Tim Burton desenlouquece o mundo dos sonhos e o torna previsível – Crítica ao filme Alice no País das Maravilhas dirigido por Tim Burton

Prestes a assumir um noivado indesejado, a sonhadora Alice, que passa a infância visitando um mundo mágico e todo especial, acaba sendo atraída e mais uma vez retorna para viver finalmente sua viagem derradeira a Terra dos Sonhos.

https://i2.wp.com/cinemaeafins.com/files/2009/11/alice-no-pais-das-maravilhas-poster-2.jpg

Crítica – Por Arnaldo V. Carvalho

—> A nova versão de Alice no País das Maravilhas deixou de ser uma viagem encantada de sonhos que beiram ao psicodélico e faz os adultos pensarem ao mesmo tempo em que diverte as crianças e o lado adulto de cada um, para tornar-se mais um ultra-utilizado clichê da protagonista que cai num mundo polarizado entre bem e mal, e resolve a situação pelo lado do bem.

A película dirigida por Tim Burton, é uma aventura “sessão da tarde”, que se apropria do ambiente e dos personagens do original de Lewis Carrol.

Infelizmente, tal apropriação não preserva a inteligência por trás da loucura onírica observada originalmente em cada personagem, como a lagarta, o chapeleiro, a lebre, o coelho, ou os irmãos Tweedle. Agora, eles aparecem mais humanizados, enigmáticos, sujeitos à regras mais próxims de um mundo lógico, não sonhado. Aparecem por vezes, inclusive, sem adicionar qualquer função à história, talvez para no máximo saudar saudosistas fãs do clássico Disney ou dos livros de Carrol. Personagens geniais são sumariamente descartados, outros aparecem de forma anacrônica em relação ao filme original – como a lagarta azul, que segue lagarta mesmo após ter virado borboleta nas histórias de criança de Alice (sem problemas, caso a mesma não tivesse sido reportada no próprio filme como tendo acontecido anos antes).

Johnny Depp, sem dúvida o queridinho de Burton, como sempre faz seu papel de modo brilhante. O problema é que aqui, seu personagem foi “esticado” para muito além do que deveria, e responde por uma fração do filme que chega ofuscar a personagem principal. O chapeleiro maluco,  trama, é transforado em uma espécie de “artista traumatizado”, que vive no máximo uma “loucura” 100% consciente.

Fato é que não se soube decidir por continuar uma história ou criar uma totalmente nova. Fica esquecido que Alice, para os personagens originais, é “Mariana”, e em oposição, todo o Mundo dos Sonhos está a espera da “verdadeira Alice”, ou ainda a “Alice certa”.

A nova rotina de provações por que passa Alice, agora uma moça a entrar na fase adulta não tem a marca do inusitado; Alice também é sempre maior que seus desafios: estar perdida não a desespera. Tudo fica parecendo fácil demais.

A rainha branca não parece de fato boa, somente.. Manipuladora. Mesmo assim, ela é parece ser a opcao possível na hora de se tomar posicao… Sim, o filme sai da idéia de um mundo inconsciente a revelar aspectos não tão claros na mente da Alice menina, como seu próprio crescimento, seus medos etc., e torna-se, como já dito tão somente mais uma guerra entre “bem e mal”.

E assim, finalmente Tim Burton desenlouquece o mundo dos sonhos, e o torna previsível.

Pequenas pérolas cômicas, visual impressionante, e o desejo de que em algum momento o filme traga de volta a magia de Alice de Lewis Carrol, ou mesmo do clássico desenho animado da Disney impede que você desista do filme no meio do caminho.

* * *

https://i2.wp.com/dynamite.terra.com.br/blog/cinemaassim/assets/content/Image/alice_no_pais_das_maravilhas.jpg

Mudanças na produção, falha na divulgação: Imagens da pré-produção se mostram diferentes do apresentado no filme. Nessa image, a rainha branca está com batom carmim.. No filme, vemos um tom quase negro.

http://conversademenina.files.wordpress.com/2009/08/alice-no-pais-das-maravilhas-filme1.jpg

Aqui, em mais uma foto típica de pré-produção, já temos o que será a versão final da cor da boca da Rainha Branca; Por outro lado, esqueceram de encolher o corpo (ou aumentar a cabeça) da Rainha Vermelha

NOTA 5 ou ** (duas estrelas!)

