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A Onda que nos arrebata é pesadelo tornado realidade

Pequeníssima nota sobre o momento político atual e a onda de violência nazifascista que está tomando as ruas de todo o país

You! Yes, you behind the bikesheds, stand still lady!

– Da música The Wall, do álbum homônimo (Pink Floyd)

No início do ano, previ equivocadamente, que com a definição de uma plataforma consistente do PSDB, o candidato “bomba” seria lentamente esquecido, como torpe poeira, e que ele só tinha crescido porque até ali haviam poucas candidaturas já firmadas, consistentes.

Eu errei.

PSDB e PT se enrolaram completamente nos mantos de suas confusões internas, cada um em seu partido e com seus problemas. Para lançar candidatos, enfrentaram brigas por poder, vaidades, e imagens desgastadas por acusações de processo, corrupção etc.

Enquanto isso, o governo temeroso seguia fazendo das suas, apliando insatisfação, falta de grana, redução de direitos, angústias mis… Nutriente (nada) secreto para fermentar o caldo do radicalismo.

E enfim, o projeto do Lado B cresceu, firme, bem planejado, com apoio do marketeiro do Trump inclusive. Ele disse para cada um aquilo que cada um queria ouvir e como dizem por aí, “lacrou”.

Errei, porque jamais poderia acreditar que o Brasil se tornaria um grande “A Onda“, filme que marcou a adolescência de minha geração ao alertar sobre o pensamento e o comportamento nazi-fascista. Afinal, filmes como esse eram apenas reports de um passado que não retornaria a esse ponto.

A Onda” é um presente. As pessoas estão sendo agredidas, espancadas, humilhadas, mortas, e o Plano B. bate palmas.

Para as forças democráticas do país, de todos os “lados”, esquerda ou direita, uma união contra o Lado B pode ser tarde demais.

Arnaldo V. Carvalho, pai, terapeuta, pedagogo, escritor, cidadão brasileiro.

 

 

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Pausinha na série de artigos “Tentando votar direito”, em que esmiúço como faço para escolher meus candidatos: Nesse “suplemento especial”, ofereço ao leitor ferramentas práticas e úteis para a construção dessa escolha. Hoje é sábado, dá uma pesquisada!

(Arnaldo)

Estude você mesmo e descubra seus candidatos!

  1. Cartilha neutra: Para me ajudar nesse garimpo todo, estou usando ferramentas de registro e comparação. A principal delas é a “Cartilha do Eleitor Consciente“, de Carlos Eduardo Aguayo Reis, uma cartilha realmente neutra e bem feita.
  2. Sites comparando propostas? Você vai encontrar vários no Google. Escreva na barra de pesquisas: compare o que diz cada candidato e bom trabalho! Para além do que dizem em entrevistas, etc., existem as propostas oficiais, registradas no TSE. Elas podem ser baixadas do próprio site do Tribunal Eleitoral: http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2018
  3. Fichinhas dos candidatos: Tem mais de um site exibindo, eu usei principalmente a do site Gazeta do Povo, que é enxuta, sempre atualizada, e com todos os candidatos para todos os cargos. Nome, partido, coligações partidárias, atividade profissional, situação junto ao TSE… É um ponto de partida apenas, mas que pode valer a pena.
  4. Trajetórias: Novamente vá ao google e escreva: trajetória de cada candidato. Vários sites abrirão. Atenção, procure abrir mais de um. Como tudo e todos, os diferentes veículos se alinham com diferentes frentes. Não leia apenas o que é confortável, o que quer ver. Não construa histórias, não fantasie. Procure ao menos um site internacional, um site alinhado ao mercado, um site alinhado às preocupações sociais.

Em caso de dúvidas, recomendo tremendamente recorrer à Ciência. Haverá maior chance de você encontrar fontes fidedignas, e dificilmente você vai topar com fake news (previna-se delas aqui!). Em ciências podem haver correntes de pensamento em oposição, mas sempre haverá razões que justifiquem a existência de cada uma dessas correntes.

