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Cristina Gawlas (11/10/2007)

Viena, 10 out (EFE).- Apenas uma consulta de 45 minutos com o “pai da psicanálise” em 1936 bastou para “salvar” a última paciente conhecida ainda viva de Sigmund Freud, a vienense Margarethe Lutz, de 89 anos.

Segundo revelou à Agência Efe, ela sente “uma grande gratidão” por Freud, embora ele não tenha submetido a paciente a um tratamento de psicanálise propriamente dito: mantiveram apenas uma conversa.

Essa única consulta com Freud deixou uma lembrança inesquecível na então jovem de 18 anos, que morava com o pai e a madrasta, já que a mãe dela tinha morrido no parto.

“Freud me fez compreender que a família e uma educação rigorosa não são as únicas (coisas) que decidem, e que há outras possibilidades”, afirmou a idosa.

Margarethe disse que o psiquiatra foi muito compreensivo com ela, na época uma jovem sem experiência que se sentia sozinha e que seguiu os conselhos do famoso doutor.

A octogenária afirma que buscava na ópera uma forma de fugir da realidade. Ela fingia interpretar grandes peças, como “Tristão e Isolda”, para superar o isolamento imposto pelo pai.

Um dia, os operários que trabalhavam para o pai, dono de uma fábrica, a viram vestida como uma cantora da ópera de Richard Wagner e cantando. Eles ficaram escandalizados, contaram o fato para o pai da jovem e a chamaram de “louca”.

O pai de Margarethe resolveu consultar o médico da família. O doutor disse que a jovem não sofria de nenhuma doença física, mas sim da “alma”.

O doutor marcou uma consulta com um “médico de muito boa fama, mas muito caro”, Freud, que já era famoso na época, mas de quem pai e filha nunca tinham ouvido falar. Margarethe não compreendeu então a importância histórica do encontro.

A paciente de Freud conta que o pai estava sempre ocupado e era muito rígido. Além disso, proibia o contato com jovens da mesma idade e a mantinha isolada, para evitar que conhecesse algum rapaz. “Ninguém falava comigo”, afirma Margarethe.

Aos 89 anos e viúva há 17, ela continua fazendo esculturas e pintando. O último trabalho dela é um retrato em relevo da ganhadora do prêmio Nobel da Paz Bertha Von Suttner, que ficará pendurado nas paredes da casa em Viena onde passou a maior parte da vida.

Além disso, ela costuma visitar as duas filhas do casamento de 35 anos. Uma vive na Califórnia (Estados Unidos) e a outra em Israel.

Da consulta com Freud há 71 anos, ela se lembra do famoso divã coberto com um tapete persa no consultório – apesar de não ter chegado a se deitar nele – e de prateleiras cheias de livros e objetos de escavações arqueológicas, que o psicanalista colecionava.

Freud começou a fazer perguntas da vida da jovem e o pai de Margarethe resolveu respondê-las pela filha.

O “pai da psicanálise” pediu que ele o deixasse a sós com a filha, algo que o industrial aceitou, embora contrariado.

Uma vez a sós com Freud, Margarethe disse que tirava notas baixas no colégio, gostava de interpretar peças dramáticas e que o pai a levava ao cinema, mas a obrigava a sair da sala quando eram exibidas cenas amorosas.

Margarethe disse que achou Freud simplesmente “um homem velho” e não voltou ao consultório na rua de Berggasse (Viena) até o ano passado, apesar do local já não ser mais o mesmo.

O semanário “Profil” – que descobriu a única paciente viva – lembrou que o “pai da psicanálise” estava com câncer na boca desde 1923, o que obrigou a se submeter a várias operações dolorosas.

Na época já tinha publicado suas principais obras, como “Três ensaios para uma teoria sexual”, “A interpretação dos sonhos” e “Totem e tabu”, entre outras.

Freud recomendou que da próxima vez que fosse ao cinema continuasse sentada quando um casal se beijasse na tela. Além disso, aconselhou Margarethe a fazer esportes, ir a bailes e a ter contato com jovens da idade dela.

Como o industrial respeitava as opiniões de médicos, em particular a de Freud, aceitou os conselhos para a filha, que foram corretos. Margarethe chegou a se emancipar, conheceu o futuro marido e se casou aos 20 anos, em 1938.