*   *   *

Imagens maneiras do filme:

http://i178.photobucket.com/albums/w268/lamenza/alice-maravilhas-01.jpg

http://conversademenina.files.wordpress.com/2009/08/alice-no-pais-das-maravilhas-filme1.jpg

Pelo menos nossa boa e velha citronela eles reconhecem…

Pois é pessoal, essa materia (abaixo) desqualifica a maioria dos
tratamentos caseiros. Algumas informaçoes, como sempre sao truncadas.

A borra de cafe por exemplo, foi divulgada ha alguns anos como eficaz
pela Fiocruz.

Parece materia paga pela industria que ganha com a
dengue. A jornalista começa desqualificando alguns metodos, mas nao
cita os cientistas que refutam terceiros metodos, nao os que a
jornalista cita no começo da materia.

Enfim, ou é materia mal feita,
ou é paga..

De qualquer forma, nao conseguiram refutar nosso OE de citronela! Mas
bem que tentara reduzi-lo, dizendo que “a vela nao impede corrente de
ar, etc”.. ahah qual o que! E se ela estiver no nosso corpo? fala serio!!!

Um abraço que repele mosquito e atrai calor humano a todos!
Arnaldo

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u395158.shtml

Saiba o que tem fundamento e o que é lenda nas receitas caseiras
contra dengue

FLÁVIA GIANINI
Colaboração para a Folha de S.Paulo

Borra de café no pratinho da planta impede que o mosquito da dengue
deposite seus ovos, assim como a mistura de vinagre balsâmico,
noz-moscada e ervas aromáticas, certo? Errado, segundo especialistas.
Nem borra, nem vinagre, nem inhame. A epidemia de dengue e o pânico
instalado nos locais mais afetados se tornaram o cenário perfeito para
a popularização de receitas milagrosas, seja para manter o mosquito
longe, seja para minimizar os sintomas dolorosos.
Judith A. Stoffer/AP
Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, não é combatido com
receitas caseiras
Mosquito transmissor da dengue não é combatido com receitas caseiras

Os mais assustados podem perder tempo, dinheiro, vasos de planta e até
a saúde acreditando no uso de repelentes caseiros e remédios naturais
sem comprovação científica de eficácia. Desde o início da epidemia,
uma série de e-mails circula pela rede afirmando os benefícios dessa
ou daquela medida -várias com o nome de um pesquisador, biólogo ou
médico para corroborar a indicação.
A Folha consultou especialistas para comentar as dicas mais populares.
Todos afirmam que não dá para subestimar o Aedes aegypti. Desconfiar
de milagres é o primeiro passo para afastar a doença.

Repelente caseiro

Esse é o mais recente dos e-mails que circulam na internet. Segundo a
mensagem, é só preparar uma mistura com cânfora, cravo-da-índia e
outros ingredientes e, “voilà”, um repelente natural sem
contra-indicações e bem mais em conta que os de farmácia. Porém, não
funciona. Algumas pesquisas apontam que o cravo-da-índia tem ação
anti-séptica, mas não repelente. “O repelente funciona porque é um
remédio tóxico para o mosquito. Por isso, não deve ser usado
continuamente, já que, em grandes quantidades, também pode prejudicar
humanos. No entanto, não existe toxicidade na cânfora”, explica a
farmacoterapeuta e bioquímica Bárbara Furtado, da UFMG (Universidade
Federal de Minas Gerais).

Própolis

Entre as receitas mais divulgadas na rede, está o uso de própolis de
abelha. A substância teria o poder de eliminar o vírus da dengue do
organismo contaminado, atuar como repelente e tratar febre e dor de
cabeça. O e-mail explica que a própolis possui flavona e vitamina B,
que, exaladas pelo suor, manteriam o mosquito afastado. De acordo com
Furtado, da UFMG, a própolis possui característica de alimento. “Ela
teria que atravessar muitas barreiras corporais sem ter suas moléculas
alteradas para ser um repelente eficiente na pele”, diz.
O médico sanitarista Antônio Sérgio da Fonseca, da Fiocruz (Fundação
Osvaldo Cruz) é enfático ao afirmar que não existe droga capaz de
eliminar o vírus nem de controlar as reações imunológicas. “É melhor
dar preferência a barreiras físicas como calças compridas e meias”,
completa.

