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Erro de análise (política)

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A Onda que nos arrebata é pesadelo tornado realidade

Pequeníssima nota sobre o momento político atual e a onda de violência nazifascista que está tomando as ruas de todo o país

You! Yes, you behind the bikesheds, stand still lady!

– Da música The Wall, do álbum homônimo (Pink Floyd)

No início do ano, previ equivocadamente, que com a definição de uma plataforma consistente do PSDB, o candidato “bomba” seria lentamente esquecido, como torpe poeira, e que ele só tinha crescido porque até ali haviam poucas candidaturas já firmadas, consistentes.

Eu errei.

PSDB e PT se enrolaram completamente nos mantos de suas confusões internas, cada um em seu partido e com seus problemas. Para lançar candidatos, enfrentaram brigas por poder, vaidades, e imagens desgastadas por acusações de processo, corrupção etc.

Enquanto isso, o governo temeroso seguia fazendo das suas, apliando insatisfação, falta de grana, redução de direitos, angústias mis… Nutriente (nada) secreto para fermentar o caldo do radicalismo.

E enfim, o projeto do Lado B cresceu, firme, bem planejado, com apoio do marketeiro do Trump inclusive. Ele disse para cada um aquilo que cada um queria ouvir e como dizem por aí, “lacrou”.

Errei, porque jamais poderia acreditar que o Brasil se tornaria um grande “A Onda“, filme que marcou a adolescência de minha geração ao alertar sobre o pensamento e o comportamento nazi-fascista. Afinal, filmes como esse eram apenas reports de um passado que não retornaria a esse ponto.

A Onda” é um presente. As pessoas estão sendo agredidas, espancadas, humilhadas, mortas, e o Plano B. bate palmas.

Para as forças democráticas do país, de todos os “lados”, esquerda ou direita, uma união contra o Lado B pode ser tarde demais.

Arnaldo V. Carvalho, pai, terapeuta, pedagogo, escritor, cidadão brasileiro.

 

 

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Tempos de Prece (8)

Direto na Essência. Da Vida.

Era um casal bonito aquele. Agora é mais.

O rapaz viajou. Foi uma longa viagem, e a primeira vez – desde a adolescência, que ficara para trás vinte anos antes – que ele havia se afastado dela.

No início, sentiu saudade e solidão. A solidão cresceu. Ele resolveu mexer o corpo para passar o tempo e quem sabe, sentir-se melhor. Emagreceu. Encontrou uma energia que não conhecia. Sentiu-se após alguns meses, pela primeira vez, bem com ele – independente dela. Adaptou-se a poder ser apenas ele. A solidão continuava.

Ele ainda pensava nela todos os dias quando foi cortejado. Meses depois, por um instante não pensou. E viveu aquele romance de exaltação ao próprio eu. Foi curto, já era quase hora de voltar.

Ela sofria de saudades. Sabia que ele também tinha muitas. Era verdade. Mas ao contrário dela, que seguia-se sentindo com um pedaço a menos da própria carne, ele não, se conjuntou em outra conjuntura. Ao menos parcialmente.

No dia do voo, ele tremia de excitação. E culpa. E medo.

O retorno foi a reconjunção do casal bonito, que tanto se amava, que tanto ardia um pelo outro, que tanto era Um.

Mas com um algo qualquer de diferente, inexplicável.

Ele não aguentou. Seu coração decidiu deixar pistas. Ela encontrou. A verdade veio a tona. Ele chorou, chorou, chorou, por ter sido traído por seu próprio ego. Chorou porque nunca quis deixar de ser Um com ela. Nunca, a não ser naquele curto momento, em que o desejo de se firmar como ele mesmo tenha vencido.

E ela chorou, chorou, chorou. Principalmente por raiva. Muita raiva. Raiva de sua própria escolha de ter seguido com um pedaço a menos por todo esse tempo. Raiva por não ter feito nada por si. E obviamente, pela atitude dele. Infiel.

Mas havia verdade na dor e no choro dele, e ela sabia.

E ele curvou-se ante dela, cabisbaixou-se a parti de seu erro, e submeteu-se ao purgatório.