Além disso, ela nunca precisou de psicanálise nem de psicoterapia. Margarethe também não leu os livros de Freud, um gênio que, perante a pressão dos nazistas e por ser judeu, foi obrigado a se exilar logo em seguida na Inglaterra, onde morreria dois anos depois.

***

FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1652051-5602,00-ULTIMA+PACIENTE+VIVA+DE+FREUD+DIZ+QUE+ELE+A+SALVOU+COM+APENAS+UMA+CONSULTA.html

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Venho por meio de meu Blog pessoal denunciar publicamente a equivocada crítica ao verbete Shiatsu presente na Wikipedia e seus conteúdos, em especial os que contaram com minha colaboração. No artigo sou inclusive acusado de colaborar para obter benefícios comerciais, isso só pra começar. Um horror!

O autor do artigo não me ofereceu chance de defesa, pois a carta que tentei inserir nos comentários não foi aceita. Dessa maneira, a carta passa a ficar publicada aqui, de maneira aberta para quem quiser. Ficam minhas boas vindas ao Igor, que pode obviamente contra-argumentar e quem sabe se sua sensatez lhe propiciar, se retratar pela forma com que lidou com o tema. Ataque gratuito, tiro sem perguntar, o que é isso companheiro?

O artigo do Igor encontra-se publicado em: http://scienceblogs.com.br/uoleo/2013/12/a-wikipedia-em-portugues-e-a-panelinha-editorial-pseudocientifica/ e precisa ser lido antes da carta que abaixo segue.

Arnaldo

Bom dia Igor!

Muito bom o artigo, no sentido da defesa a seriedade da Wiki e seus colaboradores.

Gostaria de defender algumas situações particulares concernentes ao verbete Shiatsu, alvo da análise que sustenta a crítica, e quem sabe colaborar um pouco para que o senhor possa seguir fazendo seu bom trabalho.

Quando encontrei o verbete pela primeira vez, ele de fato era pequeno, e cheio de erros técnicos. Não havia referências bibliográficas também. Como praticante e amante do Shiatsu, achei fundamental que o verbete da maior enciclopédia do mundo fosse um excelente e completo verbete. A primeira medida foi limpar os erros técnicos. A segunda, tornar o texto mais palatável e neutro (há muitas escolas e estilos de shiatsu). A terceira e mais significativa, foi traduzir material a partir das wikis em inglês, italiano, espanhol e francês (não pude ir além por não dominar línguas não latinas além do inglês), e compila-las para o verbete Shiatsu. A página do verbete em inglês de fato é a mais enxuta de todas, o que para mim não é sinônimo de seriedade, mas incompletude. Sabe Igor, fui criado em meio a enciclopédias impressas, e sem dúvida aprendi muito pela antiga Espasa-Calpe, a maior do mundo impressa. Quando eu queria informação rápida, ia na Britânica, na Barsa, Delta-Larousse, Labor, e outras (tínhamos umas 10 diferentes em casa), mas quando eu queria saber muito mais sobre um tema, era na Espasa que eu encontrava textos com mais do que três ou quatro linhas sobre o tema desejado. Talvez isso marque um pouco da diferença de visão entre americanos e europeus, e isso torna as versões linguísticas do verbete bastante antagônicas em concepção, quando se compara a versão em inglês com as das línguas latinas. Sem dúvida o caminho europeu me é muito mais abrangente e completo.

Mas vamos prosseguir. Depois de arrumar medianamente os textos, iniciei o processo de Wikificação por orientação da moderação e do próprio sistema Wiki. Todos os passos definidos nas páginas sobre tal ação foram rigorosamente cumpridos, e em ordem, e notificados devidamente na página de discussão do verbete. Também foi seguido o padrão pedido pelo “Wikipedia: livro de estilo”. Os pilares da Wiki, o senhor bem sabe, são clareza, qualidade da informação (que deve ser verificável) e a imparcialidade. Sob esses três aspectos, fiz o possível para que o verbete alcançasse a excelência. Como o senhor não teceu comentários a respeito da clareza do texto, então pontuarei as críticas no tocante a menção da ciência, e da imparcialidade (onde o senhor acertadamente se preocupa que este ilustre desconhecido esteja buscando tomar proveito da Wiki para obtenção de benefícios econômicos):