Complexo B

Tem efeito repelente, mas ainda não se sabe qual a dosagem, a forma de
aplicação e a garantia de proteção que o complexo ofereceria. “Não
existe confirmação científica concreta sobre o uso do complexo. Faltam
informações sobre como, quando e quanto usar”, afirma Fonseca, da
Fiocruz. Existe o risco ainda de hipervitaminose para quem toma o
complexo continuamente. E a vitamina só age no momento da
transpiração. “Seriam necessárias quantidades enormes de vitamina para
tornar o complexo B eficiente. E, ainda assim, não ficamos suados o
tempo todo”, afirma o médico infectologista Ivo Castelo Branco, do
Núcleo de Medicina Tropical da UFC (Universidade Federal do Ceará) e
consultor sobre a dengue para a Organização Mundial de Saúde.

Andiroba e citronela

Velas e infusores à base de óleos essenciais dessas plantas podem, de
fato, manter o mosquito afastado. Segundo pesquisas já realizadas, o
cheiro delas causa uma intoxicação nos insetos semelhante à ação dos
inseticidas. Mas a eficácia se resume ao cômodo onde está acesa, se
não houver correntes de ar no local nem portas ou janelas abertas. As
velas também devem ser acesas durante o dia, já que o mosquito tem
hábitos diurnos. “A citronela já é usada pelos setores de controle de
zoonoses há alguns anos”, confirma Furtado.

(Postado originalmente no grupo Aromaterapia e Óleos Essenciais)

Um protesto anti-soja

Chega. Já não aguento mais. A soja se tornou um novo Deus. Todos comem
soja. Porcos, vacas, pessoas. Sabe-se bem que o Deus Soja é o
diabo-ambição disfarçado. Se eu fosse pastor evangélico ia dizer que o
demõnio se apossou das plantações. Risos.

Compartilho com vocês a matéria abaixo, só para terem idéia do que
estou falando. Observem a frase que destaquei. No final, argumento
sobre a importancia de refletirmos sobre o consumo consciente da soja.

Mato Grosso do Sul, Quarta-Feira, 20 de Junho de 2007 – 17:30
Pesquisador da Fundação Chapadão apresenta resultado de pesquisa na Suíça
Edson Borges, Diretor Executivo da Fundação Chapadão e Pesquisador na
área de controle de doenças de soja, recebeu convite para apresentar
os resultados de Ferrugem da Soja, na Basiléia, Suíça, sede da empresa
Syngenta. Segundo Edson, essa visita, além de significar uma
oportunidade ímpar de divulgação da Fundação Chapadão, teve, também, o
intuito de promover uma troca de idéias entre pesquisadores de
diversas instituições de pesquisa do planeta, em torno do sério
problema que é a ferrugem asiática. É grande a preocupação das grandes
potências com essa doença,

——————————–
uma vez que o mundo não sobrevive sem a soja. Dela se retira o óleo
essencial para produção de alimentos, farelo para fabricação de rações
para aves, suínos e bovinos, e ainda por cima é considerada alimento
funcional, importante para a saúde humana.

——————————–

Na ocasião, Edson pôde conhecer o Dr. Jeremy Godwin, cientista
renomado, que recebeu prêmio de honra ao mérito pela rainha da
Inglaterra, por ter descoberto as Strobilurinas, grupo de fungicidas
largamente usados não só na soja, como em outras culturas. Foi muito
discutido, entre os presentes nesse encontro proporcionado pela
Syngenta, a questão da possibilidade do surgimento de resistência aos
fungicidas hoje empregados na soja. Felizmente, por enquanto, não
existe relato de resistência a nenhum deles.

Porém, todo cuidado é pouco, pois não há perspectivas da produção de
novas moléculas eficazes no controle da ferrugem da soja. “Temos que
trabalhar da forma certa com as que estão à nossa disposição, a fim de
reduzir o risco do surgimento de resistência do patógeno às mesmas”
diz Edson. Para tanto, é fundamental a orientação do engenheiro
agrônomo, em relação à dosagem a utilizar. A Fundação Chapadão conta
atualmente com três pesquisadores trabalhando em busca de melhores
alternativas para o controle das pragas, doenças e plantas daninhas,
em especial nas culturas da soja, milho e do algodão. Só nesta última
safra, foram instalados mais de 50 experimentos nessa área de
fitossanidade, resultados esses que são repassados aos produtores
associados na forma de livreto e através de palestras.