***

 

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– Tentando votar direito –

Critérios que uso na hora escolher em quem voto

Parte 3: Partidos e grupos econômicos

“Ficha limpa”

Era muito mais difícil votar certo. Porque era muito mais difícil pesquisar. Hoje em dia, driblando-se os fake news e outras distorções do mundo digital, consegue-se puxar a ficha de qualquer um.

A minha “ficha limpa” é um pouco mais rigorosa que a utilizada pela lei assim batizada (e que é útil, veja no link), porque muitos atos ilícitos são para mim extremamente sujos. Votar privilégios e benefícios a si e aos seus grupos de alinhamento que sim pesem ou causem impactos significativos para o Todo da sociedade podem desclassificar o candidato facilmente. Só por esse critério digo que sobra muito, muito pouca gente.

Ou seja, para saber se o candidato é “ficha limpa”, é preciso estudar as engrenagens e instituições que movem a cidade em que se vive, o Estado e o país, e como esses candidatos interagem com elas.

O ex-prefeito que hoje é candidato é oficialmente “ficha limpa”, mas autorizou um desmatamento de alto impacto ambiental para a construção de uma lucrativa indústria, com injustificável lastro de empregos e benefícios (as vezes empreendimento tocado por  empresa que apoiou o candidato no processo eleitoral)? Ficha suja. Ele fez dentro da lei, mas por mim cometeu algo próximo de um crime. No mínimo, o crime da falta de consciência, impensável a um representante do povo.

Sim, me interessa conhecer a trajetória deles pelos partidos e os grupos econômicos com os quais a pessoa está alinhada, para início de conversa.

Partido conta?

Partidos são blocos imensos de pessoas, que concordam com alguns pontos essenciais, mas não em tudo. Por isso todo partido tem debate, tem pré-candidatura, tem frentes, divisões diversas. É por isso que o fato de você achar um candidato de um partido absurdo não é critério para desclassificar o partido inteiro. A coisa muda quando uma boa parte dos candidatos do mesmo partido são duros de engolir, pois isso quer dizer que é justo onde você não concorda que eles se alinham.

Olhar para o partido do candidato conta de duas formas: Na observação do comportamento do candidato em relação a esse mesmo partido, e na observação geral da coerência desse mesmo partido.

A forma como o candidato se relaciona com a política partidária pode dar pistas importantes: Troca de partido como quem troca de roupa? Desconfio. Passeia por partidos notoriamente “centrão”? Desconfio. Apoia tudo o que o partido diz? Estranho.

Se o partido do candidato apoia radicalmente coisas que não fazem sentido nenhum para mim? Desclassifico. Os partidos e seus históricos de coligação também ajudam a gente a entender como eles funcionam. Partido tem uma linha, começa a fazer coligações “esquisitas” com outros partidos que em princípio tem ideias opostas… Desconfio demais.

A análise do partido é especialmente importante quando se pensa em quem votar para deputado estadual ou federal. Isso porque são muitos, e é simplesmente impossível analisar a todos um por um. Para se ter uma ideia, aqui no Rio são quase 2500 candidatos para deputado estadual. O partido ajuda a gerar algum filtro.

Grupos econômicos

Essa parece ser hoje o fator de maior atenção: a economia. Infelizmente os populares analisam muito pouco o papel do enlace entre os grupos econômicos e a economia (dê uma pequena olhada nesse vídeo e entenda melhor a ligação entre produção, grupos econômicos e políticos). Esse enlace nocivo costuma levar estados e países na direção de um colapso. Vejam no que acarretou no Rio e Janeiro a superdependência do petróleo, ou a superdependência da economia nacional pelo agrobusiness.

Candidato que apoia e é apoiado por grupos econômicos que estão alheios às necessidades das pessoas, ou que seguem por rumos insustentáveis (em todos os sentidos), estou fora.

