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Archive for the ‘Contexto Terapêutico’ Category

do com as tradições ancestrais da Índia, emoções são geradas e armazenadas em diferentes sistemas de energia em nosso corpo, conhecido como Chakras. Concluímos que o corpo E a mente atuam na experiência da sensação, podemos agora dar um passo adiante na exploração do por que algumas emoções são universalmente experienciadas nos mesmos lugares nos corpos de todos nós.

Fonte: Mapeamento das emoções revela a forte conexão Mente-Corpo

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Há muitos anos não dava esse curso… Está remodelado, enxuto, e segue muito bonito, um trabalho sensível que me emociona.

Escola de Shiatsu SHIEM

shiatsu_casais

Curso

Shiatsu para Casais

com Arnaldo V. Carvalho

O que é:

Oficina para leigos e profissionais.

Casal Pleno é um curso onde se pode aprender técnicas corporais fáceis de serem incluídas no dia a dia. Através de pressões nos pontos de energia (do-in), e ao longo dos meridianos (Shiatsu), é possível ajudar o companheiro a resolver dores de cabeça, ansiedade, stress, dores nas costas, entre outros A partir do momento em que passamos a exercitar uma nova forma de cuidar do outro, a harmonia do casal cresce e a renovação dos sentimentos se torna constante. Introduza maneiras de ajudar o outro com massagens orientais para aliviar problemas mais comuns (dor de cabeça, peso nas pernas, alergias, ansiedade, stress, entre outros), e aprenda ainda a utilizar a Aromaterapia para equilibrar o relacionamento. “Com técnicas simples nosso dia a dia com quem a gente ama pode ficar ainda melhor, e isso se…

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Matéria velha, mas com interessantes opiniões, muitas ainda bem válidas.

Casal do ano 2000 busca cumplicidade

Fonte: Jornal Século 21 Data: 18.03.99

“O casal do ano 2 mil retoma a solidariedade e a cumplicidade”, afirma a terapeuta junguiana Tania Figueiredo Lorenzetti. Segundo ela, muitas couraças pós-separação dificultam novos relacionamentos, mas acha normal que as pessoas façam uma análise das relações anteriores para não cometer os mesmos erros com os próximos parceiros. Acredita numa forma amadurecida de romantismo, e observa que as picuinhas mais comuns entre os casais esbarram no tubo da pasta de dente e na roupa suja que se larga pelos cantos. Tania acha que as crises entre casais podem ser esclarecidas com terapia, e avalia: há quem fuja da vida a dois pelo fato de morar junto ser tarefa árdua. Gostoso é conseguir dar espaço para as diferenças se manifestarem, ou, na linguagem prática, encaixar a tampa da panela, sem aquela história de procurar o príncipe encantado ou a mulher nota dez. A realidade é mais difícil que a fantasia, mas nem por isso menos apaixonante.

Fala-se tanto em alma gêmea: isso é modismo esotérico ou você acredita que todo mundo procura a sua? É mais ou menos como a tampa da panela e a metade da laranja?

Todo mundo procura, mas é preciso avaliar a busca de cada um. Se esses motivadores – tampa da panela, metade da laranja e alma gêmea – levarem uma pessoa a acreditar que existe um único ser capaz de atender às suas expectativas, a busca poderá ser eterna, e com grande possibilidade de gerar frustrações. Quando penso que o companheiro ideal é aquele que tem cultura, bom emprego, além de ser alto, loiro e de olhos azuis, com certeza outra pessoa com características diferentes não vai preencher a minha necessidade. Sendo assim, tenho que continuar procurando até achar esse modelo de homem idealizado. Por outro lado, se a alma gêmea ou a tampa da panela significarem um ajuste de expectativa, teremos muitos elementos que permitirão construir uma relação satisfatória.

Diana morreu como a princesa mais amada do século, ainda em busca de um novo príncipe, mesmo depois de o primeiro ter virado sapo. As mulheres são mais românticas que os homens? Ou seriam mais ingênuas?

Esperar o príncipe encantado é transferir para o outro a solução de algo que é nosso. É como querer ganhar na loteria para resolver nossos problemas financeiros. O romantismo, embora culturalmente seja um traço feminino, pode se manifestar de forma amadurecida, e isso tanto nas mulheres quanto nos homens que tenham claro para si os seus modelos femininos, portanto, as mulheres não são nem mais, nem menos românticas ou ingênuas.

Todo mundo quer que o romance dure para sempre, mas quando acaba, restam mágoa e decepção. Quem se fecha mais para um novo amor: o homem ou a mulher?

Penso que a abertura ou não para um novo relacionamento estaria ligada à disponibilidade de cada um para enxergar a realidade, considerando que as pessoas se decepcionam pelo fato de não encontrar um equilíbrio entre a relação fantasiada e a real. Quando um relacionamento acaba e você se abre plenamente para outra pessoa, sem uma análise sobre a anterior, corre o risco de cometer os mesmos enganos. Por outro lado, se você se fecha, também sem uma crítica, igualmente se frustra. Por isso, perceber a realidade e distingui-la da fantasia, é um caminho para o amadurecimento de novos relacionamentos, independente de ser homem ou mulher.