A seção “validação e produção” científica tem poucas linhas, e em nenhum trecho desta, ou qualquer outra parte do verbete, o Shiatsu é descrito como científico. Apenas a seção faz referência a um interesse crescente da ciência pelo assunto. Aliás, a ciência tem se mostrado interessada em compreender os mecanismos pelos quais operam uma série de terapias, em especial as que implicam em alguma forma de utilização de energia vital. Abundam estudos sobre o Reiki, Acupuntura, e outros. O Shiatsu está aí também. Se observares a data dos artigos encontrados por exemplo no Pubmed, verá que a medida que o tempo passa o interesse cresce.

O fato da ciência se interessar em compreender não transforma um saber ou uma prática em ciência. Considero que a seção é relevante porque hoje em dia estamos passando por um período de desmistificação e/ou racionalização dos métodos terapêuticos que tem se mostrado eficazes por longos períodos. E a ciência tem papel fundamental nisso, e inclusive em conhecer não só o potencial mas as limitações de uma técnica. Además, se uma terapia alcança alguma popularidade, torna-se do interesse da própria sociedade que ela seja cientificamente investigada, não concorda? Fazer notar a embriogênese deste processo é sim relevante. Mas vale saber fazer que os professores de Shiatsu que defendem um “Shiatsu científico” constitui a porção minoritária.

A maioria considera que a introdução da racionalidade científica no tocante sobretudo à PRÁTICA é mais contraprodutiva do que benéfica. Os argumentos giram em torno da capacidade intuitiva e da razão não facilitar a promoção do equilíbrio energético na relação terapeuta-atendido. Obviamente a questão da “energia vital” é tema de discussões muito fora do escopo de seu artigo e de minha participação, mas vêm sendo alvo de investigação científica praticamente desde o surgimento do próprio método científico e é uma sugestão de abordagem para um artigo posterior de sua autoria.

Concordo que a seção supracitada precisa de revisão e novas colaborações. Ficarei bem satisfeito quando isso acontecer! Seria muito útil que o senhor ao verificar que há centenas e não milhares de citações, então imediatamente corrigisse o mesmo (já não lembrarei como cheguei por pesquisas à casa do milhar). Por não lembrar e não dispor do tempo para uma nova verificação, já fui lá alterar o trecho, confiando integralmente em vossa pesquisa.

Não é um problema para um verbete haver um colaborador ativo. O problema é haver poucos ou apenas um colaborador profícuo. Para o verbete Shiatsu, fui às comunidades de Shiatsu nas redes sociais, logo no início do meu trabalho, e pedia que entrassem e participassem. A adesão a participação é baixa, infelizmente. Pouca gente se interessa em aprender a usar o sistema, ler as regras da Wiki, incluir conteúdo relevante e imparcial. Como seria bom se minhas contribuições correspondessem a 0,1% do verbete, não porque fossem menos, mas porque o verbete seria amplamente enriquecido por uma quantidade e diversidade de especialistas!

Sobre outros aparentes equívocos de informação, não sei bem onde encontraste a informação sobre o Shiatsu ser milenar. Não voltarei lá, mas se essa informação errada foi inserida em algum momento, não foi por minha pessoa. E não me admiraria se, caso tenha visto essa informação, de tê-la eliminado, porque seria incorreto. O próprio verbete principia explicando exatamente que o Shiatsu surgiu na virada do sec. XIX para o XX.

Em relação a remoção das contraindicações, o fato é que quanto mais se aprende sobre Shiatsu, mais se observa que seus benefícios se estendem a sãos e enfermos de todos os graus e idades. Talvez você não saiba, mas cada vez mais o Shiatsu tem sido indicado como terapia complementar em oncologia. Aliás, em novembro passado a Associação Brasileira de Shiatsu recebeu Mercedes Avellaneda, uma profissional argentina que por mais de vinte anos vêm sendo indicada pelos médicos de Buenos Aires para tratamento complementar do câncer. É um tema que ainda é pouco conhecido no Brasil, que tem uma formação bastante deficiente em Shiatsu (um curso da técnica na Europa tem entre 3 ou 4 anos, na Argentina 2 a 3 anos, no Brasil apenas meses). Em Madrid, ninguém me contou, eu VI os bebês sendo tratados em UTIs neonatais com Shiatsu – belíssimo trabalho coordenado pelo espanhol Arturo Valenzuela, e que vem se ampliando para diversas áreas dos hospitais públicos de lá. Será o Shiatsu “só mais uma massagem”? Convido-o a conhecer mais a fundo a terapia e suas bases.