– CONTINUA –

***

Arnaldo V. Carvalho, pai, terapeuta, educador, escritor, cidadão.

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Por Arnaldo V. Carvalho

Os motoristas de Uber tem sido atacados com frequencia, e por vezes também passageiros e pessoas totalmente nada a ver com a história (confundidas com motoristas Uber!). Ontem, um amigo que opera o serviço por pouco não teve o carro destruído por esses que são os verdadeiros bandidos.

A verdade é que, desde que o Uber chegou ao Rio de Janeiro (em 2014), os taxistas sairam de “falar mal” para tentar, a base da força, impedir esse tipo de serviço. Só para ilustrar, em abril desse ano eles fizeram a vida dos cariocas se tornar um pequeno inferno por um dia, bloqueando pistas vitais, causando tumulto em áreas fundamentais da cidade… Com esse ato, mostraram que os taxistas hostis não são “casos isolados”, mas muitos. Conquistaram em definitivo a antipatia das pessoas daqui, inclusive a minha. Em julho, os taxichatos resolveram exibir cartazes dizendo que “não iriam permitir Uber nas Olimpíadas“. Aliás, um dos locais com maior índice de vandalismos contra o Uber – o aeroporto Santos Dumont vem tornando-se uma espécie de “símbolo” desse movimento.

Image result for lounge uber santos dumontA Uber investiu com um Lounge bacana no Shopping anexo ao aeroporto (mais um ponto para eles), e ontem os taxivândalos foram lá e quebraram tudo. Isso mesmo, invadiram o Shopping e tomaram a rua em frente ao aeroporto, com direito inclusive a motoristas mascarados (usando camisas no rosto para não serem identificados), portando pedaços de pau e xingando Deus e o mundo. Foi lá em frente que meu amigo e muitos motoristas de passagem (inclusive que não são Uber) foram agredidos.

 

Acham que é novidade? Ontem mesmo fiz uma pesquisinha para ver como anda o grau de agressões oficialmente noticiadas, e é sinistro.

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Lounge Uber totalmente destruído pelos taxistas.

A verdade é que agora, a antipatia virou medo. Tenho medo dos taxistas, a gente nunca sabe o que se passa na cabeça de quem está no volante de um amarelinho. Me desculpem os bons taxistas, taxi nunca mais. Vejo vocês no Uber!

***

 

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(Por Arnaldo V. Carvalho)

No verão deste ano a cidade de São Gonçalo penou com a soma de sua falta de infra-estrutura agravada pela crise entre a prefeitura e a companhia de limpeza, que provocou a paralização da coleta de toneladas de lixo em toda a cidade. Os moradores tiveram que enfrentar graves consequencias, entre elas, uma epidemia de moscas que ainda gera reflexos na qualidade de vida de todos.

Nosso combate cidadão se deu através de uma série de estudos e medidas, desde o rígido controle do lixo ao uso de métodos de eliminação de moscas. De tudo, o que mais nos pareceu interessante foi o uso de armadilhas.

Não consegui precisar quem inventou, e existem alguns tutoriais de como fazer por aí. As armadilhas são eficazes, ecológicas, fáceis e se baseiam no comportamento das moscas para captura-las sem chance de usarem uma de suas mais poderosas estratégias de sobrevivência da espécie: a reprodução.

Por isso mesmo faço questão de compartilhar a “receita” com vocês.

Para fazer a armadilha é preciso:

– 2 garrafas pet vazias.

– Fita adesiva, tesoura ou estilete.

– Tinta preta e pincel ou adesivo preto.