Por que? Chorava ela raivosa, toda noite, por noites e noites?

Por que? Ela gritava irritada, com os dentes amostra.

Você não podia… Ela trazia e meio a uma conversa qualquer sobre qualquer outro assunto.

Foi assim por semanas; Semanas não, meses.

Mas ela sabia do arrependimento, podia senti-lo; E por todo aquele tempo, ele não esteve em nenhum lugar errado, nenhum lugar que não fosse o de pedir perdão, reafirmar o amor, e desejar ali estar.

Ela perguntou tudo o que queria perguntar – e foi bastante doído, mas ela queria saber. E ele contou tudo o que ela pediu. As vezes perguntava a ela se aquilo era realmente tão importante. As vezes era. Uma tortura. Mas dava o que pensar.

A mente dela, a existência dela, não saía mais daquele lugar.

Até que houve um limite. Não foi imposto. Foi sugerido.

– Se não conseguir parar, não conseguiremos.

Foi ele quem disse. E ela sabia que era verdade. Ela já sabia tudo. Inclusive que não era possível apagar, menos ainda voltar no tempo. Ela sabia e o amava e desejava ardentemente.

Doía nos dois. E era inviável seguir sendo apenas memória e dor. Aquele casal de antes havia morrido.

O Amor, semente eterna das transformações que perduram e fazem bem, não!

Inteligente, ela começou a observar que precisava ser Um sem ele, que ele havia voltado uma pessoa melhor em vários sentidos e isso era inspirador.

Ele sabia que não conseguiria mas não ser o Um que era com ela, sem ser um Um ele mesmo.

E ambos agora sabiam que queriam ser Um juntos mas serem Um eles mesmos.

Não podiam esquecer. Nem era para. Mas era preciso limites, era preciso avançar para além da marca que ficou. Era preciso olhar para a cicatriz pensando no tanto que aquilo representava – não só na dor do momento, mas no processo de cura da ferida e o quanto o Todo se tornou mais forte. E o quanto a experiência de ser humano se fazia ali. Muitas lições numa mesma situação.

Foi desse amor que nasceu a cura, o perdão, um casal novo, quente, mais belo e jovial que o de antes.

Foi desse amor que nasceu um fruto que hoje dá muitas alegrias a esse casal. Quem diria, antes, quando eram Um sem serem para si mesmos, perseguiram tanto esse filho e nada. Agora sim, inteiros os dois, vingou aquele que representa um pouco do todo de cada um.

E eles são felizes para quase sempre e assim seguirão.

*-*-*

Essa é uma história verídica que acompanhei em consultório. Um processo muito doído e difícil. E que nos ensina sobre Amor, mas sobretudo, sobre a paciência necessária de quem erra ou representa o erro, e a necessidade de limites em relação a memória.

Eu a trouxe nesse momento, porque é patente que a sociedade entenda a importância da memória. De não se passar borracha nos erros – não devem ser esquecidos. Mas que sim, ao mesmo tempo deve haver um limite sobre isso.

É um tema em Roma e outras cidades históricas na Itália e outros países, o quanto se deve explorar o território em termos arqueológicos. Eles sabem que debaixo das vilas, cidades, debaixo de praticamente toda as casa da Itália, a chance de se encontrarem vestígios importantes da antiguidade são enormes. Mas as pessoas que lá vivem também precisam viver! Precisam ocupar esses espaços, olhar para frente.

Então, trazendo para a realidade brasileira, não, não podemos esquecer a escravidão, a genocídio indígena, a ditadura, as explorações diversas, momentos de sangue e dor por todo o país. É fato. É passado. Deve ter marcos e serem tratados com seriedade e respeito. E ocupar aquele momento do dia e da vida em que devemos nos perguntar: para onde queremos ir?

