Terapia ética-responsável: o “Shiatsu Emocional Reichiano Biodançante” de Hirã Salsa

La Danse (Matisse) – Wikipédia, a enciclopédia livre
Fonte da foto: Wikipedia. Ver: https://pt.wikipedia.org/wiki/La_Danse_(Matisse)

Quero apresentar a vocês um pouco do trabalho de Hirã Salsa, que conjuga em sua formação essas “três frentes” poderosas de terapia: a Biodança, o Shiatsu Emocional e a Massagem Reichiana. Segue o fio!

Terapia ética-responsável: o “Shiatsu Emocional Reichiano Biodançante” de Hirã Salsa

Por Arnaldo V. Carvalho

La Danse, quadro de Matisse, foi eleita por Rolando Toro – criador da Biodanza – como símbolo da expressão coletiva, da alegria de viver, da importância da conexão para a existência plena, animal social que todo ser humano é. Não se pode reconectar apenas com a mente, sem a experiência “de corpo completo”, não se encontra caminho, na mente/linguagem, para a reconexão com essa forma de existir. Por isso a Terapia Reichiana vai além do verbo; o Shiatsu Emocional vai além do verbo; e a Biodanza (Biodança) vai além do verbo. Quanto a isso, estamos todos atentos, com você pode ler neste texto, escrito há quase dez anos: https://arnaldovcarvalho.wordpress.com/2012/05/01/um-tempo-para-o-corpo-e-para-o-coracao/. Uma boa terapia vale a pena, vale MUITO a pena! Mas claro, ela depende, como toda atividade humana, da qualidade do encontro. Isso é algo que o bom terapeuta precisa saber conduzir. E sem dúvida, formações relacionadas a Reich, incluindo o Shiatsu Emocional e a Biodança, ajudam muito nessa qualidade. Um pouco mais sobre essas terapias:

Terapia Reichiana e Massagem Reichiana: Wilhelm Reich, médico, cientista e psicanalista, foi o precursor das chamadas psicoterapias corporais. Ele percebeu que o material emocional reprimido nas pessoas sempre está presente e contido no corpo, e que os desequilíbrios fixados impediam a natural autorregulação dos sujeitos. Desenvolveu uma série de teorias e práticas que influenciaram a maior parte das psicoterapias corporais surgidas, como a Biossíntese, Biodinâmica, a Gestalt, a Bioenergética, a Biodança, o Shiatsu Emocional, dentre outras. Reich deu nome a três técnicas distintas de seu trabalho (que também caracterizam suas fases de pesquisa): a Análise do Caráter; a Vegetoterapia; e a Orgonoterapia. A chamada Terapia Reichiana é uma proposição metodológica baseada em autores que foram alunos ou pacientes de Reich – em especial Elsworth Baker; ou seus seguidores diretos; Podem utilizar, com diferentes ênfases, cada uma dessas fases. A Massagem Reichiana é uma técnica dentre outras muitas técnicas da Terapia Reichiana, mas pode ser realizada de modo independente do restante.

Shiatsu Emocional: a terapia japonesa Shiatsu é revista em sua teoria e prática, sob um olhar terapêutico fortemente focado nas emoções, e sob influência do pensamento reichiano. O trabalho utiliza a fala como forma de emersão superficial de conteúdos, que serão trabalhados em profundidade no contato corporal com Meridianos e Couraças. Ver mais

Biodanza (ou Biodança): Trabalho de grupo, com forte alinhamento às teorias reichianas, especialmente no conhecimento das couraças psíquicas inibitórias que se refletem no corpo. A Biodança utiliza música, expressão e interação humana para que as pessoas possam vivenciar, em ambiente seguro, o não vivenciado (e/ou o reprimido) , amadurecer e enfim tornar a vida fluida.

Três terapias que propõem, de diferentes formas, a resgatar uma habilidade latente porém por vezes adormecida, ou mesmo entorpecida, que é a de conectar com a vida. Três terapias que se completam, se potencializam na figura de um terapeuta único, sobre o qual desejo falar: Hirã Salsa.

Hirã Salsa

Anos atrás, recebi em uma palestra sobre Shiatsu e Ansiedade o atual professor de Shiatsu e facilitador de Biodanza Hirã Salsa. Em transição de vida e carreira, Hirã abraçou o Shiatsu, o Shiatsu Emocional, e com ele o mundo das psicoterapias corporais. De lá para cá, quantas vivências! Diversos cursos de Shiatsu Emocional comigo, aprofundando-se a cada um deles, indo às atividades dedicadas a quem já compreende e pratica o Shiatsu com maestria, fazendo a formação de professores. Hoje, é professor na Shiem – Escola de Shiatsu, a escola oficial de Shiatsu Emocional. Uma biblioteca inteira lida e por vezes discutida comigo; uma vivência incrível em Biodanza com a facilitadora didata (é como chamam pessoas de grau elevado nesta terapia) Gleice Marcondes; o Sotai com Arturo Valenzuela; a formação em Massagem Reichiana com meu antigo professor Sylvio Porto, incrível e orgulhoso de radicalizar nos pressupostos de Wilhelm Reich, o pai das psicoterapias corporais.