Nota benne: não estamos falando de Shiatsu como método de cura, mas de tratamento. O Shiatsu se funda em cuidar da pessoa e não de lidar com doenças, e sob este paradigma opera seus resultados, coadjuvantes às diversas iniciativas curativas que venham a ser adotadas por quem o pratica.

Sobre o julgo de ter colaborado com a Wiki com intenções comerciais, considero a afirmativa tola ou ingênua (má fé tenho certeza que não é). Claro que quando um especialista participa da Wiki em verbete que lhe é tema de estudo, recebe o benefício de tornar seu tema predileto mais e melhor conhecido, e isso eventualmente pode despertar o interesse do leitor em aprofundar-se. Se o benefício indireto de tal fato pode aleatoriamente fazer com que alguém venha buscar por uma aula ou terapia com o profissional que colaborou com a enciclopédia, então os especialistas devem ser todos proibidos de escrever, pois isso é inevitável! Tomei e tomarei sempre o cuidado da imparcialidade. Não há menções diretas a minha pessoa no verbete, e por mim nem haverá a menos que em algum momento minha vida profissional ofereça alguma colaboração contundente e marcante no cenário do Shiatsu. Quanto as menções indiretas, está citado o meu livro “Shiatsu Emocional”, que trata em especial de minhas investigações acerca das possibilidades de convergência teórica entre os princípios do Shiatsu e das psicoterapias de base analítica e reichiana. Ele foi editado em 2007 sob o selo Portal Verde, que por sua vez está apenas mencionado como editora na referência bibliográfica. Devemos retirar o livro porque o colaborador é seu autor? Ele deve ser retirado mesmo sendo relevante e tendo sido mencionado em função do texto corrente? Deve ser retirado da bibliografia mesmo tendo sido usado na colaboração, sendo ainda um dos poucos livros de Shiatsu de autor nacional?

Uma informação ligeira: O Portal Verde é uma marca que funciona como uma Ong, e além da edição do livro, é um site que disponibiliza uma série de artigos sobre saúde natural, de diversos autores, sendo um serviço não lucrativo que presto por ideologia própria. Mas isto não é utilizado em momento algum do verbete, não tem porque. Mas aproveitando o parênteses, ao contrário do afirmado, meu currículo não está lá, e sim em: http://www.arnaldovcarvalho.com

Agora, achei bem curiosa a associação do Shiatsu como uma “terapia de brancos” em função de sua pesquisa no Google Imagens. O Shiatsu, como sabe, é de origem japonesa. Coloque na ferramenta de busca o termo em Kanji: 指圧 e a predominância das imagens passa a ser de pessoas orientais. Infelizmente, pessoas com traços afro e/ou indígenas são menos vistas pelo mesmo infortúnio pelo que passam todos os descendentes dos povos oprimidos por dominação territorial pela força, espúria e sem sentido: acesso atrasado a terapias que chegam às Américas e a Europa através de pessoas com situação socioeconômica mais privilegiada.

O senhor deseja com razão que tão breve como possível as notificações da moderação observáveis no verbete “Pseudociências” seja removida. E eu faço coro, incentivando-o a seguir o mesmo processo que segui, descrevendo cada passo seu na página de discussão do verbete. Foi assim que aos poucos, as notificações da moderação foram sendo removidas. O pedido para que a página do verbete Shiatsu seja Wikificada retornou, e com certeza já é hora de revisão, melhoria, ampliação. Rogo que ocorra logo e repito, com colaborações de muitos outros usuários, principalmente de especialistas.

Torço para que o senhor um dia experimente as “dedadas” do Shiatsu, desmanche a má impressão e reforce suas energias para continuar o bom combate à informação desencontrada, à pseudociência e ao charlatanismo.

Um abraço, e no que precisar ou desejar fico a disposição. Bom 2014!
Arnaldo

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Biblioteca circulante! cel_claro 220_exposure É numa pequenina galeria na Rua Moreira César, em Niterói, que se abriga um exemplo de vida em comunidade, em plena selva de pedra.

