Tempos de Prece (4)

Shalom Aleichem (canção tradicional judaica)
Shalom aleichem Malachei hasharet
Malachei elyon
Mimelech malchei hamelachim

 

Hakadosh baruch huBoachem l’shalom
Malachei hashalom
Malachei elyon
Mimelech malchei hamelachim
Hakadosh baruch hu

Barchuni l’shalom
Malachei hashalom
Malachei elyon
Mimelech malchei hamelachim
Hakadosh baruch hu

Tzeetchem l’shalom
Malachei hashalom
Malachei elyon
Mimelech malchei hamelachim
Hakadosh baruch hu

Composição: Jörgen Elofsson

Intérprete: Fortuna

Tempos de prece (3)

 

Heaven – Yusuf Islam (Cat Stevens) Tradução aqui

The moment you walked inside my door
I knew that I need not look no more
I’ve seen many other souls before
Ah but Heaven must’ve programmed you
The moment you fell inside my dreams
I realized all I had not seen
I’ve seen many other souls before
Ah but Heaven must’ve programmed you
Oh, will you, will you, will you?
I go where true love goes
I go where true love goes
I go where true love goes
I go where true love goes
And if you walk along and if you lose your way
Don’t forget the one who gave you this today
Follow true love, follow true love
Follow true love, follow true love
Oh, will you, will you, will you?
I go where true love goes
I go where true love goes
I go where true love goes
I go where true love goes
And if a storm should come and if you face away
That may be the chance for you to be safe
And if you make it through the trouble and the pain
That may be the time for you to know his name
The moment you walked inside my door
I knew that I need not look no more
I’ve seen many other souls before
Ah but Heaven must’ve programmed you
The moment you fell inside my dreams
I realized all I had not seen
I’ve seen many other souls before
Ah but Heaven must’ve programmed you
The moment you said I will
I knew that this love was real
And that my faith was seen
Oh, Heaven must’ve programmed you
The moment I looked into your eyes
I knew that they told no lies
There would be no good byes
Ah ‘cause Heaven must’ve programmed you
I go where true love goes
I go where true love goes
I go where true love goes
I go where true love goes
Compositores: Yusuf Islam

Tempos de prece (2)

 

A paz

A paz invadiu o meu coração
De repente, me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais
A paz fez um mar da revolução
Invadir meu destino, a paz
Como aquela grande explosão
Uma bomba sobre o Japão
Fez nascer o Japão da paz
Eu pensei em mim
Eu pensei em ti
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
Nosso amor em paz
Eu vim
Vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos “ais”
Compositores: Lucas Correa De Oliveira / Wilibaldo Neto
Intérprete: Gilberto Gil

Tempos de prece (1)

Amo.

My sweet Lord by George Harrison (tradução? clique aqui)

My sweet Lord
Mm, my Lord
Mm, my Lord
I really want to see you
Really want to be with you
Really want to see you, Lord
But it takes so long, my Lord
My sweet Lord
Mm, my Lord
Mm, my Lord
I really want to know you
I really want to go with you
Really want to show you, Lord
That it won’t take long, my Lord
(Hallelujah)
My sweet Lord
(Hallelujah)
My Lord
(Hallelujah)
My sweet Lord
(Hallelujah)
I really wanna see you
I really wanna see you
I really wanna see you Lord
I really wanna see you Lord
But it takes so long, my Lord
(Hallelujah)
My sweet Lord
(Hallelujah)
Mm, my Lord
(Hallelujah)
My my my Lord
(Hallelujah)
I really wanna know you
(Hallelujah)
I really wanna go with you
(Hallelujah)
I really wanna show you, Lord
That it won’t take long, my Lord
(Hallelujah)
Mmm
(Hallelujah)
My sweet Lord
(Hallelujah)
My my Lord
(Hallelujah)
Mmm
My Lord
(Hare Krishna)
My my my Lord
(Hare Krishna)
My sweet Lord
(Krishna, Krishna)
Oohh
(Hare Hare)
Now I really wanna see you
(Hare Rama)
I really wanna be with you
(Hare Rama)
I really wanna see you Lord
But it takes so long, my Lord
(Hallelujah)
Mmmm
My Lord
(Hallelujah)
My my my Lord
(Hare Krishna)
My sweet Lord
(Hare Krishna)
My sweet Lord
(Krishna, Krishna)
My Lord
(Hare Hare)
Mmmm
(Gurur Brahma)
Mmmm
(Gurur Vishnu)
Mmmm
(Gurur Devo)
Mmmm
(Maheshwara)
My sweet Lord
(Gurur Sakshaat)
My sweet Lord
(Parabrahma)
My, my my Lord
(Tasmayi Shree)
My, my my my Lord
(Guruve Namah)
My sweet Lord
(Hare Rama)
(Hare Krishna)
My sweet Lord
(Hare Krishna)
My sweet Lord
(Krishna Krishna)