Hirã vive o desafio de agarrar-se a vida e ao prazer de viver “apesar de”. Como todos, é gente, é humano, tem suas angústias, tem seus obstáculos. Hirã não precisa esconder nada disso em terapia. Vive os processo com o Outro, não é um “Guru” tentando dizer como o outro deve ser, nem um “terapeuta-porta” que se faz hermético. Hirã também não vive a farsa típica de fingir, diante do Outro, ser figura indefectível. E essas são bases sólidas de sua terapia, ética-responsável, verdadeiro “Shiatsu Emocional Reichiano Biodançante”.

Como todo terapeuta que utiliza responsavelmente o Shiatsu Emocional, Hirã se permite o apenas ser quem é. Como todo facilitador de Biodanza, é quem é e é comprometido com a Vida. Como todo reichiano, reconhece que as transformações psíquicas são oriundas de um processo que não pode ser forçado a base de técnicas de extravasamento ocorridas sem uma estruturação devida.

Em suma, Hirã é uma indicação certa para uma terapia individual de continuidade (com forte base em Shiatsu Emocional), ou para uma terapia coletiva vivencial (Biodanza), ou ainda, para quem deseja aprender o Shiatsu e o Shiatsu Emocional.

Recomendo a todos os que vivem em Niterói ou Rio de Janeiro e buscam uma terapia, no intuito de tornarem suas existências mais significativas, de encontrarem recursos de harmonização com o meio ou simplesmente, fazer o dia a dia ser melhor, mais saudável e conectado com a Vida. Os contatos seguem nas imagens de chamada:

Vou comprar um roteador novo, pesquisei e repasso o que aprendi (melhores roteadores até R$400,00 em 2021)

Por Arnaldo V. Carvalho*

Multilaser | ROTEADOR MULTILASER GIGABIT AC2600 8 ANTENAS - RE016 | Suporte  Multilaser

Mil e uma opções no mercado, com mil e um preços e mil e uma promessas tecnológicas. E nenhuma delas durará muito, por causa da obsolescência programada. Assim é o mercado de eletrônicos, que torna toda compra um tormento não apenas para os mais exigentes, mas para aqueles que querem minimamente ter certeza de que a compra vai pelo menos atender às necessidades.

Assim é com a compra de roteadores. Será que atende, será que vai mesmo conseguir fazer o sinal da Internet pegar na casa toda?

Moro em um apartamento antigo, com cerca de 100m2, de paredes, portas grossas e muitos azulejos (tudo isso dificulta a propagação do sinal). O modem da operadora de Internet não alcança a casa toda de jeito nenhum. A solução é a aquisição de um roteador.

Para isso, gastei um tempo pesquisando e conversando com amigos da área de tecnologia… Tenho alguma noção de tecnologia e redes, e mesmo assim não foi fácil. Por isso, compartilho aqui o resumo do que encontrei, na tentativa de ajudar brasileiros a cortar caminho (não sei como está o mercado de roteadores em outros países.

O básico do que descobri – e a definição dos meus critérios de escolha

Há como comprar roteadores desde R$79,00, proveniente das lojas online chinesas (cuja chegada atravessa a aventura de impostos incógnitas, falta de informação e suporte, etc.), até alguns milhares de reais. A média, em reais, gira entre R$200,00 e R$400,00. De forma um pouco “mais detalhada”, posso dizer que os modelos mais básicos custam um pouco menos do que os valores mencionados; os mais sofisticados de um pouco mais até próximo dos mil reais, e os “só compram empresas, pessoas ricas, gamers profissionais etc.” são aqueles de milhares de reais. O valor dos roteadores começou a definir meus critérios de escolha.

Meu primeiro critério de escolha, baseado no que encontrei, era o limite: comprar um roteador que não ultrapasse os R$400,00.

Já tinha a informação de que o número de antenas faz bastante diferença, mas não bastam: é preciso que elas tenham tecnologias internas capazes de turbinar o envio/recepção. De qualquer forma, os melhores roteadores dessa categoria de preço tem pelo menos 4 antenas.