Tratam-se das caixas de livros da Biblioteca Circulante, iniciativa da dona da papelaria local.

É assim: você olha o que quer e leva. E se quiser, deixa também. Outro dia, deixei por lá clássicos da literatura, livros de psicologia, e outros. Outro dia, encontrei para quem quiser o Menino Maluquinho, As Brumas de Avalon, Pais Ok Filhos OK… Tanta coisa boa! Tem coisa boa e tem coisa nova, e tem coisa atemporal, e tem livro didático… As palavras falam por si: é chegar, pegar para ler e mandar os livros que estão pegando poeira na sua prateleira para lá.

Mas atenção: se você vê um livro com o carimbo da biblioteca sendo vendido, não compre: esse livro pertence a todos graças a iniciativa de uma pessoa que ama a leitura. Tô pensando em fazer isso aqui em São Gonçalo também. Vamos espalhar a ideia?

 

(Arnaldo V. Carvalho)

 

 

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Sou professor e dependo de conexão banda larga para manter grupo de estudos, divulgar meus cursos via Internet e administrar os blogs que administro. Minha esposa, em processo de doutoramento, depende exaustivamente da Internet para as pesquisas necessárias a sua tese. Uma de minhas filhas estuda computação gráfica e a outra precisou recentemente ir a uma lan house para poder não ficar de fora do SISU deste ano.

Por essas e outras decidimos contratar o serviço de banda larga da SIM TV há alguns meses. No começo deu tudo relativamente certo, até que os problemas começaram. Uma instabilidade que fazia a rede toda hora parar, com o caracerístico sinal de (!) com um triângulo aparecendo, anunciando que estavamos conectados mas sem serviço. No mês de novembro ficamos pelo menos a metade do mês com esse tipo de problema, passava dois dias assim, caindo, voltando por um minuto e caindo de novo. A partir do dia 24 de dezembro a rede caiu de vez, e desde então ela passa a maior parte do tempo sem acesso, e quando aparece o sinal, não se pode utilizar adequadamente, nada entra.

Buscamos a central de relacionamento com o cliente DIVERSAS VEZES (praticamente todos os dias). Não temos protocolos de todos os dias mas de vários. Isso porque:
1) O telefone de reclamações da empresa, que está anunciado como gratuito, simplesmente não funciona.
2) O telefone “geral” de atendimento ao consumidor ou dá ocupado, ou atende e diz que os operadores estão ocupados. O tempo médio de espera para ser atendido é de VINTE MINUTOS, e muitas vezes a ligação CAI ANTES DE SERMOS ATENDIDOS. Uma das vezes chegou ao absurdo de após 15 minutos cair direto na “pesquisa de satisfação sobre o atendimento”, sem que eu tivesse sido atendido!
3) Sempre que conseguimos falar, o procedimento é roboticamente o mesmo: testar os procedimentos padrão de acordo com instruções que eles passam (que nunca dão certo mas fazemos assim mesmo, depois a “conclusão” de que o problema é na rede externa, e que vão mandar um técnico para ver. Se mandam ou não nunca soube, o sinal não se arruma e eles não retornam o contato para verificar, de modo que a única coisa que resta é passado o prazo anunciado (geralmente 48H), retornar a “saga” de conseguir falar com eles.

Na semana passada consegui falar com uma operadora, relatei minhas insatisfações e disse que queria cancelar a conta. Então ela “lembrou” que cancelando eu teria que pagar uma multa por rescisão antes do tempo previsto em contrato, que ultrapassava trezentos reais. Achei absurdo uma vez que o motivo de cancelamento é que eles não oferecem o serviço adequadamente.

Estou tendo que pagar por um serviço que não me é fornecido.
Estou pagando tarifa extra além da franquia no meu telefone fixo EM VIRTUDE DAS CONSTANTES TENTATIVAS. Estou sendo prejudicado e tendo dificuldades de trabalho por causa disso .Pagando lan houses quando já estou por demais prejudicado pela falta de acesso.

O transtorno é total, e o descaso idem.
Desejo o cancelamento sem multa e vou lutar pelos meus direitos e ressarcimento de todos os transtornos que eles estão causando a minha vida e de minha família.

