SOU O SENHOR DO MEU DESTINO.

Gratidão eterna, Mandiba. (Arnaldo)

Invictus Por William Ernest Henley (1849-1903)

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Out of the night that covers me,

Black as the pit from pole to pole,

I thank whatever gods may be

For my unconquerable soul.

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In the fell clutch of circumstance

I have not winced nor cried aloud.

Under the bludgeonings of chance

My head is bloody, but unbowed.

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Beyond this place of wrath and tears

Looms but the Horror of the shade,

And yet the menace of the years

Finds and shall find me unafraid.

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It matters not how strait the gate,

How charged with punishment the scroll,

I am the master of my fate:

I am the captain of my soul.

Invictus

(Tradução de Arnaldo V. Carvalho)

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Fora da noite que me encobre

Negra como um túmulo de ponta a ponta

Agradeço a quaisquer deuses que aqui possam estar

A favor de minha inconquistável alma

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Na garra cruel da circunstância

Não me retraí nem me esgoelei,

Sob os golpes do acaso

Minha cabeça está ensanguentada, mas não se curvou

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Para além deste lugar de lágrimas e cólera,

Tornam-se eminentes os horrores da sombra.

E permanece a ameaça dos anos,

Encontra-me e sem medo me encontrará.

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Não importa quão estreito o portão

Quão carregado de castigo a sentença,

Eu sou o senhor de meu destino

Eu sou o capitão de minha alma.

Medo da grandeza

Nosso medo mais profundo

Tradução do original por Arnaldo V. Carvalho

“Nosso medo mais profundo não é de sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é que nós somos poderosos além da medida. O que mais nos espanta é a nossa luz, e não nossa treva.

Nos perguntamos a nós mesmos, Quem sou eu para ser brilhante, belo, talentoso, fabuloso? Atualmente, quem NÃO É?

Você é um filho de Deus. Fazer-se de pequeno não serve ao mundo.

Não há nada de iluminado em encolher-se para as pessoas não se sentirem inseguras perto de você. Nós todos somos concebidos para brilhar, como uma criança o é. Nós nascemos para fazer manifestar a glória de Deus que está em nós.

Não é somente em alguns de nós; é em todos nós.

E ao permitirmos nossa própria luz brilhar, nós inconscientemente damos a outras pessoas permissão para fazer o mesmo. Ao liberarmo-nos de nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libera outros”.

Marianne Williamson

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Nota: Optei por traduzir diretamente do original, pois as versões em português que circulam na Internet me pareceram em alguns pontos mal elucidadas. Pequenos detalhes que o lusófono poderá interpretar nas sutilezas de modo muito aproximado mas não igual ao desejado pelo autor. Arnaldo

Nota 2: Esse texto é de autoria comumente atribuída a Nelson Mandela, e circula apócrifo na Internet. Nossa leitora Vasudeva nos salvou da gafe. Gratíssimo!