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Archive for the ‘Cultura de paz’ Category

Mulher grávida, tocar, barriga, com, cuidado, em, quarto

Há muitas evidências de que o parto domiciliar, respeitadas certas circunstâncias de segurança, oferece vantagens em relação ao hospitalar. Deve, portanto, ser uma escolha da família, com suporte de equipe profissional qualificada. A principal obstetra domiciliar do Brasil é a doutora em obstetrícia Heloísa Lessa. Sua tese de doutorado demonstra cientificamente que a condução profissional de qualidade torna o ambiente familiar estatisticamente mais seguro que o hospitalar. Ela é internacionalmente conhecida, tendo falado no mundo inteiro sobre o tema. É, ainda, a grande interlocutora da maior autoridade em Saúde Primal (gestação, nascimento e começo da vida) mundial no Brasil: Dr. Michel Odent, tendo sido a fundadora do Instituto Michel Odent, responsável por traduções de seus livros e preservação de acervo acerca de sua obra.

Dra Heloísa Lessa está para ser indicada ao prêmio “Champion”, da ONG internacional Human Rights in Childbirth.

A indicação desse prêmio é um contramovimento, porque ela está sendo injustamente caçada pelo Conselho de Medicina do Rio de Janeiro. Tal contramovimento representa o coro de muitos profissionais da área, de famílias beneficiadas pelo direito à informação e escolha, e para a população brasileira que hoje é vítima frequência de violência obstétrica em todo o seu território.

Abaixo, copio a carta original que recebi, hoje, acerca do movimento que se formou acerca dessa grande causa. Infelizmente as inscrições possíveis, como verão, se encerram hoje. Mas ainda dá tempo de contribuir.

Por favor, leia a mensagem, e reserve alguns minutos para preencher o formulário e apoiar a Dra. Heloísa Lessa. É apoiar o amor e a seriedade profissional no momento mais decisivo da Vida.

Arnaldo V. Carvalho, 15 de fevereiro de 2019

APOIO PARA HELOÍSA LESSA

Caros amigos, a nossa companheira, Dra. Heloísa Lessa, está sendo atacada judicialmente por oferecer um atendimento de qualidade para suas pacientes. Sua prática de atenção domiciliar ao parto é reconhecida em todo o Brasil e também fora do país, e talvez por isso mesmo tenha sido o alvo das agressões judiciais. Este caso objeto do ataque não se trata sequer de um resultado ruim no nascimento – que pode ocorrer a despeito da qualidade do atendimento – mas pela simples utilização de um orçamento de parto enviado para fins de reembolso. A ação capitaneada pelo CREMERJ se trata do conhecido “Lawfare”, mecanismo onde instituições poderosas atacam indivíduos atingindo o ponto mais fraco dos movimentos: cada um de nós. “Se não é possível atacar as ideias, ataquemos os mensageiros”.

Por outro lado, existe uma forma de ajudarmos a Dra. Heloísa a garantir seus direitos e também para auxiliar na luta das mulheres pelo protagonismo pleno de suas escolhas no parto. Trata-se do PRÊMIO CAMPEÃO, promovido pela “Human Rights in Childbirth”, que é uma organização criada por voluntários e experts do mundo todo que luta pelos direitos das mulheres nas questões de maternidade. Todos os anos é escolhida uma parteira, uma médica e uma advogada para receber este prêmio.

O prêmio campeão celebra os indivíduos que promoveram a causa dos direitos humanos no parto em condições extremamente adversas, e que podem ter enfrentado ou enfrentam intimidação, assédio moral, sanções profissionais, perseguição legal, criminalização e até mesmo atos de violência física direta. O prêmio visa a conscientização pública de líderes inspiradores em direitos humanos no parto e as lutas que enfrentam.

HELOÍSA LESSA merece receber este prêmio por seu trabalho em favor do parto humanizado, pelas suas lutas por uma maternidade livre e pelas suas batalhas em direção ao pleno protagonismo das mulheres nas escolhas do parto. Podemos ajudar o movimento de humanização do nascimento oferecendo para uma parteira brasileira esta distinção internacional!!

A DATA LIMITE É 15 de FEVEREIRO!!!