Na pressão

Nunca foi tão atual. Já pararam para interpretar essa música? (Arnaldo)

Na Pressão (1999)

Lenine (1959-)

Olho na pressão, tá fervendo
Olho na panela
Dinamite é o feijão cozinhando
Dentro do molho dela

A bruxa acendeu o fogo
Se cuida, rapaziada
Tem mandinga de cabôco
Mandando nessas parada

Garrafada de serpente
Despacho de cachoeira
Quanto mais o fogo sobe
Mais a panela cheira

Olho na pressão, tá fervendo
Olho na panela
Dinamite é o feijão cozinhando
Dentro do molho dela

A bruxa mexeu o caldo
Se liga aí, ô galera
Tá pingando na mistura
Saliva da besta-fera

Chacina no centro-oeste
E guerrilha na fronteira
Emboscada na avenida
Tiro e queda na ladeira
Mas feitiço é bumerangue
Perseguindo a feiticeira

***

Mais cuidado. Mais amor. Menos divisão. Vamos juntos!

Links para Kazuo Ohno

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Olá amigos,

Muitos estão curtindo saber mais sobre o Butô e o mestre Kazuo Ohno. Separei aqui um conjunto de links e indicações de livros lindos sobre o tema, para facilitar o encontro.

Que desfrutem! (Arnaldo)

Livros:

Writing on Drawing: Essays on Drawing Practice and Research: Por Steve Garner

 The Wise Body: Conversations with Experienced Dancers Por Jacky Lansley,Fergus Early

Na Internet:

 https://patricianoronha.com/2008/04/04/segundo-kazuo-ohno/

http://alfarrabio2.blogspot.com/2008/03/exposio-kazuo_25.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Kazuo_Ohno
https://pt.wikipedia.org/wiki/Butoh

Peça de Teatro Imperdível e gratuita! (Rio de Janeiro)

sweeney

O barbeiro demônio retorna em alto nível

Em curta temporada, montagem do diretor João Gofman emociona plateia e traz aos palcos cariocas o gênero comédia-terror

 

Por Arnaldo V. Carvalho

 

No pequeno teatro da Biblioteca Parque Estadual, no centro da cidade do Rio de Janeiro, um seleto público se emocionava na estreia de Sweeney Todd: O Barbeiro Demônio da Rua Fleet.

 

Conhecida no Brasil principalmente através do filme hollywoodiano de Tim Burton (estrelado por Johnny Depp e Helena Bonham Carter), a história do barbeiro tem origem no século XIX, publicada em jornais dedicadas ao gênero da época. Mas ficou mesmo conhecida do público atual através do musical da Brodway que modernizou o roteiro e já teve dezenas de versões e montagens.

 

Esse musical vai agradar a um público maior do que os fãs do gênero: quem aprecia enredos que misturam comédia e horror encontram no Sweeney do diretor João Gofmann uma refinada combinação, onde é possível se arrepiar segundos antes ou após uma bela gargalhada.

 

Das sombras do bosque para o terror doentio da cidade

 

Ano passado João Gofman e o Utópico brindaram o teatro carioca com a divertidíssima montagem de Into the Woods. Com um elenco de primeira e muitas inovações cênicas, foi sucesso de público e crítica. Da experiência super bem sucedida, que encheu o principal teatro da UERJ, Gofman preservou talentos como a diretora de arte Evelyn Cirne, que parece ter alcançado seu ponto alto, com um figurino impecável e um cenário funcional e criativo, e ao mesmo tempo com a dose de vazio necessária ao abrilhantamento dos atores e seus personagens. Também o jovem versionista Victor Louzada, que em poucos anos tem se mostrado o mais profícuo e competentes dos tradutores de musicais, o que é uma arte rara. Gofman também avançou no processo da preparação de atores, que levou seis meses intensos, sobre os quais o diretor previu aqui. E finalmente, deu a virtuosa Roberta Galluzzo, que protagonizou Chapeuzinho Vermelho na peça anterior, um papel de donzela “fora de padrão”, compondo um dos trunfos de originalidade da peça: personagens repaginados e prontos para o mundo da diversidade.