A dor do negro, dos indígenas, das mulheres, de todos os oprimidos precisa ser ouvida. Será ouvida muitas vezes, à exaustão, por gerações. É NECESSÁRIO! Não se desfaz a dor na psique coletiva em uma vida gente. São várias. O tempo é de aprender a escutar, de baixar a cabeça (os “Eles” – as pessoas que tiveram acesso a uma situação sóciocultural privilegiada – majoritariamente brancas), e humildemente de pedirem perdão (não com comiseração mas agindo pela construção de uma nova história), e afirmarem o Amor ou sair do caminho e deixar que Elas (as pessoas que já nasceram desprivilegiadas, em um Brasil de tantos erros e distorções sociais históricas) encontrem seus espaços (isso é respeito, e é o mínimo).

Minha escolha é pelo Amor. Da ação pelo fim das diferenças valorativas enntre as pessoas.

A todos os meus amigos cujo lugar de fala é repleto dessas memórias de repressão, machismo, misoginia, eu digo: sejam como essa “Ela”! Não deixem “Ele” esquecer! Gritem, revoltem-se, e não tolerem nada além de paciência, voz baixa e arrependimento sincero. Fiquem atentas a sinceridade de “Ele”.

Com as gerações sendo continuamente ouvidas, vai passar. Em algum momento, a dor vai tomar outra forma, uma cicatriz dará lugar ao buraco. Poderá a realidade irreparável da cicatriz social ser ponto de olhar e lembrar, com dor mas também para a importância da reparação no crescimento da sociedade. Escolheremos.

Será o tempo de se pensar no fim das armas, das guerras, dos cantos tristes. Será o fim dos cativeiros emocionais, porque cada um poderá ser Um e poderá ser o Um-Todo ao mesmo tempo.

Mas isso é uma outra história, uma história ainda distante de nosso tempo.

***

Arnaldo V. Carvalho e filho de um pai imigrante português (possivelmente com raízes árabes cristãs novas), com uma mãe neta de portugueses, indígenas e sabe-se lá quantas etnias atrás disso. Classe média, vida simples. Educador, pai, terapeuta, cidadão brasileiro.

 

 

Tempos de Prece (7)

Thomaz Lima, um Homem de Bem.

Pausinha na série de artigos “Tentando votar direito”, em que esmiúço como faço para escolher meus candidatos: Nesse “suplemento especial”, ofereço ao leitor ferramentas práticas e úteis para a construção dessa escolha. Hoje é sábado, dá uma pesquisada!

(Arnaldo)

Estude você mesmo e descubra seus candidatos!

  1. Cartilha neutra: Para me ajudar nesse garimpo todo, estou usando ferramentas de registro e comparação. A principal delas é a “Cartilha do Eleitor Consciente“, de Carlos Eduardo Aguayo Reis, uma cartilha realmente neutra e bem feita.
  2. Sites comparando propostas? Você vai encontrar vários no Google. Escreva na barra de pesquisas: compare o que diz cada candidato e bom trabalho! Para além do que dizem em entrevistas, etc., existem as propostas oficiais, registradas no TSE. Elas podem ser baixadas do próprio site do Tribunal Eleitoral: http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2018
  3. Fichinhas dos candidatos: Tem mais de um site exibindo, eu usei principalmente a do site Gazeta do Povo, que é enxuta, sempre atualizada, e com todos os candidatos para todos os cargos. Nome, partido, coligações partidárias, atividade profissional, situação junto ao TSE… É um ponto de partida apenas, mas que pode valer a pena.
  4. Trajetórias: Novamente vá ao google e escreva: trajetória de cada candidato. Vários sites abrirão. Atenção, procure abrir mais de um. Como tudo e todos, os diferentes veículos se alinham com diferentes frentes. Não leia apenas o que é confortável, o que quer ver. Não construa histórias, não fantasie. Procure ao menos um site internacional, um site alinhado ao mercado, um site alinhado às preocupações sociais.

Em caso de dúvidas, recomendo tremendamente recorrer à Ciência. Haverá maior chance de você encontrar fontes fidedignas, e dificilmente você vai topar com fake news (previna-se delas aqui!). Em ciências podem haver correntes de pensamento em oposição, mas sempre haverá razões que justifiquem a existência de cada uma dessas correntes.