Além disso, a velocidade máxima das transmissões permite que a gente filtre os roteadores mais potentes. Dá para encontrar com facilidade a DualBand, tecnologia que transmite em 2.4ghz e 5.0, por isso não vale abrir mão. A de menor frequência tem maior alcance, a de maior frequência, mais velocidade. Em geral, os bons nessa faixa de preço transmitem a pelo menos 1200Mbps (na banda rápida) e 300Mbps (na banda de alto alcance). [Mbps = MEGABYTES POR SEGUNDO].

Outras tecnologias importantes que o roteador deve apresentar

Dois nomes que o roteador nessa faixa precisa apresentar: Beamforming e MU-MIMO. A primeira amplia o alcance e a qualidade do roteador. A segunda é a tecnologia MU-MIMO (a sigla quer dizer “Multi-Usuário – multiple-input and multiple-output), que está presente em alguns dos roteadores mais top nessa faixa, que distribui de modo inteligente as transmissões. Ela ajuda muito quando há vários aparelhos na casa conectados na Internet. Então digamos, em uma casa com 3 celulares, TV, tablets e computadores, sem dúvida vale a pena que haja essa nova tecnologia. Finalmente, parece importante que o roteador já venha pronta para se comunicar com IPv6, o que faz com que ele se comunique melhor com outras tecnologias da Internet.

Os roteadores pré-selecionados

Pensando nisso tudo, fiz uma primeira lista de roteadores, utilizando o comparador de tecnologia Versus e os comparadores de preço Zoom, Shopping Google e também dando uma olhada nos chineses Wish e AliExpress (pura perda de tempo).

  • TP-LINK Archer C-80
  • TENDA AC-23
  • TENDA AC-10
  • XIAOMI 4A
  • TP-LINK Archer C6
  • Multilaser GIGABIT AC2600 RE-16

Então, podemos dividir essa lista entre os “chineses” (Marca TENTA e XIAOMI), e os que tem fábrica/escritório, suporte técnico no Brasil. Os roteadores Tenda de fato oferecem preços muito competitivos com alta tecnologia, e o Xiaomi vem pelo Wish, site chinês. Excluí todos esses para não ter que lidar com suporte, questões técnicas, etc.

Então ficamos com 3 opções, que aqui vou colocar em ordem de valor:

  • TP-LINK Archer C6
  • TP-LINK Archer C-80
  • Multilaser AC2600 RE-16
  • A TP-LINK é a marca mais tradicional no que se refere a roteadores, então muitos preferem a marca. De fato, o C-80 parece um supersônico e tem bom preço (encontrei por cerca de R$350,00). Logo abaixo deste vem o C6, que deu para encontrar por R$280,00, um jatinho particular bem em conta na comparação com o outro. Mas a Multilaser disponibilizou um “disco voador”, e como comparar ultrassônico com disco voador? O AC2600 RE-16 simplesmente é daqueles que pertenceria a outra categoria, mas está com preço encontrável no topo da faixa da que estou procurando. É como aquelas notícias de que um lutador avantajado fez uma dietinha para passar no teste que o permite lutar numa faixa de peso menor. Encontrei ontem por R$396,00 com frete (Kabum). Hoje o menor preço que encontrei já foi R$455,00 com frete (Mercado Livre). Então ficamos assim, três roteadores, um razoável por cerca de 300 reais, um excelente por 350 reais e um outro incrível por 400 reais (já vi ele ser vendido por mais de R$800,00.

    É hora de conferir junto aos compradores o que eles acham dos produtos.

    O que dizem os consumidores

    Para falar a verdade, esse item pesou pouco, porque ao olhar as avaliações dos três produtos na Amazon, no Mercado Livre e no Kabum, o resultado geral é positivo para os três – embora sempre haja aqueles que dizem que o aparelho não funciona a contento. Nota: imagino que não interesse a muita gente, mas alguns consumidores acusaram de que este aparelho é da marca Totolink, que a Multilaser só importa e põe seu selo. Não conheço o fabricante, mas o suporte no Brasil é Multilaser, então está valendo.

    Tecnologia Mesh, uma tentação que evitei

    A tecnologia Mesh de roteadores: consiste em um sistema de “bloquinhos”, onde você compra mais de um aparelho Mesh (há algumas marcas diferentes no mercado), que “conversam” uns com os outros facilmente. A ideia é espalha-los estrategicamente pela casa, e eles gerenciam o sinal com confiança. Parece ótimo! Mas como instalar e configurar isso sozinho? Não quis arriscar.

    * Arnaldo V. Carvalho, pai, escritor, pedagogo, terapeuta, cidadão esforçado por facilitar a própria vida e a dos outros. ESTE NÃO É UM ARTIGO COMERCIAL, APENAS UM RELATO PESSOAL DA PESQUISA QUE FIZ COMO CONSUMIDOR.