Como você avalia o ‘ficar’ dos adolescentes? Acha que eles podem acabar ‘ficando’ pela vida afora, ou essa é uma fase de descoberta?

Os anos passam e a linguagem muda, mas as atitudes dos adolescentes são mantidas. Houve uma época em que se perguntava: ‘Isso é namoro para casar ou para passar o tempo?’, ou seja, vai casar ou vai ficar? Assim, não vejo de que forma o ‘ficar’ pode significar um pré-requisito ou um modelo fixado que vai perdurar na vida adulta. O adolescente tem todo um compromisso com o que está vivenciando naquele momento e não com o momento seguinte, e se observarmos melhor, como a nossa cultura privilegia o sentimento de posse entre os parcerios, no máximo o adolescente fará juras de amor até o próximo namoro, onde, de novo, ele vai viver o clima Romeu e Julieta, ou, para ser mais contemporânea, o do casal de Titanic. O modelo do adolescente é diferente do modelo do adulto, embora existam comportamentos, digamos, deslocados, como o do adolescente excessivamente sério e o do adulto infantilizado. O adulto que pulou fases na vida, certamente poderá ‘ficar’ mais tarde.

Viver a dois é complicado, viver sozinho ninguém quer. Você acha que os casais tendem a encontrar um meio termo para esse dilema?

Os casais que estão dispostos tendem a encontrar uma resposta juntos ou individualmente para essa questão. Agora, no que se refere a compatibilizar as diferenças, e todo mundo sabe que elas sempre vão existir, pode acontecer de, ao tentar eliminá-las, ficarmos sozinhos mas em boa companhia. A harmonia é dar oportunidade para as diferenças de manifestarem e ver como elas podem se encaixar, se acomodar em nossos casamentos, no exercício pleno do respeito por nós mesmos e pelos nossos parceiros.

Qual o perfil do casal do ano 2 mil?

As viradas de século ou de milênio provocam uma espécie de agitação que dão origem a mudanças de costumes, a quebra de barreiras e de valores. Na verdade, as viradas pouco têm a ver com isso, mas a agitação sim, já que a agitação dá campo para as mudanças acontecerem. É possível, pelo que observo em meu consultório e de um modo geral, que o casal do ano 2 mil encontre novas formas de colocar em prática os sonhos que os casais sempre tiveram. É a retomada da solidariedade, da cumplicidade, da união familiar. Há estudos que comprovam: após décadas de rompimento, a família caminha para uma nova era de estabilidade.

O melhor namoro, qual é?

O melhor namoro é o que nunca aconteceu, pois nele você pode realizar todos os seus desejos sem repressão, julgamentos, brigas, e livre de qualquer dado de realidade, e esta sim é trabalhosa. Estou usando um tom um pouco mais ameno para falar sobre isso e não acredito que a melhor coisa é deixar de namorar, mas uso tal argumento apenas para demonstrar o quanto se pode fugir da vida a dois, da tarefa árdua e ao mesmo tempo tão gostosa que é viver um amor, desde o namoro até quando for possível. Aliás, essa imagem serve para qualquer empreendimento na vida, ou seja, qualquer coisa que só acontece na teoria, sem o toque da ousadia ou da experiência, é menos cansativo.

Casados, eternos namorados. Isso é balela?

Se o ato de casar significa continuar a criação dos sonhos de namoro, certamente é balela, já que os sonhos acabam. Mas se o casamento é um meio de concretizar os sonhos de namoro, então: Casados, eternos namorados.

Quais as picuinhas mais comuns entre os jovens casais?

São os elementos relacionados ao cotidiano individual e ao cotidiano do casal. Quando moramos sozinhos ou com nossa família, algumas atitudes já se incorporam de tal modo que nem questionamos o incômodo que pode trazer a outras pessoas. Mas na hora da vida a dois elas aparecem e é necessário uma adaptação da bagagem de cada um em favor desse novo cotidiano. Talvez seja bom rever como você aperta o tubo da pasta de dente, como deixa a roupa que tirou antes do banho, se coloca os objetos de decoração milimetricamente nos mesmos lugares, e o quanto isso interfere na convivência com o parceiro ou parceira.

Terapia é o caminho para resolver as crises que acabam com tantos romances?

Terapia esclarece a crise. Se o romance vai acabar ou não é uma decorrência desse esclarecimento. O principal elemento é a vontade de ambos em buscar a harmonia, e via de regra quando um casal busca esse tipo de ajuda, já tem uma pré-disposição para entender o que está ocorrendo com os dois. Como recurso, não se pode imaginar que a terapia é o único meio, pois se assim fosse, quem não pode pagar teria decretada a falência do seu relacionamento.