Grato,
Arnaldo V. Carvalho

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La “Gran llamada al despertar en Honolulú” será presentada como una conferencia sobre el futuro de la humanidad. Su objetivo primordial, en la era de la oxitocina sintética y las técnicas simplificadas de la cesárea, es despertar la curiosidad sobre el

futuro de la capacidad de amar: deberá inspirarnos preguntas sobre la evolución de las relaciones entre los seres humanos y entre la humidad y la madre tierra.

Este evento inter pacifico deberá ser considerado también como la primera conferencia internacion

al sobre el futuro de las relaciones entre los seres humanos y el mundo de los microbios. Aprenderemos al mismo tiempo de Elisabeth Bik, de la universidad de Standford, experta en el desarrollo temprano de la flora intestinal, y de Georgios Stamatas de Estados Unidos y Francia, experto en el desarrollo temprano del microbioma de la piel: cuestiones vitales en este momento en el que muchos miembros de nuestra especie no nacen a través de la ruta perineal, rica en bacterias, y en el que empezamos a darnos cuenta que nuestro sistema inmune es en un grado muy alto “entrenado” por los organismos micro simbióticos.

La mayoría de los ponentes de las sesiones plenarias presentarán avances científicos recientes que podrían influir en la historia de los nacimientos. La participación de Michael Stark, de Berlín, el “padre” de la técnica simplificada de la cesárea, simbolizará los avances técnicos. La participación de Mario Merialdi, de la OMS, nos ayudará a considerar el futuro a nivel de planeta.

Una gran variedad de talleres y posters nos darán la oportunidad de mejorar nuestra comprensión de las necesidades básicas de la mujer de parto, de los bebés recién nacidos, y de las madres lactantes.

Para más información www.wombecology.com

 

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Por Arnaldo V. Carvalho

A primeira inscrição do verbete Shiatsu em português

Em 17 de janeiro de 2006 foi ao ar a primeira referência sobre Shiatsu, em português, pela Wikipedia, de autoria desconhecida.


Dessa pequena definição livre (cheia de erros e acertos) de um autor desconhecido, entrou para a história da Wiki a nossa querida técnica terapeutica.

Quem começou a dar forma mais completa ao verbete foi Edgard Magalhães, que escreveu e organizou a base de informação que seria utilizada até o presente data:

O texto Wiki de Edgard Magalhães para Shiatsu, em 2006

A última modificação antes da nossa foi feita por Leandro Martinez, que, tendo pego a página já bastante acrescida de dados, basicamente revisou os links de até então.

A partir desse momento, entrei para a equipe Wikipedia (2010) com o destino de fazer da versão brasileira a mais rica e organizada em informação sobre Shiatsu.  Após esse texto, foi feita por mim uma grande revisão, contando com 15 versões diferentes. Ele passou a seguir as tendências internacionais de indexação de informação sobre o Shiatsu (foram analisadas as versões do verbete para 6 línguas diferentes), e atualizado com informações sobre o Shiatsu no Brasil. Os textos possuem contribuições originais minhas como especialista da área, traduções oriundas dos verbetes estrangeiros, além de outras contribuições. Com isso, o verbete em português pode ser considerado um dos mais completos do mundo, um trabalho de esmero digno de Espasa Calpe ou dos melhores verbetes Wikipedia. Infelizmente, como já fez outras vezes com outras contribuições, Martinez repudiou minha contribuição. Dei entrada no pedido de discussão da Wikipedia, sem resultados ou argumentos plausíveis da parte deste. No ano seguinte, o verbete Shiatsu sofreu um “ataque da ignorância”: equipe envolvida com um projeto de indexar verbetes relacionados a medicina sugeriu fusão do termo Do-In com Shiatsu.A sugestão de fusão entre os verbetes Do-in e Shiatsu: Absurdo!Para o leigo, vale esclarecer que o Do-in tem origem na região central da atual China, enquanto que o Shiatsu tem origem no Japão. As práticas culturais de cura, luta, plantio, etc., etc., possuem uma história de transformações não sem intercâmbio entre os muitos povos, mas o Shiatsu tem conceito e história distintos do do-in, embora com vários pontos de tangência.