Vejam meus amigos, a soja está sendo hiperutilizada. Todos estão aí
nos ades da vida, achando que estão fazendo maravilhas ao tomar
bebidas à base de soja, etc. Mas o que está por trás de todo esse
incentivo pelo uso da soja? Indústrias milionárias, que certamente não
estão preocupados tanto com a sua saúde! Alguns mega investidores,
como o rei da soja brasileiro, estão metidos na política e fazendo as
leis que permitem os cultivos trangênicos – que por sua vez permitem
que se dispersem no ambiente quantidades ainda maiores de venenos..
que permitem o fabrico de sementes estéreis que poderão começar a
infertilizar a soja comum, e ainda escravizam os pequenos produtores,
já que sem semente não há cultivo e elas só poderão ser compradas de
uma fábrica de sementes!

A soja está acabando com o pantanal, com o cerrado brasileiro, e até
na amazonia ela está chegando. a monocultura de soja é a
cana-de-açúcar do brasil colônia.

além disso, enquanto naturopata, eu devo informar que doses excessivas
de soja elevam o ph do sangue humano, o que pode provocar desde
aumento nas alergias, ressecamento de pele, etc, e até contribuir para
o agravamento de doenças pré-existentes ou desencadear processos
reumáticos. isso é muito sério!

A soja, assim, está causando sérios impactos negativos sobre a
sociedade, sobre o meio ambiente e sobre os indivíduos.

é isso o que você quer?

soja sim, mas na medida, com consciencia. SÓ CONSUMA SOJA ORGÂNICA OU
BIOLÓGICA!

um abraço,
Arnaldo

(Este post foi publicado pela primeira vez no grupo Aromaterapia e Óleos Essenciais, em 22 de junho de 2007)

Dr. Arnaldo V. Carvalho – Um gigante da medicina brasileira… e meu xará!

Para colocar fim a coincidência, bem, Sou Arnaldo Vianna e Vilhena de Carvalho, e não sou médico.. rsrsFicheiro:Placa av dr arnaldo.jpg

Meu nome completo é Arnaldo Vianna e Vilhena de Carvalho. Como o nome é um pouco grande para me identificar rapidamente, no início da vida profissional, experimentei variadas combinações: Arnaldo Vianna, Arnaldo Carvalho, Arnaldo de Vilhena e Carvalho… Nenhum nome ruim, mas nunca me senti bem acomodado em nenhum deles. Há uns bons anos comecei a usar Arnaldo V. Carvalho, e ficou. Sinto-me ótimo nele.

Mas sou de Niterói, RJ, e nada sabia do Dr. Arnaldo, nem mesmo da avenida que leva seu nome em São Paulo. A escolha de meu nome igualmente em nada teve a ver com o Dr. Arnaldo, mas com um tio-avô meu de Portugal (também médico, além de poeta!). Qual não foi minha surpresa em saber há algum tempo, da existência dessa Av. Dr. Arnaldo. Ainda mais ao descobrir que o Dr. Arnaldo era, ainda por cima, Dr. Arnaldo V. Carvalho!

Curiosamente, não faz muito tempo em que comecei a atuar na Cítara Saúde, uma clínica médica que abriga também terapias naturais diversas. Para ir para a clínica, sempre passo pela Avenida Dr. Arnaldo. No início achava curioso, e aos poucos fui me perguntando: “quem terá sido o Dr. Arnaldo”? A descoberta do Dr. Arnaldo ser V. Carvalho se deu através de notícias de Internet… normalmente ligadas ao Instituto do Câncer Doutor Arnaldo, ou ao Hospital Arnaldo Vieira Carvalho, entre outros projetos, instituições etc que homenageiam o Doutor – e só começaram a me chegar depois de passar a ser um transeunte assíduo da avenida… Sincronicidades da vida!

Não é pra menos que há tantas referências sobre este senhor na net: Dr. Arnaldo V. Carvalho foi “o cara” encarregado de começar a faculdade de medicina em SP; Foi super atuante em uma série de frentes, no combate ao câncer, sendo o pioneiro em algumas das cirurgias mais modernas da época, entre outras coisas.. A morte, cujos motivos segui desconhecendo mesmo após a pequena pesquisa que fiz, aconteceu com pouco mais de cinquenta anos, e me pergunto o que a terá provavelmente abreviado…e me pergunto que tantas outras obras teriam sido feitas por esse doutor que, não ficam dúvidas, foi muito querido em seu tempo e até hoje, mas muito mesmo!

