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 Toda a gratidão a Deus – tenha ele o nome que tiver – pela Vida privilegiada que me concedeu. (Arnaldo)

Minha avó tinha “Para nervosos e angusttiados”, um best-seller do Prof. Hermógenes. Bem criança olhava aquele livro no meio dos outros, e não entendia nem porque alguém precisaria de um livro como aquele, nem questionava porque ele habitava a prateleira de minha avó. Talvez porque ela fosse médica. Talvez porque o livro fosse exótico (e ela era curiosa com temas exóticos). Sei que ela não era nervosa ou angustiada. Bem… Talvez fosse um pouquinho nervosa… De todo o jeito, não me recordo dela lendo o livro em nenhum momento.

Fui reencontrar Hermógenes em meu progresso na vida de terapeuta. Ele era a grande referência de uma yoga espiritual, séria, devota, e praticamente criava oposição com o então emergente e expansionista trabalho da “Escola De Rose”, que mostrava a yoga para a juventude indo onde eles estavam – as academias de ginástica, que passavam por seu primeiro grande boom do formato que até hoje persiste.

Eu lia frases do Hermógenes nos jornaizinhos esotéricos, um ou outro texto do mesmo, e cheguei até a assistir vídeos do Professor. Nunca li palavra ou ação que destoasse de tudo o que eu acreditava e acredito. Lendo sobre sua biografia, assumi para mim mesmo que o Yoga libertou aquele homem do espírito do militarismo – entidade humana e mundial que nunca consegui conceber como útil à humanidade, pelo contrário. Mas talvez, daqueles tempos ele tenha herdado o que me faltou por tantos anos. A disciplina.

E como eu admirava o que eu não tinha, eu precisava aprender, e ele com certeza poderia me ensinar. E Hermógenes, através de seus textos, foi me ensinando. Foi me ensinando também sobre certezas e relativismos. Eu, que tudo relativizei sempre, encontrava um sábio cheio de certezas. Hermógenes era meu profeta Gibrantesco de de vez em quando, uma força a buscar quando me sentia muito perdido.

” Não quero mal ao que me iludiu, lastimo aquele que me deixou iludir. Eu Mesmo.” (Hermógenes)

Um dia encontrei Hermógenes. Sentamos para almoçar duas vezes na mesma mesa. O Hermógenes que conheci tinha um apetite de leão, um olhar vivo e um respeito silencioso e indescritivel a tudo o que estivesse vivo em sua volta. Isso incluía as pessoas e os vegetais que se tornariam parte dele. Que pratão! Acho que nunca tinha observado uma pessoa respeitar sua comida da maneira como ele o fazia. Foi uma das raras vezes que admirei alguém em seu ato de comer. Eu o olhava… Não era um sentimento de um fã olhando para seu ídolo. Era uma sensação de auspiciosidade. Uma auspiciosidade que sabia ser dali em diante permanente. E só. Já vivi isso com outras pessoas, um dia conto.

Éramos muitos no Encontro da Nova Consciência, em Campina Grande, Paraíba. Era eu um jovem professor a ministrar um curso que naquele tempo era novidade. Quanto tempo já faz? Dez anos? Já não lembro. Hermógenes era um dos consagrados que, voluntariosamente estava lá. O encontro reunia (e reúne) gente de todo o Brasil (e muita gente de fora também), para celebrar, refletir, e fazer encontrar pessoas e pensamentos aparentemente muito distintos. Estou me referindo ao encontro inter-religioso, inter-político (mas não partidário), inter-cultural, etc… Ou quem sabe transreligioso, transpolítico, transcultural… Hermógenes não podia estar fora dessa. Era um lugar fantástico, e propício ao cumprimento de suas missões: combater a Normose, promover o Amor, o autoconhecimento, a ética em seu sentido mais profundo e divinal. Ele ia todo ano ao evento, por seus próprios recursos. Ele era recebido por multidões. Era o guru de muitos… Mas era o mesmo Hermógenes gente que era em todo o canto. Um de seus gestos santos era a certeza – mesmo a certeza do incerto! E outro de seus gestos era a simplicidade.

Naquele tempo, Hermógenes já havia conhecido e passado a ser devoto de Sathya Sai Baba, o grande avatar indiano, falecido há poucos anos. Sai Baba era em si o próprio espírito multi-religioso. Ele ensinou a milhares (talvez milhões) de pessoas que o verdadeiro Deus é o Amor e que todos os representantes divinos eram igualmente Amor. Os devotos de Sai Baba celebram com o mesmo carinho as passagens de Buda, Jesus,  Maomé e tantos outros líderes espirituais pela Terra. A devoção a Sai Baba possivelmente foi a derradeira experiência espiritual que faltava ao velho yogue.