 

A montagem faz parte de uma campanha preventiva contra bicheiras. Mas a

Corte a primeira garrafa ao meio.  A base da garrafa é a base da armadilha. O topo deve ser colado ou fixado na base com fita de embalagem, de modo que o gargalo fique para cima. ao meio. Agora corte a segunda garrafa, deixando 2/3 da base para cima sendo um dos lados. O outro lado você descarta. O fundo dessa garrafa será o topo da armadilha. Fixe tudo com fita, formando um cilindro fechado, onde dentro está o gargalo da primeira garrafa. Pinte a base de preto, até a altura deste gargalho, ou fixe aí o adesivo preto. No meio dessa base faça pequenas aberturas retangulares por onde as moscas poderão passar.

Pronto.

 

e a isca para atrair as moscas:

Essa imagem demonstra uma outra colagem com as garrafas, onde se usa o topo da segunda garrafa para fazer o topo da armadilha. Isso já deve ter dado um estalo na sua cabeça né: com três garrafas se fazem duas armadilhas. Rende mais do que duas para uma!

– 200 ml de água;
– 50 gramas de açúcar mascavo;
– 1 grama de fermento biológico fresco;

Misture a água amornada com o açúcar, e em seguida adicione o o fermento. Basta colocar um pouco com cuidado pelas aberturas na base, o cheiro irá atrair muito as moscas, que ficarão presas sem chance de escapar. Essa dose deve dar para umas três armadilhas (depende do tamanho da pet que você usar).

OBS: Você pode usar qualquer cordinha, nylon ou  barbante para pendurar a armadilha. O ideal é espalhar algumas pelo local afetado. Em poucas horas já se nota grande diminuição no volume de moscas, e com o tempo elas serão derrotadas, a menos que haja algum foco vizinho, então… Compartilhe a ideia com os vizinhos!

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Por Arnaldo V. Carvalho

São Gonçalo, cidade católica de nome e considerada a mais evangélica do país, por clemência divina não tornou-se, nesse verão, palco de um reprise inacabada do episódio das pragas do Egito, contadas no Velho Testamento. Como na Bíblia, a discórdia precede as manifestações terríveis.  Graças a Deus e a população que reagiu, conseguimos vencer até aqui esse período.

Em nosso caso, o governo anterior utilizou “para variar” dinheiro público para tentar eleger seu candidato, deixando de cumprir com suas obrigações, fazendo dívidas, etc. Uma vez tendo perdido, a briga com o vencedor tem como saldo um rombo nas contas e o colapso na infra-estrutura de manutenção.

AS PRAGAS

I – Calor

Primeiro veio o calor insuportável, prometendo um verão infernal. Termômetros chegaram a registrar 50 graus na cidade. A urbanização precária e não planejada é um dos mais antigos e não solucionados problemas da cidade. Urbanização não é simplesmente deixar uma cidade “arrumadinha”, mas é em si um meio de colocar a cidade em harmonia com a natureza, que pode e deve acontecer dentro do período urbano, sendo protegida e nos protegendo em consequência.

Não havia o que fazer, cada um se virou como pôde. Mais banhos, ventiladores, e quem tinha condições colocou o ar-condicionado para funcionar sobretudo a noite.

II – Mosquitos

E os mosquitos vieram em seguida, com toda a força. Soma-se ao calor mal manejado uma completa falta de programas preventivos – de campanha conclamando a população a estar atenta aos fatores de desenvolvimento de fatores a ausência de uma política sistemática de controle pragas e vetores.

Aqui nós ficamos atentos a fontes de água parada, aparamos bastante o quintal, e passamos a usar repelentes e ventiladores com mais frequência  As lagartixas eram sempre bem vindas.

III – Falta de água

Pane na adutora deixou vários bairros sem água durante até três dias; depois, os canos nas ruas começaram a estourar, canos novos de uma obra financiada pelo PAC meses antes. Passou a faltar água em várias casas de nosso bairro, e tivemos a notícia que em muitos outros. A escassez permaneceu por semanas.

Racionamento total, banhos na casa de parentes mais distantes, uso de produtos químicos para compensar falta de água em banheiros, e outras estratégias foram utilizadas.