Assim, sinto-me privilegiado por ter esse xará, alma nobre que aqui passou e deixou um Brasil um pouco melhor do que quando encontrou, na área.

Segue aqui cópia de texto da Wiki sobre o Dr. Arnaldo, além de vários links, cada um contando novos detalhes sobre sua vida, e finalmente.. A célebre placa de trânsito e uma fotografia do médico pintada por ninguém menos que Portinari.. É chique mesmo esse meu xará!

Arnaldo Vieira de Carvalho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Avenida Doutor Arnaldo, na cidade de São Paulo, vista de bicicleta. À direita, um dos prédios que compõem o complexo médico que circunda a Faculdade de Medicina da USP.

Arnaldo Augusto Vieira de Carvalho (Campinas, 5 de janeiro de 1867Campinas, 5 de junho de 1920) foi um médico brasileiro, fundador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Biografia

Foi diretor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, primeiro diretor e catedrático da Clínica Ginecológica da então Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo e hoje Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que dá nome a uma das principais avenidas paulistanas. Em sua homenagem, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo é denominada a “Casa de Arnaldo” e a avenida onde está localizada recebeu o nome de “Doutor Arnaldo“.

Destacou-se como diretor clínico da Santa Casa de São Paulo, pelas ampliações e reformas que promoveu em seus serviços assistenciais e, pela modelar organização que imprimiu à Faculdade de Medicina de São Paulo, que fundou e da qual foi primeiro diretor.

Participou com destaque da fundação da Sociedade de Medicina e Cirurgia e, da criação da Policlínica do Estado. Apoiou todos os problemas médico-sociais de seu tempo. Renovou os métodos cirúrgicos em São Paulo, introduzindo-lhes as mais recentes conquistas científicas, praticando, pela primeira vez, entre nós, a gastrectomia.

Segundo a historiadora Pietra Diwan, em seu livro “Raça Pura” (Ed. Contexto, 2007), foi um dos médicos mais entusiastas do movimento da eugenia, termo criado por Francis Galton (1822-1911), que a definiu como o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações, seja fisica ou mentalmente, e que pregava a limpeza da raça humana de fatores que a tornariam pobre. Arnaldo participou dos quadros da Sociedade Eugênica de São Paulo, fundada em 1918, da qual também fez parte, entre outros expoentes da intelecutalidade nacional, o médico Francisco Franco da Rocha (1864-1933).

LINKS

http://guiodri.blogspot.com/2007/08/doutor-arnaldo.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Avenida_Doutor_Arnaldo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arnaldo_Vieira_de_Carvalho

http://www.doutorarnaldo.org/materia.php?ref=quemhistoria

http://extranet.ffm.br/saladeimprensa/releases26/3156fmuspprestahomenagemamemoriadodrarnaldovieiradecarvalhof.ashx

http://www.ihgs.com.br/cadeiras/patronos/arnaldovieiracarvalho.html

http://www.fm.usp.br/sobre/museu/hall.php

http://www.fm.usp.br/sobre/museu/s_arnaldo.php

http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2007/02/personagem-dr-arnaldo-augusto-vieira-de.html

http://books.google.com.br/books?id=QX-C8WlvzpsC&pg=PA110&lpg=PA110&dq=%22arnaldo+augusto+vieira+de+carvalho%22&source=bl&ots=w1VcLTBYlq&sig=iFXaCWwL5Wqbr45BGd55q8piiVI&hl=pt-BR&ei=zdDsSsmQAoKVtge8gI07&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=3&ved=0CA4Q6AEwAg#v=onepage&q=%22arnaldo%20augusto%20vieira%20de%20carvalho%22&f=false

http://www.editorial.com.br/medicinaesaude/005_01.htm

 

Cândido Portinari.
Retrato de Arnaldo Augusto Vieira de Carvalho, sépia, 1936. 29x24cm.

Um olhar crítico sobre o e-mail dos golfinhos da Dinamarca

Um certo e-mail vêm circulando e já chegou por diversas mãos (eletrônicas) à minha caixa de correio. Nele, mostram-se fotografias de uma época do ano quando, num certo local da Dinamarca, milhares de golfinhos são abatidos ao mesmo tempo, em águas rasas (que ficam completamente vermelhas de sangue), e com a presença de crianças. Prato cheio para os brasileiros olharem para fora e esquecerem-se de si e de sua realidade. O texto abaixo é a minha resposta ao tal e-mail.