” Não quero mal ao que me iludiu, lastimo aquele que me deixou iludir. Eu Mesmo.” (Hermógenes)

Os anos passaram e fora o tesouro da experiência, que conservo comigo, não mais tive grandes contatos com o Professor ou sua obra. Mas a vida é sintonia, e sintonia é algo que sempre tive com meu irmão de espírito, o Prof. Carlos Henrique Viard. Henrique me trouxe de volta a presença de Hermógenes nos últimos anos, com sutileza mas com tanta beleza! Deixe-me contar um pouco como isso aconteceu.

Amigo de infância, amante como eu do movimento, do espírito lúdico, do fazer o bem e construir um mundo melhor, eu e Henrique compartilhamos de muitas experiências que por si só me tornam hoje um homem rico.

Saímos do esporte para o mundo das terapias, primeiro eu, depois ele. Havia algo em minha busca de equilíbrio que o chamou atenção, e ele compreendia que ali havia um caminho possível para que sua alma pudesse materializar muitos de seus potenciais. Ele se juntou a mim, e juntos fizemos cursos, ajudamos pessoas, aprendemos um monte.

Mas quando o ciclo de vida de nosso Portal Verde se fechou enquanto centro de terapias, em 2008, precisamos seguir nossos caminhos. Antes disso, porém, em sua jornada de desenvolvimento espiritual, o Yoga de M. Karthikeyan chegou a Henrique. Na mesma época, e pela mesma fonte, nossa amada amiga Celine Tosta, encontrou Sai Baba. E num terceiro momento, Yoga e Espiritualidade ligaram Henrique a Hermógenes. Se então esse meu ainda jovem amigo havia investindo profundamente na essência da sabedoria oriental – sobretudo de origem indiana – foi na obra de Sai Baba e no Yoga de Hermógenes que ele encontrou sua casa definitiva.

É porque o Céu está tão distante que nossa alma sofre com saudade do Infinito.
Mas é por estar tão alto e afastado que pode caber na exiguidade de olhos acostumados a contemplá-lo. (Hermógenes)

A afinidade, e fidelidade à alma do velho mestre foram tantas que a Henrique e mais uns poucos, foi concebido o direito de dar continuidade ao seu trabalho. Henrique trouxe Hermógenes em energia para nossa cidade natal, Niterói, pela primeira vez. Ali, a Academia Hermógenes funciona como a própria continuação viva deste mestre, ser humano, mortal e imortal como todos os outros. Eu vi, de longe, Hermógenes passar através de meu amigo-irmão e ajudar ao empresário estressado sobre autoamor para amar o Outro. Eu vi o doente quase moribundo profissional de saúde entender que era Luz e tornar-se ele mesmo mais um professor de yoga. Eu vi senhoras e senhores, adolescentes, jovens e maduros, encontrarem com a essência cuja consciência eliminou a ilusão de vazio interior. Eu vi casamentos acontecerem e flores se abrirem através desse trabalho.

Hermógenes multiplicou-se.

Essa foi sua liberdade final.

Resolveu então juntar-se a Sai Baba, seu último e derradeiro mestre. Foi anteontem. Um dia, quando a energia que se acredita unidade em mim estiver sem mais compromissos com a vida celular, pretendo visita-los.

São Gonçalo, 15 de março de 2015

Arnaldo V. Carvalho

*   *  *

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Esse texto foi publicado no início de 2005, no site “Portal Verde”. Em dezembro do ano anterior, um cismo no Oceano Índico disparou uma série de tsunamis fatais, que deixaram mais de 285.000 vítimas. O artigo foi escrito em duas partes: um com a visão naturológica sobre o fenômeno e sua relação com os desequilíbrios ambientais. A outra, em viés psicológico, explica sobre os “tsunamis internos” que surgem no plano emocional dos seres humanos, e foi onde o termo “tsunami emocional” foi usado pela primeira vez (o termo foi adotado e passou a ser usado em diversos textos de outros autores posteriormente). Essa parte, inclusive, chegou a ser publicada na mesma época, de forma independente na Revista UNNO. (Arnaldo)

 

LIÇÕES DO TSUNAMI

Por Arnaldo V. Carvalho

 

Uma informação preliminar: O TSUNAMI NÃO TEM A VER COM O DESEQUILÍBRIO NA TERRA(?)

