Em parceria com departamento de História da UERJ, LabJog organiza partida comentada sobre a Guerra Fria

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Estarei hoje na manifestação em prol da Educação Pública no Brasil.

Bom dia! Hoje estarei nas manifestaçoes pela Educação Pública, com meu livro: “Liberdade sem Medo: Summerhill”, escrito pelo diretor da escola inglesa que foi a primeira democrática do mundo. Esse livro mudou minha vida quando li ainda na adolescência, e se hoje sou um pedagogo, devo a ele.

Estarei lá mesmo que chova e mesmo que tentem reprimir, seja com os recuos de fala que caracterizam esse governo, seja com aparato policial.

Eu estarei lá porque a educação pública não pode ser moeda de troca pela reforma da previdência.

Estarei lá porque quero não só reverter os cortes, mas cobrar das autoridades mais respeito em relação às universidades e escolas públicas. Balbúrdia é o que vejo no governo, com cuecas cheias de dinheiro, helicóptero de cocaína e laranjas e milicianos para todos os lados.

Estarei porque sou pedagogo e qualquer aprendente que me olha está automaticamente observando cada ato meu, e avaliando e aprendendo quando for o caso.

Eu realmente não acredito no “vão lá, façam por mim”. Sou do aprendizado Maker , mão na massa, trabalho em equipe, projeto de vida, democracia.

Ninguém fica para trás, ninguém solta a mão de ninguém. Hoje, a bella não receberá ciao, pois ela estará comigo também. Vamos todos.

Convoco vocês meus amigos. Todos somos educadores!

Arnaldo V. Carvalho

“Brasil é um inferno de agrotóxicos na Terra”

Blog do Pedlowski

Bayer, agrotóxicos, câncer e padrões duplos de comportamento

Christian_Russau_Rede_Bayer_2019_1200x600Acionista crítico leva a Bayer a prestar contas na assembleia geral anual da empresa

O presidente-executivo da Bayer, Werner Baumann, perdeu recentemente um voto crucial de confiança, com os investidores questionando sua forma de lidar com o acordo de US$ 63 bilhões da Monsanto e a onda de ações judiciais dos EUA que se seguiram. No que Bloomberg chamou de “um desenvolvimento impressionante para a companhia alemã de medicamentos e produtos químicos”, cerca de 55% dos acionistas votaram contra a absolvição de Baumann e outros gerentes de responsabilidade por suas ações na tomada da Monsanto que ocorreu no ano passado.

A votação colocou em dúvida o futuro de Baumann e provocou uma sessão imediata do conselho de supervisão. Enquanto o conselho supervisor ignorou a votação sem precedentes, os investidores não estão satisfeitos com a decisão dos diretores de apoiar Baumann e sua…

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