Os maravilhosos cientistas do mundo inteiro enfiam eletrodos na cabeça de macacos e testam-lhes os limites da dor; pegam coelhinho e jogam todo tipo de produto ácido na pele para ver o que dá – e assim nascem muitos produtos para tirar espinhas, fazer peelling, etc… Sofrimento animal em prol da beleza da pele humana com eternos 20 anos. Não há abaixo-assinado circulando pela internet contra a experimentação animal.

As escolas brasileiras ainda acham interessante, com tanta tecnologia de ensino audio-visual, que todos os anos milhares ou milhões de sapos e preás continuem sendo dissecados, quando não vivisseccionados (todo mundo tem um relato de ter começado a abrir o bichinho e notal que “estranhamente” o coração ainda pulsa, a respiração ainda existe…) por estudantes entre 12 e 15 anos. Cadê o abaixo-assinado?

Os bois abatidos no Brasil choram na fila o ano inteiro e sobre isso, não há abaixo-assinado, ninguém classifica como vergonha.

Ninguém classifica como vergonha castrar animais domésticos amadíssimos, e há quem chegue a lhes arrancar cordas vocais, rabos, etc. Isso porque são animais muito queridos, tanto como alguém da família! Já deu pra entender o que acontece dentro da família.. A castração moral dos novos, a humilhação pela fragilidade dos velhos. E os internautas brasileiros estão mais preocupados com os golfinhos da Dinamarca. É…

Castrar o boi de corte, à faca, o porco à agulhada, tudo “a frio”, sem anestesia, e sim com muito sofrimento… Não há vergonha alguma sobre nada disso, muito menos abaixo-assinado. Até porque na hora que está no prato, o que vale é a “carninha esquizofrenizada” – todo mundo sabe que a carne do açougue e do supermercado veio de um animal com 99% de chances de ter sido criado com diversas situações de crueldade e distrato. Mas ali, mas na hora todo mundo “surta” e desconecta-se dessa mesma realidade. Sem qualquer vergonha!

Os chineses comem cães,os japoneses e dinamarqueses matam golfinhos e baleias, os brasileiros matam peixe-boi (tampando suas narinas com rolhas! e vocês não sabiam disso né?), fazem briga de galo e comem animais mantidos e abatidos sob condições cruéis.

Quem é melhor?

A cultura de um povo não deve ser alvo de críticas, enquanto não se concentra e se conserta o que há dentro da própria cultura interna.

Esse e-mail a circular é grave, mas não é menos grave matar de fome um bando de meninos no nordeste todo ano.

Arnaldo V. Carvalho
PS: quem quiser ver na íntegra o e-mail dos golfinhos, é só procurar na Internet. É bem fácil achar. Recuso-me a fornecer links diretos.

David Crow no Brasil: Aromaterapia, medicina dos himalaias, projetos sociais e mais

Nesse fim de semana teve workshop do David Crow aqui no RJ. Liguem-se pois ele estará em vários estados do Brasil, de norte a sul..

Gostaria de contar que estive em contato com uma grande variedades de olíbano nesse dia, alguns cujos produtores trabalham exclusivamente para a http://www.floracopea.com (marca do D. Crow). Um mais incrível que o outro!

Gostaria de contar que estive em contato com uma grande variedade de óleos de Imortelle (helicrysium), um mais maravilhoso que o outro…

Gostaria de contar que entrei em contato com aum grande variedade de óleos de ROSA… vocês precisam conhecer o óleo de rosa do Rajistão (India)!!!!

Gostaria de dizer que fiz contato com resinas variadas de diversos tipos de mirra, olíbano, e outros… que pude pegar, cheirar, queimar, aspirar a fumaça, mascar.