A princípio, não. A onda gigante é provocada por um grande terremoto submarino, que acontece muito, muito abaixo do fundo do oceano! Ele desloca um volume monstruoso de água num golpe repentino. Assim, cria-se uma onda de superfície, que ao chegar na inclinação formada pela costa típica do pacífico e parte do índico, a onda desacelera e ganha altura, para desabar com toda a força, devastando tudo numa distância bem longa!

O Tsunami nos mostra nossa real dimensão para a Terra:

Não somos muito diferentes de formigas passeando pela pia da cozinha. Basta a Terra passar uma esponjinha ali, no caminho das formigas, e pronto. lá se vão. Como a gente, ela até sabe que tem muito mais “formiga” na cozinha, milhões nos ninhos, mas simplesmente não vai deixar de viver para ficar matando as formigas.

Sorte das formigas-rainhas, que estão sempre muito bem protegidas no seu ninho. Sabem quando um maremoto como esse vai atingir países como os EUA? Ninguém sabe, mas as chances existem. Mas sabem quantos lá morrerão? NEM UM SER HUMANO!!! Pois eles tem equipamentos e recursos necessários capazes de mover a população da costa inteira se necessário em tempo hábil.

Vocês ainda acham que para Ela, somos mais que formigas? Talvez sejamos menos!

A Terra respira. Tem vida própria, que sempre funcionou bem sem o ser humano. Sempre houve morte em massa de suas “células” por causa de seus movimentos. São os vulcões, terremotos, períodos longos (eras inteiras) de frio ou de calor… não somos mais importantes para a terra do que as células que matamos quando coçamos a mão. São milhares ou milhões, de uma vez. A Terra está viva, e fenômenos como esse mostram, que embaixo de nossos olhos, ela segue reinando.

É tempo de renovação e agradecimento
Mas, tal qual as células que morrem e se renovam a cada dia, podemos nos renovar. Podemos continuar crescendo, vivendo nessa grande Mãe Terra, agradecendo por ela estar viva e nos trazer todo o alimento e energia necessários.

O tempo é de agradecer pelo que Ela nos dá. É quando Ela tira que mais podemos ter a noção do quanto nos dá. Do quanto Dela dependemos. Sem a força natural da Terra, com todos os seus Tsunamis, não somos nada.

TSUNAMI X POLUIÇÃO X PETRÓLEO – TSUNAMI NÃO TEM A VER COM O DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO?

Se vocês pensam que na natureza tudo tem sua função, e sua razão, devem acreditar que o petróleo não está lá no fundo da Terra à toa. É material fóssil, que demorou milhões de anos para se formar? É. Mas sem função? Não é possível.

Pode-se especular se o petróleo pode servir como proteção térmica entre a parte mais superficial da terra (crosta) intermediária (manto); Ou como uma espécie de “amortecedor de impacto” que reduziria a ação dos impactos da superfície sobre o subsolo, entre outras coisas. Isso sem pensar que o petróleo pode abrigar a própria história geobiológica da terra, passível de codificação… Ficção científica? Talvez. Mas talvez não.

O fato é: Ninguém sabe qual a importância do petróleo para a Terra e seu equilíbrio. Carecem estudos. Utilizar o petróleo é como um analfabeto olhar um papel com coisas escritas e queimá-lo sem saber que pode se tratar de um documento importante.

Agora, mesmo que você não acredite que o petróleo sirva para a natureza, deve saber que a industrialização – que requer petróleo – e seus processos químicos, aquecem a terra, destróem a camada de ozônio, alterando os níveis de água na terra. Níveis de água alterados nos oceanos, aumenta a pressão no subsolo. O quanto este peso extra em certas bacias oceanográficas pode ter de impacto? Ninguém sabe. Melhor evitar.

O que pode ser feito

A Terra não precisa de orações, nós sim. A Terra precisa é de ações. Paremos de ficar quietos e dizermos que já fazemos o suficiente por pagarmos impostos. Estamos tão ocupados com coisas inúteis que não podemos ao menos nos esclarecer sobre esse mundo que está aí?

Podemos tentar passar a comer mais legumes e verduras frescos, evitando a industrialização, que por sua vez polui, e com sua poluição aquece e destrói quimicamente o ozônio, cujas consequências já foram descritas acima e sentidas por todos nós, com os el ninos da vida, cada vez mais frequentes. Podemos evitar o desperdício no uso de material plástico em geral (derivados de petróleo), produtos que possuam óleo mineral, isopor, e até os carros, pode-se buscar utilizar mais veículos coletivos, além de se dar preferência pelos modelos a ácool ou biflex (que também aceitam álcool).