***

 

Tentando votar direito (4)

– Tentando votar direito –

Critérios que uso na hora escolher em quem voto

Parte 3: Partidos e grupos econômicos

“Ficha limpa”

Era muito mais difícil votar certo. Porque era muito mais difícil pesquisar. Hoje em dia, driblando-se os fake news e outras distorções do mundo digital, consegue-se puxar a ficha de qualquer um.

A minha “ficha limpa” é um pouco mais rigorosa que a utilizada pela lei assim batizada (e que é útil, veja no link), porque muitos atos ilícitos são para mim extremamente sujos. Votar privilégios e benefícios a si e aos seus grupos de alinhamento que sim pesem ou causem impactos significativos para o Todo da sociedade podem desclassificar o candidato facilmente. Só por esse critério digo que sobra muito, muito pouca gente.

Ou seja, para saber se o candidato é “ficha limpa”, é preciso estudar as engrenagens e instituições que movem a cidade em que se vive, o Estado e o país, e como esses candidatos interagem com elas.

O ex-prefeito que hoje é candidato é oficialmente “ficha limpa”, mas autorizou um desmatamento de alto impacto ambiental para a construção de uma lucrativa indústria, com injustificável lastro de empregos e benefícios (as vezes empreendimento tocado por  empresa que apoiou o candidato no processo eleitoral)? Ficha suja. Ele fez dentro da lei, mas por mim cometeu algo próximo de um crime. No mínimo, o crime da falta de consciência, impensável a um representante do povo.

Sim, me interessa conhecer a trajetória deles pelos partidos e os grupos econômicos com os quais a pessoa está alinhada, para início de conversa.

Partido conta?

Partidos são blocos imensos de pessoas, que concordam com alguns pontos essenciais, mas não em tudo. Por isso todo partido tem debate, tem pré-candidatura, tem frentes, divisões diversas. É por isso que o fato de você achar um candidato de um partido absurdo não é critério para desclassificar o partido inteiro. A coisa muda quando uma boa parte dos candidatos do mesmo partido são duros de engolir, pois isso quer dizer que é justo onde você não concorda que eles se alinham.

Olhar para o partido do candidato conta de duas formas: Na observação do comportamento do candidato em relação a esse mesmo partido, e na observação geral da coerência desse mesmo partido.

A forma como o candidato se relaciona com a política partidária pode dar pistas importantes: Troca de partido como quem troca de roupa? Desconfio. Passeia por partidos notoriamente “centrão”? Desconfio. Apoia tudo o que o partido diz? Estranho.

Se o partido do candidato apoia radicalmente coisas que não fazem sentido nenhum para mim? Desclassifico. Os partidos e seus históricos de coligação também ajudam a gente a entender como eles funcionam. Partido tem uma linha, começa a fazer coligações “esquisitas” com outros partidos que em princípio tem ideias opostas… Desconfio demais.

A análise do partido é especialmente importante quando se pensa em quem votar para deputado estadual ou federal. Isso porque são muitos, e é simplesmente impossível analisar a todos um por um. Para se ter uma ideia, aqui no Rio são quase 2500 candidatos para deputado estadual. O partido ajuda a gerar algum filtro.

Grupos econômicos

Essa parece ser hoje o fator de maior atenção: a economia. Infelizmente os populares analisam muito pouco o papel do enlace entre os grupos econômicos e a economia (dê uma pequena olhada nesse vídeo e entenda melhor a ligação entre produção, grupos econômicos e políticos). Esse enlace nocivo costuma levar estados e países na direção de um colapso. Vejam no que acarretou no Rio e Janeiro a superdependência do petróleo, ou a superdependência da economia nacional pelo agrobusiness.

Candidato que apoia e é apoiado por grupos econômicos que estão alheios às necessidades das pessoas, ou que seguem por rumos insustentáveis (em todos os sentidos), estou fora.

– CONTINUA –

***

Arnaldo V. Carvalho, pai, terapeuta, educador, escritor, cidadão.

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Educações: Qual a real solução?

Roda de conversa com Arnaldo V. Carvalho no Museu da República (RJ), no próximo sábado (dia 29/09/2018).