Clique aqui:

http://humanrightsinchildbirth.org/index.php/human-rights-in-childbirth-

AUXÍLIO PARA O PREENCHIMENTO RÁPIDO DO FORMULÁRIO:

Aparece uma tela com uma foto de parto, se vc rolar para baixo vai encontra uma caixa cinza com os dizeres “nominate a Champion” CLICAR AQUI

1a caixa: seu nome
2a caixa: seu endereço
3a caixa: seu e-mail
4a caixa: HELOÍSA LESSA
5a caixa: Rua Almirante Alexandrino 3226/402 Rio de Janeiro, RJ – Brazil, CEP: 20241-266
6a caixa: heloisalessa@terra.com.br

Caixa “Please describe the nominees contribution to Human Rights in Childbirth (max. 2000 characters)”:

Her work has contributed to the humanization of childbirth in a scenario (Brazil) in which obstetric violence prevails. Her work as a midwife not only helped hundreds of women and families at birth, but also contributed to the formation of midwives and doctors with relevant scientific information for the physiology of childbirth. Her work as an activist has contributed to the discussion and difusion of humanization in childbirth

Caixa “Please describe adverse social, legal or cultural situations that have made the nominees work difficult or challenging (max. 1000 characters) *”:

She has been subjected to legal persecution by the Rio de Janeiro medical council, trying to stop her work and interfere with women’s right to choose. At a time when Brazil suffers from a backward wave and persecution of human rights activists, the recognition of her internationally is very important.

3 Referencias:
Maysa Luduvice Gomes
maysa.luduvice@gmail.com
Sabrina Lins Seibert
sabrinalinsseibert@gmail.com
Ricardo Chaves
ledochaves35@gmail.com

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Direto na Essência. Da Vida.

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Thomaz Lima, um Homem de Bem.

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EU TENHO A VIDA, EU TENHO A VIDA, EU TENHO A VIDA! OBRIGADO!!!

Ain’t got no home, ain’t got no shoes

Ain’t got no money, ain’t got no class

Ain’t got no skirts, ain’t got no sweater

Ain’t got no perfume, ain’t got no bed

Ain’t got no man

Ain’t got no mother, ain’t got no culture

Ain’t got no friends, ain’t got no schooling

Ain’t got no love, ain’t got no name

Ain’t got no ticket, ain’t got no token

Ain’t got no God

Then what have I got?

Why am I alive anyway?

Yeah, what have I got nobody can take away

I got my hair, I got my head

I got my brains, I got my ears

I got my eyes, I got my nose

I got my mouth, I got my smile

I got my tongue, I got my chin

I got my neck, I got my boobs

I got my heart, I got my soul

I got my back, I got my sex

I got my arms, I got my hands

I got my fingers, got my legs

I got my feet, I got my toes

I got my liver, got my blood

I’ve got life

I’ve got my freedom

I’ve got the life

I’ve got the life

And I’m gonna keep it

I’ve got the life

And nobody’s gonna take it away

I’ve got the life

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Amanhã começa o Ciclo de Palestras 2018 da Escola Alecrim, em Teresópolis, RJ. Vida, ecologia, consciência, energia, prazer, saúde e educação.

Grandes profissionais com grandes temas com a escola se abrindo para a comunidade, em atividades gratuitas, clima agradável e amor no coração.

Sou grato à escola e aos meus amigos Silvia e Cadu, pais da escola e organizadores do evento, pela oportunidade.

palestras_alecrim.png

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Não é no que se acredita, mas o que se faz com o que se acredita. Boa segunda.

Touch, touch me Lord Jesus With Thy hand of mercy Make each throbbing heartbeat Feel Thy power divine Take my will forever I will doubt Thee never Oh, cleanse, cleanse me dear Saviour Make me wholly Thine Guide, Guide Me Jehovah Through this veil of sorrow I am saved forever Trusting in Thy love Bail me through the current O’er the chilly Jordan Lead, lead dear Master To Thy home above Bail me through the current O’er the chilly Jordan Lead, lead dear Master To Thy home above

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Ela tem paciência”.

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Há alguns anos, meu irmão Rodrigo Vianna, obstetra, foi ao México passar uns dias com a parteira tradicional Angelita, uma referência.

Quando, ao voltar, encontrou-se comigo, perguntei: “Rodrigo, de tudo o que você aprendeu com ela, o que percebeu de mais importante? O que, afinal, ela tem de diferente para conseguir uma taxa de sucesso tão grande com as mães que vão à “casita” ter seus filhos?”

Meu irmão fez uma pausa silenciosa, olhou para baixo… E respondeu: “Paciência”. “Ela tem paciência”.

(Arnaldo)

 

 

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