Gostaria de dizer que entrei em contato com a energia de um néroli puríssimo, de óleos essenciais obtidos da destilação conjunta de duas plantas (isso mesmo, 2 plantas destiladas juntas ao mesmo tempo), com
uma variedade quimiotípica de niauli bem próxima do tea-tree, com o tree-trea da Nova Zelândia, e com outros etéreos exóticos como Opopanax, capim-azul africano, jatamansi (um tipo de nardo do Nepal, entre outros… E attares maravilhosos, como o incomparável Champa (Michelia champaca numa base de puro óleo de sândalo)…

Finalmente, quero dizer que estive em contato com energias maravilhosas de pessoas que querem se juntar em prol da aromaterapia, como a Karina (criadora da Officinalis – embora já não esteja lá há alguns anos, e que acabou de montar a marca Kurã) e agora está a montar um local de estudos de aromaterapia no vale místico de Aiuruoca, MG; Como a auspiciosa Monja Tenzin (sua simples presença alegra nossos corações e eleva nossa alma); as aromaterapeutas Roseana, Verônica França, Aline Soares, daqui do RJ… Entre outras pessoas maravilhosas, abertas e dispostas a aprender e compartilhar. (Meus agradecimentos a todos!)

Minhas senhoras e meus senhores, o David Crow nos passa uma idéia de gente profunda e espiritualizada, capaz de fazer a gente voar pelo mundo todo em algumas horas.

O mais interessante é que sua jornada pelo Brasil dessa vez possui diversas atividades gratuitas e/ou a preço simbólico e ele está participando de importantes projetos sociais, ensinando as pessoas a plantarem plantas aromáticas já nas escolas.

Se tiver tempo, farei um artigo completo sobre seu trabalho.
Um abraço a todos,
Arnaldo
PS: atenção aos seguidores da escola francesa, que o Fabián utiliza bastante em aula – o David é mais da inglesa, e trata com extrema cautela assuntos como ingestão (mas acho compreensível, porque não tem tempo por dar a base necessária ao trabalho, e por ser americano – seu país tem a “síndrome do processo crônico”!)
PS2: site da jornada dele: http://www.dpmais.com.br/davidcrow

Abril de 2007 – Este escrito foi originalmente postado nas listas de aromaterapia da Aromalândia, propriedade do Prof. Fabián Lazló.

Seminários de Aromaterapia com David Crow – Review

Olá pessoal!

Nesse fds teve workshop do David Crow aqui no RJ. Liguem-se pois ele
estará em vários estados do Brasil, de norte a sul..

Gostaria de contar que estive em contato com uma grande variedades de
olíbano nesse dia, alguns cujos produtores trabalham exclusivamente
para a http://www.floracopea.com (marca do D. Crow). um mais incrível que o
outro!

Gostaria de contar que estive em contato com uma grande variedade de
óleos de Imortelle (helicrysium), um mais maravilhoso que o outro…

Gostaria de contar que entrei em contato com aum grande variedade de
óleos de ROSA… vocês precisam conhecer o óleo de rosa do Rajistão
(India)!!!!

Gostaria de dizer que fiz contato com resinas variadas de diversos
tipos de mirra, olíbano, e outros… que pude pegar, cheirar, queimar,
aspirar a fumaça, mascar.

Gostaria de dizer que entrei em contato com a energia de um néroli
puríssimo, de óleos essenciais obtidos da destilação conjunta de duas
plantas (isso mesmo, 2 plantas destiladas juntas ao mesmo tempo), com
um a vareidade quimiotípica de niauli bem próxima do tea-tree, com o
tree-trea da nova zelândia, e com outros etérios exóticos como
Opopanax, capim-azul africano, jatamansi (um tipo de nardo do nepal,
entre outros… E attares maravilhosos, como o incomparável Champa
(michelia champaca numa base de puro óleo de sândalo)…

Finalmente, quero dizer que estive em contato com energias
maravilhosas de pssoas que querem se juntar em prol da aromaterapia,
como a Karina Araújo (criadora da Officinalis – embora já não esteja lá há
alguns anos e idealizadora da novíssima marca Kurã) e agora está a montar um grande centro de estudos de
aromaterapia no vale místico de Aiuruoca, MG; Como a auspiciosa Monja
Tenzin (sua simples presença alegra nossos corações e eleva nossa
alma); as aromaterapeutas Roseana, Verônica França, Aline Soares,
daqui do RJ… Entre outras pessoas maravilhosas, abertas e dispostas
a aprender e compartilhar. (Meus agradecimentos a todos!)

Minhas senhoras e meus senhores, o David Crow é um Fabián Lasló
americanizado; uma pessoa profunda e espiritualizada capaz de fazer a
gente voar pelo mundo todo em algumas horas.

O mais interessante é que sua jornada pelo Brasil dessa vez possui
diversas atividades gratuitas e/ou a preço simbólico e ele está
participando de importantes projetos sociais, ensinando as pessoas a
plantarem plantas aromáticas já nas escolas.