 

Ousadia do diretor: aposta em talento, sem preconceitos

 

Uma donzela “fofinha” (gordinha não tem que fazer só a engraçadinha, e pode sim fazer drama e viver romances), Sweeney e Lovett protagonistas londrinos encarnados em atores negros (negro pode ser protagonista, e inglês não tem que ser branco), um bedel, também negro, magro e grandalhão (normalmente o personagem é retratado como “o gordinho baixo, atrapalhado e arrogante”). Ao inovar na desconstrução dos estereótipos emprestados aos personagens durante décadas, e optar por talento acima de aparências, o resultado final do trabalho do diretor é oferecer a plateia um universo de personagens clássicos com novos e incríveis temperos. Incrível como um detalhe tão sutil conta pontos em uma sociedade que finalmente permite-se a discutir sobre preconceito, intolerância e inserção social.

 

Não bastassem boas ideias, o elenco possui um trio de talentos de tirar o fôlego. Muita atenção aos intérpretes de Sweeney, Juiz e o algoz do barbeiro demônio, Pirelli. Juntos, roubam a cena uns dos outros, o tempo todo. Porque são simplesmente divinos, completos. Em voz e movimento. Atores de nível profissional, que poderiam estar atuando nos melhores teatros do país ou fora. Porque cantam, dançam e interpretam como se os papeis tivessem nascidos para eles. Mérito do diretor, deles próprios ou da sinergia entre todos? Creio que todas as respostas se aplicam. Talvez se reclame que o ator que faz Sweeney Todd seja um pouco jovem para o personagem, que certamente não é jovem. Mas garanto: dê a esse grupo mais recursos e o pecado da juventude do personagem se desfaz já não mais só no vozeirão e banho de expressividade do ator Dennis Pinheiro – maquiagem e luz sofisticada custam caro.

 

Para quem gosta dos detalhes por trás de tudo, a peça possui coro e orquestra ao vivo, e é de tirar o fôlego.

 

Eu fui no primeiro sábado. O que dizer? Encanto. Para mim, foi uma noite inesquecível, em que me diverti muito. Os mais críticos poderão talvez reclamar de limitações na iluminação (o teatro possui dificuldades técnicas importantes que impedem um trabalho melhor), ou de certa imperfeição no cantar de Miss Lovett, mas o todo é tão bom, os personagens e texto são tão incríveis, a música, os músicos e os atores são talentosos que tudo o mais compensa. Aliás, a atriz Jéssica Freitas, ao interpretar Lovett, é tão deliciosamente natural, com uma movimentação no palco e uma interpretação tão maestral, que é capaz de brincar até com seus erros, transformando o que poderia ser seu ponto fraco em motivo para mais risadas – e aplausos.

 

É muito difícil ir aos extremos entre drama, comédia, horror. E essa trupe – Utópico Coletivo de Teatro – consegue tirar isso da peça. Para além da encenação, profundo respeito com o público: peça começou na hora, tempo de intervalo enxuto, mimos especiais na saída (não conto!).

 

Adorei mesmo e pretendo ver de novo enquanto é tempo.

 

Sweeney Todd: O Barbeiro Demônio da Rua Fleet está em cartaz na Biblioteca Parque Estadual, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, de quarta a sábado as 19H. Esta é a última semana.

 

Para saber mais sobre a peça, endereços, etc.:

 

*   *   *

 

* Arnaldo V. Carvalho, blogueiro, terapeuta, meio politizado e meio artistizado, pai, escritor e crítico do que vê e gosta.