Pois bem, tendo sido eleito presidente da Associação Brasileira de Shiatsu no mesmo ano, requeri em Assembleia uma campanha para a vigia do verbete na Wikipedia, o que foi aprovado por unanimidade. Atualmente, o projeto está sendo ampliado para um grande Observatório do Shiatsu na Imprensa e Internet, que visa corrigir vícios, tendenciosismos e esclarecer aos leigos é aprendizes do Shiatsu sobre a técnica de modo abrangente e verdadeiro.

Exponho aqui a última tentativa de versão, efetuada hoje. Vamos ver o que será feito na Wiki, mas caso haja novas intervenções, ao menos o texto está salvo.

 Primeira parte do verbete Shiatsu atualizado

A página, que só no mês passado foi consultada mais de 4 mil vezes, tem potencial para muito mais. Convocamos a todos os professores e profissionais que se envolvam diretamente na construção da informação correta, imparcial e completa a toda a comunidade lusófona a respeito do Shiatsu, sua história, seus estilos e sua Arte de Cura.
Arnaldo V. Carvalho, praticante de Shiatsu desde 1993, professor desde 1999, membro da Associação Brasileira de Shiatsu
Scans do verbete:

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A Cítara Saúde tem o prazer de convidar seus clientes para uma palestra de lançamento de um novo tratamento que será oferecido na clínica por Luciana Tirolli e Larissa Misiara.

Trata-se de um método novo no Brasil, porém, em outros países como Espanha, França, Bélgica, Alemanha, EUA, etc  ele já existe há mais de 60 anos.

Chama-se Método Tomatis, nome que vem do criador A. A. Tomatis, um médico otorrinolaringologista Francês. É uma terapia de audiopsicofonologia, ou seja, através do ouvido e da escuta, você pode tratar desde problemas de cantores, até crianças com dislexia, pessoas com depressão, etc.

Para que você conheça o que é Tomatis estamos promovendo 3 palestras com Carlos Alos. Carlos é um profissional que trabalha com o Método Tomatis desde 1992, foi formado pelo próprio  A. A.Tomatis. Tem sua clínica na Espanha, na cidade de Granollers e está no Brasil ministrando cursos.

Dia 21.01.2012 – 09:00 a 12:00 –  Neste dia faremos uma palestra falando sobre a parte técnica do tratamento e convidamos os profissionais que tenham interesse em trabalhar com Tomatis ou fazer parcerias conosco.

Dia 23.01.2012 e 24.01.2012 – 19:00 a 21:00 – Estes dois dias convidamos o público em geral que tem interesse em conhecer o que é o método e se beneficiar do tratamento.

Valor do investimento:  RS 20,00

Temos vagas limitadas, por favor, ligar na Cítara 3814-0700 para inscrever-se.

O que é uma “Terapia Auditiva”?

É um conjunto de técnicas destinadas a melhorar a qualidade da escuta. Desse modo a informação  chega a nosso cérebro de forma mais detalhada e precisa, permitindo que este faça uma análise mais eficaz da mesma.  O pioneiro destas técnicas foi um médico otorrinolaringologista Francês  A. A. Tomatis. A maior parte das terapias auditivas atuais é derivada de seus trabalhos.

Quem foi A. A. Tomatis?

Médico otorrino Francês (1920-2001), investigador incansável da relação entre o ouvido, o psiquismo e a voz (audiopsicofonologia). Foi o primeiro a determinar, em 1947, que a voz contém somente o que o ouvido é capaz de escutar, um dos princípios que deu impulso a desenvolver uma técnica de reeducação auditiva aplicada, primeiro, para reabilitação da voz de cantores de ópera e, posteriormente, direcionada também a outros tipos de transtorno. Realizou importantes  trabalhos sobre a escuta intrauterina, a lateralidade auditiva, a relação do ouvido com a personalidade, o aprendizado de idiomas, a dislexia, o autismo, etc. Demonstrou que a escuta tem um papel essencial no equilíbrio de nosso sistema neurológico.

Algumas aplicações da Técnica Tomatis:

– Dificuldades escolares

– Dislexia

– Transtornos da fala

– Atrasos no desenvolvimento

– Problemas de comportamento

– Educação Musical

– Aprendizagem de idiomas

– Preparação ao parto

– Geriatria

– Tinitus (barulho no ouvido)

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