IV – Lixo

A briga da prefeitura com a empresa responsável pela coleta deixou a cidade a mercê de uma quantidade insuportável de lixo. As ruas fediam, o lixo apodrecia em frente e dentro das casas das pessoas, tornando-se insuportável.

Os moradores passaram a manter mais tempo o lixo em casa, o quanto puderam. Foram acionados todos os departamentos possíveis relacionados a infra-estrutura: ouvidoria, limpeza urbana, infra-estrutura e outros departamentos da prefeitura, a empresa de lixo, os sites de reclamação (Reclame Aqui, Reclamao etc.), a imprensa (jornais locais e estaduais, programas de TV e rádio).

Em nossa casa nova lixeira foi comprada, de maior capacidade e que lacrava bem, os sacos mantidos sempre amarrados e na medida do possível.

V – Moscas

A quantidade de moscas se multiplicou em níveis desesperadores, ocupando todos os cômodos das casas, intercambiando o lixo onde nasciam com os alimentos onde pousavam. Ficou impossível deixar qualquer alimento exposto sobre uma mesa, e cozinhar foi uma “operação de guerra” durante todo o período. São Gonçalo tornou-se a verdadeira cidade das moscas.

Matamos dezenas de moscas diariamente, usando raquete elétrica. A venda de inseticidas aumentou muito nos mercados, o que se constatou facilmente pelo esvaziamento das prateleiras. Após pesquisas montamos aqui armadilhas ecológicas com garrafas PET.

VI – Chuvas

As fortes precipitações do verão alagaram ruas e bairros da cidade, espalhando o lixo e a podridão, fazendo-o se infiltrar nos canos de água limpa (que permaneciam quebrados), e invadir as casas, levando a população ao risco de séria contaminação e doenças e causando transtornos materiais.

Placas foram colocadas para evitar que a água invadisse as moradias; em meio a racionamento de água, foi mais difícil mas houve limpeza de quintais, calçadas e o que mais foi prejudicado foi limpo e desinfetado.

VII – Ratos

A sétima praga seria o total descontrole causado pela presença nociva de ratos, que já foi cenário de crise em problemas semelhantes, ocorridos não por acaso em meio a trocas anteriores da administração local. A nova prefeitura terá que correr contra o relógio para evitar uma pane e que surjam mais pragas, que trarão doença e morte de cidadãos.

A população reagiu como pode, com protestos pacíficos, reclamações, elaboração de sites, e também cuidando de suas casas e mantendo-se da maneira que foi possível. A situação não está normalizada, mas seguiremos AGINDO. Afinal, “se DEUS ESTÁ CONOSCO, quem estará contra?” (Romanos, 8-31)

 

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Arnaldo V. Carvalho é terapeuta e cidadão gonçalense.

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Biblioteca circulante! cel_claro 220_exposure É numa pequenina galeria na Rua Moreira César, em Niterói, que se abriga um exemplo de vida em comunidade, em plena selva de pedra.

Tratam-se das caixas de livros da Biblioteca Circulante, iniciativa da dona da papelaria local.

É assim: você olha o que quer e leva. E se quiser, deixa também. Outro dia, deixei por lá clássicos da literatura, livros de psicologia, e outros. Outro dia, encontrei para quem quiser o Menino Maluquinho, As Brumas de Avalon, Pais Ok Filhos OK… Tanta coisa boa! Tem coisa boa e tem coisa nova, e tem coisa atemporal, e tem livro didático… As palavras falam por si: é chegar, pegar para ler e mandar os livros que estão pegando poeira na sua prateleira para lá.

Mas atenção: se você vê um livro com o carimbo da biblioteca sendo vendido, não compre: esse livro pertence a todos graças a iniciativa de uma pessoa que ama a leitura. Tô pensando em fazer isso aqui em São Gonçalo também. Vamos espalhar a ideia?

(Arnaldo V. Carvalho)

 

 

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