, precisarão lutar contra sua própria criação e compreenderem que um remédio para a dor física ou emocional não resolve, e exames e medicamentos a esmo removem códigos psico-biológicos destinados à autonomia imunológica do indivíduo.

Ou seja, para Vernon Coleman o buraco é mais embaixo, mas pode ser ainda mais fundo do que ele mesmo conseguiu enxergar (Arnaldo).

Sognare Lucido

Se dependesse do britânico, Dr. Vernon Coleman, ele próprio médico e doutor em Biologia, o melhor uniforme para seus colegas de classe, seria um selo na testa com a inscrição “Posso fazer mal a sua saúde!“. Coleman acusa-os de serem paus mandados da indústria farmacêutica (da qual absorve parte da culpa porque são apenas negociantes), e obcecados com cirurgias desnecessárias.

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Tirei essa foto num cartaz do metrô de São Paulo, em 2012 quando ainda trabalhava regularmente por lá. Fiquei impressionado com a qualidade da arte, mas não cheguei a visitar a exposição.

Apenas esse ano em que decidi procurar por Fong após tomar contato com a foto, descubro que, aparentemente, ele nos deixou.

Seu e-mail retornou, não existe mais. Seu Facebook está preservado “em memória de”. E uma singela página dedicada ao artista dentro do site de um restaurante chinês em São Paulo é muito vago quanto ao possível ocorrido.

Ficam aqui minhas homenagens, e se alguém souber o que ocorreu, por favor me aviar para que eu possa dirigir as corretas intenções. Independente de qualquer coisa, sua arte refinadíssima o imortalizou.

 

Foto

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Imagem relacionadaQuando finalmente terminar, o (des) governo Pezão deverá marcar uma das páginas mais obscuras de qualquer administração que um dia sentou pé no Palácio Guanabara, E olha que tivemos administrações que a imensa maioria dos fluminenses sequer consegue lembrar do nome do governador. 

Uma marca do (des) governo Pezão é a total disposição para humilhar os servidores públicos estaduais, começando pelo achincalhamento com que trata a questão básica do pagamento dos salários. Nesse quesito, o (des) governo Pezão é insuperável no nível de desrespeito e zombaria.

Vejam abaixo uma publicação saída da coluna do Servidor do jornal “O DIA” em referência ao pagamento do 13o. salário de 2017 a 167.111 servidores ativos, aposentados e pensionista [1].

pezao 1Não creio que seja preciso lembrar que o (des) governador Pezão havia se comprometido a quitar o 13o. salário de todos os servidores em janeiro, depois passou para fevereiro, e agora aventa…

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O consultório onde atendia, na Rua Real Grandeza, era habitado por Heloísa Lessa, a papisa do parto ecológico, Rodrigo Vianna, obstetra humanizado e meu ilustríssimo irmão. Em toda a parte, as referências à gestação, parto e nascimento podiam ser vistas, em fotos, panfletos, esculturas. Essa é uma gestante escupida pelo filho do Mestre Vitalino, e nos olhava de um cantinho ao lado da pia do banheiro, enquanto acarinhava eternamente sua barriga cheia de Vida.

Publico essa imagem em homenagem à ginecologista Dra. Belinha, minha avó, que se viva hoje faria 102 anos. Foto tirada em 2011. (Arnaldo)

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Eu fico até com medo de contar, bombar e resolverem aumentar o preço. Mas não seria eu. Lá da terra de uma tia, em Figueira de Castelo Rodrigo, há uma grande olival, que produz um dos melhores azeites que já experimentei na minha vida.

Figueira, que fica ao lado de Almeida, aldeia onde nasceram e foram criados meu pai e meus tios e tias da terrinha, agora exporta o Azeite Dulfal, vendido com exclusividade pelos Supermercados Mundial (pelo menos aqui no Rio). Quando o descobri há poucos anos, abri a garrafa e imediatamente me veio aquele prazer de quem se reencontra com pessoas que ama e não vê há tempos.

Recomendo imensamente, esse azeite que embora saia por não mais de R$22,00, tem a qualidade, o sabor, o aroma e o frescor de azeites bem mais caros, garanto. (Arnaldo)

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