Can you see the light?

– James Brown! É tudo de bom! Amém!

(Participação especial de James Brown no filme “Os irmãos cara-de-pau” (The Blues Brothers).

Para você sempre saber qual é a música

Por Arnaldo V. Carvalho*

Tem hora que você quer saber qual é a música que está tocando na rádio, na rua, ou na sua cabeça. Bem, a tecnologia que está na sua mão pode te ajudar em qualquer circunstância! Seguem aqui 3 opções:

1) Identificador de música do Assistente Google (para o celular)

Aí você se encantou com uma música que está tocando no rádio do Uber em que você está. Mas quem está cantando? Qual é o nome?

Tem vários jeitos de saber! O mais fácil é pedir ao Assistente Google no seu celular (Android). Ativa ele e pergunta pro celular: “que música é essa?”. Ele vai “ouvir” a música e identifica-la para você!

Reprodução

Para saber mais sobre como usar esse recurso, vá no artigo original do Olhar Digital: https://olhardigital.com.br/dicas_e_tutoriais/noticia/melhor-que-o-shazam-como-identificar-musicas-por-meio-do-google-assistente/78636

2) Um app para o seu celular: Soundhound ou Shazam:

Esses são apps concorrentes, você baixa e aciona quando quer reconhecer uma música. Não sei dizer qual é melhor, nem se vencem o recurso do Google. Já usei satisfatoriamente o Shazam. Se você tem a experiência com algum deles, por favor escreva nos comentários que será útil para os leitores!

3) A música está só dentro da sua cabeça? Murmure ela para o Midomi!

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Eu fiz meu “hmm.. mmm” no Midomi e ele colocou a música certa (Eye in the Sky do Alan Parsons Project) como primeira opção!

Esse site é sensacional, e pode ser acessado direto do seu computador. Basta murmurar a música com hum-hum-hum ou nã-nã-nã… rs, e ele te retorna a música provável ou opções do que poderia ser… Sensacional!

Midomi também é uma rede social de “karaokê”. As pessoas podem gravar sua voz cantando “a seco” (voz pura), ou seu solfejo, ou mesmo fazer uma produçãozinha melhor. Assim é possível escutar muitas versões caseiras, espontâneas e amadoras das músicas que você gosta… Ou gravar as suas próprias.

* Arnaldo V. Carvalho, pai, pedagogo, terapeuta e entusiasta do compartilhar coisa boa ou que faz pensar.

 

A Amazônia queima enquanto o improbo Ricardo Salles está à toa na vida

Blog do Pedlowski

fogo-amazoniaEnquanto as políticas anti-ambientais do governo Bolsonaro colocam tocam fogo na Amazônia, Ricardo Salles está à toa na vida.

Imagens de satélite estão mostrando que boa parte da América do Sul está sendo coberta por nuvens de fumaça vindas das milhares de queimadas que estão sendo acesas com a vegetação que está sendo tombada das florestas da Amazônia brasileira (ver exemplo abaixo).

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Não bastassem as imagens de satélite, relatos de diversas tragédias que estão alcançando aqueles que estão ficando literalmente do fogo cruzado começam a surgir na mídia alternativa, como foi o caso de um casal de idosos que morreu abraçado tentando escapar de um incêndio aparentemente criminoso que atingiu um assentamento de reforma agrária no município de Machadinho do Oesteem Rondônia.

Enquanto o fogo que se espalha por boa parte da Amazônia ceifa vidas e extermina a biodiversidade, o ministro (ou seria anti-ministro?) do Meio Ambiente, Ricardo Salles…

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Deus. Sofrimento.

“Eu não conseguiria conviver com essa visão amarga, dura, atormentada e sangrenta do mundo”. Suassuna

Suassuna engraçado é ótimo.
Sério é ainda melhor.

Deus. Albert Camus. Suicídio. Leandro Gomes de Barros. Sofrimento. Deus.

Emocionante. (Arnaldo V. Carvalho)

Alma que não se esquece.

 

Resultado de imagem para alma

– Esperou eu morrer para aparecer? Cretino.
– Puxa, Dona Ângela…
– Ó, não faz isso comigo não!
– Não faço… É que…

Não gostava de despedidas. Nenhuma delas.

E não gostava nada da ideia de partir.
Viver não é grande coisa, talvez algum código nas sombras de sua mente lhe repetissem continuamente. E daí que ela fugiu muito dela, por muitos meios.

O contato humano, contudo era a certeza da vida. E a salvava. Por isso a falta de contato sempre fora rejeitada, insuportável que era.

Sobretudo, na alegria dos filhos. Eles a ancoravam por aqui. O orgulho deles mostrado em cada bronca, a maioria dela falsa mas que ela jurava serem verdadeiras.

– Pim eu não quero saber.
– Ah Carol não vem com essa.

Ela ainda fala comigo, aqui dentro de mim. Esbraveja. Eu a abraço e tudo se desfaz. No final ela me perdoa por eu ter de deixa-la mais uma vez. E sei que, entre nós, está tudo bem. Sempre.

Dona Ângela, mãe do meu compadre, irmão espiritual querido, chegou e partiu desse mundo no mesmo dia – dia 5 de julho – e no mesmo local. Um ciclo que e fecha, e com muito desenvolvimento, redenção e beleza. (Arnaldo)

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