Se tiver tempo, farei um artigo completo sobre seu trabalho.
Um abraço a todos,
Arnaldo
PS: atenção aos seguidores da escola francesa, que o Fabián utiliza
bastante em aula – o David é mais da inglesa, e trata com extrema
cautela assuntos como ingestão (mas acho compreensível, porque não tem
tempo por dar a base necessária ao trabalho, e por ser americano – seu
país tem a “síndrome do processo crônico”!)

PS2: ah claro, o site da jornada do david crow no brasil!

é: http://www.dpmais.com.br/davidcrow

(Postado originalmente em Aromaterapia e Óleos Essenciais)

Primeiras impressões sobre o encontro de Aromaterapia da Bellarome

Olá amigos!

Aqui vão as minhas primeiras impressões sobre o encontro da Bellarome, que aconteceu ontem e vai acontecer hoje (quem quiser ainda consegue ir), no dia 10.

Primeiro preciso falar do não comparecimento em massa dos meus amigos da aromaterapia. Que decepção, não encontrei quase ninguém! Isso me levou a pensar o quanto não apoiamos uns aos outros. Precisamos entender que a aromaterapia só se fortalece a partir do momento em que um comece a prestigiar o outro. Não é fácil fazer um evento como o que Julia Nunes faz, e a verdade é que esse é o único evento exclusivo da aromaterapia em todo o país.

Por outro lado, será que não se conseguiu sensibilizar o povo para os temas do encontro? Mas se é assim, fica aqui a prova de que há pouca comunicação entre os pares e ímpares da aromaterapia no país. Isso interessa a quem? Aos que não querem ver a aromaterapia crescer, com certeza…

Bem, assisti a três palestras. A primeira da nutricionista Mauara Scorsatto. Ela falou da entrada dela (recente) no mundo dos aromas. Para quem imaginava que ela fosse falar do uso de óleos essenciais dentro do plano alimentar ou como suplemento alimentar, se enganou. Mauara se focou na psicossomática dos óleos e ilustrou com vários exemplos de sucesso como os óleos tem ajudado seus clinetes a alcançarem os objetivos pretendidos com a terapia. Excelente estratégia. A outra palestra foi do Manoel Carlos – não o da novela, mas o Diniz. Um homem multifacetado, gourmet por excelencia, charmoso no papo – alguém disposto a compartilhar o prazer de viver. Introduziu os participantes Às delícias da gastronomia, me fez chorar em dez minutos do imperdível filme “O Tempero da Vida”, e citou algumas de suas experiências com óleos na alimentação. Finalmente, assiti a palestra do americano David Crow. Crow é o autor do livro que está na moda nas livrarias pelo Brasil: “Em Busca do Buda da Medicina” (Ed. Pensamento). É herbologista e acupunturista, e passou uns bons anos aprendendo diretamente com o povo dos himalaias. Auxiliado por sua simpátia intérprete, ele deu um show. De informação, de seriedade simpática, de amor à vida, e aos óleos. Ele falou sobre imunidade através dos óleos essenciais. Para os alunos do Prof. Fabián Lazló, nenhuma novidade no ponto de vista técnico (sobre o efeito antibiótico dos óleos), mas segue a filosofia da imunidade comunitária. Não é um conceito novo, mas sua divulgação só é feita por pessoas corajosas e conscientes, como mostrou ser David Crow.

Ah, com exclusividade aqui na lista, digo que ele foi muito generoso conosco e nos deu a oportunidade de cheiras óleos difíceis de se encontrar, como a sálvia de blue montain (deliciosa!), um olíbano etíope (boswellia papyriflora), com cheiro de sabonete(!), o eucalipto com cheiro de rosas (!!), além de falar de alguns óleos que eu só conhecia através da aromalândia, como a ravensara aromática, o tulsi (louro sagrado), o helycrisium da bósnia, o niauli (não o qt cineol, o mais rico em terpinen) e o óleo de sálvia branca (que delícia).

Parabéns à Julia Nunes pela iniciativa, pelo trabalhão, e pelo belo achado David Crow.

Arnaldo V. Carvalho
PORTAL VERDE – www.portalverde.com.br

(Este post foi publicado originalmente no grupo Aromaterapia e Óleos Essenciais, do yahoo grupos)