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Sabe aquele jornalzinho grátis que entregam no metrô? Pois é, esta notinha estava lá no dia 15 /07 / 2013 (ou pelo menos esse foi o dia que tirei a foto!)150720131724

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As informações sobre o curso não contam (esse post é de 2010!) mas as informações sobre o Shiatsu Emocional são de fato relevantes. Recomendo a leitura.

Portal Verde

Por Arnaldo V. Carvalho*

Shiatsu, para muita gente, é aquela terapia japonesa “boa pras costas”. Mas aí é assim, a gente chega num terapeuta mais humanizado e ele explica que o shiatsu não é só pro corpo, mas para a energia, e que isso vai equilibrar todo o ser, sem divisões entre emoções, mente, e a parte física, com seus músculos, fluídos, vasos, órgãos… Então tá, a gente ouve aquilo e faz a terapia. Faz e se sente bem. Que bacana! Mas, passam-se alguns meses… E as dores voltam. Por quê?

O Shiatsu Emocional tenta responder a essa pergunta indo buscar na psicologia, na medicina psicossomática e na neurociência o conhecimento necessário para que se possa garantir que a terapia atinja seus objetivos de forma mais efetiva. Sabemos que grande parte do que se passa na vida adulta, tanto no plano físico como emocional, tem relação direta com a forma…

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Esse caso ocorreu entre 200 e 2004, e penso ter sido publicado no extinto Jornal Naturalmente, mas não estou certo. É útil em especial aos meus alunos, e novos terapeutas, no sentido de inspirar ao senso investigativo. O caso tem ainda alguns outros aspectos interessantes. Um deles diz respeito a uma observação quase sempre negligenciada em terapia corporal: o centro de gravidade de uma pessoa. Menciono ainda os testes de Hans-Kraus, tão pouco conhecidos no Brasil, e de utilidade imensa no campo das terapias. Como registro histórico de minhas pesquisas e contribuições, o caso finalmente revela os primórdios da associação toque-visualização, que depois ganharia fundamentação e corpo prático no trabalho original conhecido como Recepção Ativa. (Arnaldo) Avatar do blog atual

REEQUILÍBRIO CORPORAL

Por Arnaldo V. Carvalho

A AVALIAÇÃO

C. S. V., 26 anos, recém-casada, sem filhos. Procurou a terapia procurando livrar-se de dores que vinha sentindo no meio das costas, na altura do tórax. Seu desconforto era tamanho, que a dor passou a fazer parte de seu dia-a-dia. Fiz sua avaliação, e nela ficou constatado ansiedade (para que as coisas em sua vida “acontececem logo” – estabilidade financeira), uma operação de redução mamária e alguma deficiência intestinal, tendo sua alimentação provida de carnes, massas brancas e pouquíssimo valor fibroso.
Executei-lhe os testes Hans-Kraus (H-K), verificando que seus músculos abdominais e flexores da perna eram fracos.

CONDUTA

Qual era a resposta para seu tratamento? Poderia ser qualquer uma das coisas, poderiam ser todas somadas. Resolvi iniciar aplicando-lhe uma massagem corporal, baseada na calatonia de Pethö Sandor.

Assim, poderia fazer com que o próprio corpo encontrasse a chave para resolver seu problema.
Expliquei-lhe alguns exercícios para serem feitos em casa e lhe dei orientação nutricional.

Na segunda seção, C. S. V. relatou que a frequência das dores diminuíra, e que só as sentiu nos últimos três dias (houve um intervalo de uma semana).

Apliquei um novo teste, onde encontrei um indicativo de seu problema, na parte física. Após a redução mamária, seu corpo estava com o centro de gravidade – responsável pelo equilíbrio dinâmico e trocas de peso na coluna vertebral – deslocado.

A partir dessa conclusão, tudo ficou mais claro. Minha tarefa era, em primeira instância, fazer com que o corpo percebesse sua nova conformação. Continuei com as massagens e iniciei exercício de visualização, para que a mente começasse a reestruturar o corpo, e colocasse o centro de gravidade no lugar. A partir da terceira seção a paciente não tinha mais dores, mas segui com a mesma técnica por mais cinco seções, para confirmar o trabalho e certificar que o reequilíbrio corporal havia sido definitivamente recuperado. Na quinta seção, reapliquei os testes H-K e constatei sensível melhora. No primeiro, C. S. V. havia falhado em três testes. Neste em apenas um, e por pouco.
Da quinta seção em diante, fiz apenas exercício de manutenção e no sentido de aumentar seu equilíbrio emocional. Na oitava seção, encerramos o trabalho.

CONCLUSÃO

Embora a redução mamária tenha aumentado sua autoestima, seu corpo continuava se comportando de acordo com a configuração original. Parte disso se deve à inteligência corporal, nem sempre bem integrada com o consciente.
Fica a mensagem aos leitores do aspecto humano do terapeuta, que muitas vezes não pode efetuar uma avaliação conclusiva logo na primeira sessão. Contudo, o terapeuta logo de início deve ter humildade para indicar outro terapeuta e/ou tratamento caso ele não esteja certo de que pode cuidar do caso.

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