 

With my own two hands (Com minhas próprias mãos)

With My Own Two Hands – Com Minhas Próprias Mãos

(autor: Jack Johnson > interpretado por Ben Harper)

 

I can change the world

With my own two hands

 

Make it a better place

With my own two hands

 

Make it a kinder place

With my own two hands

 

With my own

With my own two hands

 

I can make peace on earth

With my own two hands

 

I can clean up the Earth

With my own two hands

 

I can reach out to you

With my own two hands

 

With my own

With my own two hands

 

I’m going to make it a brighter place

With my own two hands

 

I’m going to make it a safer place

With my own two hands

 

I’m going to help the human race

With my own two hands

 

With my own

With my own two hands

 

I can hold you

With my own two hands

 

I can comfort you

With my own two hands

 

But you’ve got to use

Use your own two hands

 

Use your own

Use your own two hands

 

With our own

With our own two hands

 

With my own

With my own two hands

 

 

Eu posso mudar o mundo

Com as minhas próprias mãos

 

Torna-lo um lugar melhor

Com as minhas próprias mãos

 

Torna-lo um lugar mais amável

Com minhas próprias mãos

 

Com minhas próprias

Com minhas próprias mãos

 

Eu posso fazer paz na Terra

Com minhas próprias mãos

 

Eu posso limpar a Terra

Com minhas próprias mãos

 

Eu posso chegar até você

Com minhas próprias mãos

 

Com minhas próprias

Com minhas próprias mãos

 

Eu vou fazer dele um lugar mais brilhante

Com minhas próprias mãos

 

Eu vou fazer dele um lugar seguro

Com minhas próprias mãos

 

Eu vou ajudar a raça humana

Com minhas próprias mãos

 

Com minhas próprias

Com minhas próprias mãos

 

Eu posso segurar você

Com minhas próprias mãos

 

Eu posso confortar você

Com minhas próprias mãos

 

Mas você tem que usar

Usar suas próprias mãos

 

Use suas próprias

Use suas próprias mãos

 

Com nossas próprias

Com nossas próprias mãos

 

Com minhas próprias

Com minhas próprias mãos

 

Orixá Reichiano!

De tudo aqui, arrisco dizer que Reich só não concordará que “o amor só é bom se doer”. Nem eu!

Vai, vai, vai, vai amar! Vai, vai, vai, vai  sofrer! Vai, vai, vai, vai chorar! Vai, vai, vai, vai dizer!

Vai, vai, vai, vai VIVER!

e VIVA VINÍCIUS!


O homem que diz “dou” não dá
Porque quem dá mesmo não diz
O homem que diz  “vou” não vai
Porque quando foi já não quis
O homem que diz “sou” não  é
Porque quem é mesmo é “não sou”
O homem que diz “estou” não  está
Porque ninguém está quando quer
Coitado do homem que cai
No canto  de Ossanha, traidor
Coitado do homem que vai
Atrás de mandinga de  amor

Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai,  vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Que eu não sou ninguém  de ir
Em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu  só vou se for pra ver
Uma estrela aparecer
Na manhã de um novo  amor

Amigo sinhô
Saravá
Xangô me mandou lhe dizer
Se é canto de  Ossanha, não vá
Que muito vai se arrepender
Pergunte pro seu Orixá
Amor  só é bom se doer

Vai, vai, vai, vai amar
Vai, vai, vai, vai  sofrer
Vai, vai, vai, vai chorar
Vai, vai, vai, vai dizer
Que eu não  sou ninguém de ir
Em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que  passou
Não, eu só vou se for pra ver
Uma estrela aparecer
Na manhã de  um novo amor

Link:  http://www.vagalume.com.br/toquinho-e-vinicius/canto-de-ossanha.html#ixzz2FoOBHDPI

Alê Kali em Paris!

De voz doce e energia contagiante, Alê Kali é cantora que merece ser ouvida e colocada entre algumas das mais belas vozes da MPB contemporânea. Já tem uns dias que tive notícias que a a moça, de quem sou amigo e fã, desembarcara a Paris para shows. Trés chic! Anos atrás, foi ela que me contou que “baiano não nasce, estreia”. Nessa época, fui o privilegiado de escutar algumas de suas primeiras gravações, reunidas num lindo CD “rouge et noir”, cujas fotos você confere em primeira mão aqui no Blog.

Essa é meu humilde desejo de que a moça tenha todo o sucesso que merece em sua fase mais internacional.