Sábado agora (29/09/2018) estarei com uma roda de conversa com o tema: “Educações: qual a real solução?”. Em uma linha, será um bate-papo sobre as realidades da educação escolar e não escolar, pública e privada, na busca de soluções viáveis que atendam as diversidades e suas necessidades. Esse papo vai acontecer na Virada Política RJ, um evento APARTIDÁRIO, criado por pessoas comuns. Queremos discutir problemas e soluções como cidadãos. Vale muito conhecer (veja programação aqui)!

Um pouco mais

O pensamento político nacional encontra-se polarizado, gerando um desgastante debate entre o público e o privado, entre a escola e a família, etc. Queremos ultrapassar isso, visitar modelos de transição e pensar em como podemos enquanto sociedade enfrentar os desafios atuais de modo a evitar distorções e políticas que privilegiem uns em detrimento de outros.

Assim, os temas guias da conversa situam-se entre a criação de filhos, a responsabilidade de escola x família nessa criação, de um lado; e de outro, o que é possível se pensar em educação para o século XXI e como gerar acesso por todos a isso, incluindo o que surge de melhor não importa se no público ou privado.

Nossa Roda, que vai acontecer no salão do segundo andar do museu, as 15:30, terá um tempo curto, o que nos forçará a sermos objetivos em um tema tão complexo. Mas são sementes.

Sobre mim e porque coordeno a Roda de Conversa Educações

Aos que não me conhecem ainda, explico porque estarei responsável sobre falar de educação: Estou mergulhado no tema desde sempre.

Passei por muitas escolas, públicas e privadas, o adolescente rebelde percebendo que a educação dos anos de 1980 e 1990 como uma furada. Naquele tempo mesmo comecei a ler sobre outros modelos de educação, incluindo o montessoriano e a pedagogia Waldorf, mas me encantando – e lendo tudo sobre – Summerhill, a mãe das escolas democráticas e não-diretivas.

Mal cresci virei pai, e errei a beça nesse e em todos os outros papeis de minha vida. Nessa mesma época, me conectei com Zoë Redhead de Summerhill, me tornei um penpal friend de uma estudante de lá, e propaguei em 1999 a campanha Save Summerhill (a escola na época era ameaçada de fechamento pelas autoridades). Também fui moderador da maior comunidade no Orkut sobre o tema, o Summerhill Brasil. Nessa época então já atuava como terapeuta, professor e palestrante de cursos e oficinas na área de saúde natural e qualidade de vida.

Hoje dirijo uma escola de Shiatsu, fomento o projeto Parapapais, sou graduando em pedagogia pelo Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro – e lá ministro oficinas sobre: Jogos na Educação;  Sono e Sonhar na Educação; Postura e Consciência Corporal na Educação. Sou membro ativo da rede Creative Learning, ligada ao MIT, entre outras.

E ainda erro! Mas também aprendo, muito, cada vez mais. E essa é uma das premissas da aprendizagem. É preciso viver e enfrentar o medo de errar para se poder, mesmo com uma queda ou outra, transformar-se. Você não pensa assim? Ótimo, precisamos de você lá, queremos te ouvir!

Vamos aprender e desenhar juntos uma nova educação, para pessoas de todas as idades. Educação é um direito de todos, em todas as idades!

Para entenderem o que é o evento Virada Política

A Virada Política é um festival anual, de entrada franca, que reúne num mesmo espaço pensadores e pensadoras, ativistas e artistas para discutir política para além dos partidos. O evento propõe atividades de diversas naturezas, como: diálogos (painéis com palestra seguida de debate); oficinas e workshops mãos na massa para a aplicação de ideias; intervenções artísticas e outras, ou seja, expressões políticas em diversos formatos. O festival já acontece há 4 anos em São Paulo e esse ano terá sua segunda edição no Rio de Janeiro, em 29 de setembro, no Museu da República, no Catete.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

https://drive.google.com/file/d/1LjlsCNVk4bjOpziR5UeVUnjXeRNqUDa7/view

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