com saudades de compartilhar… darei um curso de Aromaterapia em Niterói!

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Há tempos não ministro um curso em Niterói. De aromaterapia, é ainda mais raro. É curiosa, a vida. De repente ela te leva para Portugal, São Paulo, Vitória, Buzios, Itacaré, Caruarú, Ituiutaba, João Pessoa, etc… Te leva todo canto para compartilhar um pouco de você refletido por óleos essenciais, formulações e histórias… E de repente a gente sente falta, falta de voltar pra casa. Ofereço após muito tempo esse pouco de mim que é a Aromaterapia, uma paixão que estudo desde 1993. Quem estiver lá, vai gostar, tanto quanto eu. Os amigos, a quem peço a benção, torcerão por mim, de certo; E que o Universo conspire, para que cada um saia engrandecido da experiência que vamos ter.

CURSO DE AROMATERAPIA

DIAS 19 E 26 DE JUNHO

LOCAL: Logos Estudos e Consultoria – Icaraí, Niterói – RJ – Brasil

TEL de CONTATO: 21 2711-6066 begin_of_the_skype_highlighting              21 2711-6066      end_of_the_skype_highlighting (Nelma Guerra)

E-MAILs: nelmaguerra5@uol.com.br

SERÃO 2 SÁBADOS COM OITO HORAS DE DURAÇÃO CADA.

CONTEÚDOS:

Curso Básico de Aromaterapia – 16H

OBJETIVOS: Trazer as bases fundamentais na compreensão e perfeita utilização de óleos essenciais, ácidos graxos e demais matérias-primas e técnicas da aromaterapia; Fornecer ao aluno um panorama detalhado do mercado e das técnicas associadas; Permitir que o aluno possa produzir com qualidade e segurança produtos de aromaterapia para utilização pessoal ou profissional; Conhecer os principais óleos essenciais e óleos gordos utilizados no mercado europeu e mundial para a prática de aromaterapia, inclusive com sua descrição geral e propriedades terapêuticas.

PROGRAMA:

• Bases de Aromaterapia
• Aspectos históricos e panorama mercadológico atual;
• Noções botânicas e farmacológicas;• Generalidades sobre óleos essenciais e óleos carreadores:
– Formas de extração de óleos
– Características fisico-químicas
– Óleo essencial x essência
– Óleo carreador não refinado x refinado
– Propriedades terapêuticas gerais

• Veículos empregados em aromaterapia;o
• Formas de administração terapeutica de óleos;
• Descrição e propriedades específicas de cada um dos óleos estudados no curso (cerca de 50 tipos).
• Lei das sinergias;
• Taxas de Evaporação;
• Limitações e Contra-indicações;
• Formulações básicas;

OBS: Durante o curso são aplicadas dinâmicas e práticas diversas; Todos as preparações ocorridas em aula ficam com os alunos; Rica apostila e certificado inclusos.

Site dos cursos de Aromaterapia do Prof. Arnaldo: Clique aqui

INVESTIMENTO:

R$300,00 que poderão ser divididos em 3 vezes com cheques pré datados.

FACILITADOR:

terapeuta corporal e naturopata

ARNALDO V. CARVALHO

Autor do livro: “Shiatsu Emocional”, fundador e administrador do site e blog Aromatologia e Aromaterapia. Ministra cursos relacionados à saúde natural, inclusive aromaterapia em diversos estados do Brasil e exterior.

Visite:

http://www.portalverde.com.br

http://portalverde.wordpress.com

www.aromatologia.com.br

aromatologia.wordpress.com

www.shiatsuemocional.com.br

www.arnaldovcarvalho.com

Aumenta produção de óleo essencial no Brasil

uma matéria cheia de coisa boa: a primeira é o aumento da produção de
óleo essencial, a segunda é a redução – ainda que pequena – do
extrativismo. agora é só a gente seguir o passo e conseguir ocnter o
sojation e a pecuária p o brasil começar a ficar mais bacana com seus
recursos vegetais.
um abraço a todos!
Arnaldo

Faturamento da produção florestal brasileira aumenta em 2005

Agência Brasil [22/11/2006]

Rio de Janeiro – O faturamento da produção florestal brasileira passou
de R$ 8,5 bilhões, em 2004, para R$ 10,3 bilhões, em 2005. Deste
total, 66,4% provém do cultivo de florestas, enquanto 33,6% foram
originados pela extração de vegetação nativa. Os números indicam
mudança em relação a 2004, quando os percentuais foram de 62% e 38%,
respectivamente.

Os dados são da Pesquisa da Produção da Extração Vegetal e da
Silvicultura, divulgada hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o gerente do levantamento, Luís Guimarães Lins, o crescimento
da produção florestal se deve aos investimentos em florestas plantadas
principalmente por empresas ligadas a papel e celulose, em espécies
como pinus e eucalipto.

“O parque industrial brasileiro está vendo a necessidade de investir
nesse setor, de fomentar o plantio das espécies. O aumento da produção
da madeira em tora da silvicultura está associado a maiores
investimentos do setor industrial motivado pelo fechamento de fábricas
de papel e celulose na Europa e na América do Norte”.

Lins também apontou a expansão da silvicultura como reflexo do esforço
do setor industrial em atender o avanço da demanda, não só de papel e
celulose, mas também na atividade moveleira e na construção civil,
respeitando a legislação ambiental.

“O setor industrial brasileiro está atuando no sentido de diminuir a
pressão sobre os recursos naturais. A demanda por matéria-prima vem
sendo atendida mediante o cultivo de florestas homogêneas, redução de
desperdícios e adoção de reciclagem”.

O incremento no volume total de madeira em tora obtida pela
silvicultura em 2005 foi de 15% em relação ao ano anterior,
considerando tanto a madeira destinada à produção de celulose quanto à
destinada a outros fins, como para a indústria moveleira e a
construção civil.

O item da silvicultura com maior crescimento foi o de folhas de
eucalipto para a fabricação de óleo essencial, que saltou de 33,5
toneladas para 809 toneladas, representando um aumento de 96%. O
principal produtor nacional é o município de São João do Paraíso (MG),
onde está localizada a maior destilaria de óleo de eucalipto do país.

Houve aumento também na produção de resina de espécies florestais,
como pinus e araucária (20,2%), de carvão vegetal (17,1%), e de casca
de acácia-negra (15,5%), usada para curtimento de couro em cortumes.

Em relação à extração vegetal, feita a partir de coleta na vegetação
nativa, os produtos madeireiros (madeira em tora, lenha, carvão e nó
de pinho) representaram 85,3% do total do valor da produção, enquanto
os não-madeireiros (borrachas, fibras, gomas, frutos e amêndoas
oleaginosas, folhas e raízes medicinais, aromáticas, corantes e
alimentícias) responderam por 14,7%.

Entre os não-madeireiros, o produto que mais se destacou, com
participação de 19,4% no total da produção extrativista, foi o babaçu.
Na seqüência vieram a piaçava (17,6%), o açaí (16,4%) e a erva-mate
(15,1%).