OS PREJUÍZOS DOS TSUNAMIS EMOCIONAIS

“Dentro de mim há marés. De vez em quando, algo muito profundo, guardado há muito tempo, vem a tona. Mexe com todo o meu corpo. E as vezes, é uma mexida tão intensa, que promove uma grande onda emocional: Sinto raiva, medo, ódio, insegurança, desprazer, desgosto, ressentimento, vontade de sumir, tudo isso ao mesmo tempo e muito mais”.

Acredito que se alguém pudesse descrever um rompante emocional seria assim: Uma onda avassaladora, um tsunami emocional.

Um tsunami emocional é capaz de avançar pela garganta, fazer gritar com quem se estiver na minha frente, pelo menor motivo. Ou afogar a pessoa, fechando ela em si mesmo, a onda gigante criando um caos emocional por onde passa, derrubando o equilíbrio, não permitindo que um único pensamento claro de harmonia fique de pé. A ansiedade passa a varrer a energia, até que a depressão vem e condena a pessoa a um quarto ou um computador, onde os pensamentos permanecem dispersos, o mundo isolado do mundo…

Um verdadeiro tsunami, que joga a mente pra longe, e no isolamento mantém a pessoa, sem condições de interagir com mais ninguém.

Tsunamis emocionais geram todos os dias prejuízos incalculáveis ao ser humano. São famílias destruídas, relações que pareciam sólidas serem abaladas, da noite para o dia… Quanta amargura, incompreensão, quanta onda de mágoa já geraram esses tsunamis…

Depois do tsunami, vem sempre o risco das doenças. A energia fica contaminada, pela força negativa que brotou das profundezas da psique. As possibilidades das relações feridas infeccionarem são muitas. Os venenos se misturam ao alimento. Hordas de maus pensamento se aproveitam da situação para saquear a esperança e violentar a lucidez. A comunicação com outras mentes se torna precárea, e o recebimento de ajuda se torna difícil. Ainda mais se as estradas do orgulho estiverem muito feridas.

Reconstruir as emoções é complicado, e leva tempo. As relações que se tem com as pessoas, mais ainda, pois são estruturas que uma vez maculadas, muitas vezes acabam fiquem muito frágeis.

O preço para reconstruir tudo é altíssimo, e ninguém sabe se vai haver condições de pagar. Sem ajuda, a reconstruçãoé quase impossível. É preciso entender que aceitar essa ajuda é muito importante. É terapia, remédio, nutrição, oração, tudo pode e deve ser bem vindo.

Alguns porém, temerão a ajuda: Pensam que, de alguma forma, essa ajuda será cobrada. Talvez tenham razão. Tudo tem um preço. Mas é preciso que não se aumente as coisas: A culpa e sentimento de dívida costumam viver nas entranhas do mar emocional, onde terremotos nas profundezas da psique ocasionam os tsunamis emocionais. Ainda assim, se houver condições, convém avaliar que tipo de ajuda é essa. Alguma tem que ter, e o quanto antes. Para isso existem os bons profissionais especializados, psicoterapeutas de formações variadas (psicologia, terapia holística, terapia corporal, PNL, entre outros).

O ideal, claro, é prevenir. Monitorar as águas-emoções, as possiblidades de onda, saber evacuar na hora certa para não ser atingido nem deixar ninguém o ser, e buscar todos os dias uma melhor compreensão da natureza, do fenômeno. De resto é permitir que a natureza aja: Se o tsunami emocional vier, passará sem conseguir causar os mesmos estragos.

A sabedoria da natureza está muito além de nossa capacidade de entendê-la.

 

*   *   *

Arnaldo V. Carvalho, naturologo,  é Terapeuta, e há cinco anos fundou o Portal Verde, organização dedicada ao equilíbrio interior dos seres humanos, equilíbrio do planeta e equilíbrio nas relações entre o homem e a natureza.

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Há tempos não ministro um curso em Niterói. De aromaterapia, é ainda mais raro. É curiosa, a vida. De repente ela te leva para Portugal, São Paulo, Vitória, Buzios, Itacaré, Caruarú, Ituiutaba, João Pessoa, etc… Te leva todo canto para compartilhar um pouco de você refletido por óleos essenciais, formulações e histórias… E de repente a gente sente falta, falta de voltar pra casa. Ofereço após muito tempo esse pouco de mim que é a Aromaterapia, uma paixão que estudo desde 1993. Quem estiver lá, vai gostar, tanto quanto eu. Os amigos, a quem peço a benção, torcerão por mim, de certo; E que o Universo conspire, para que cada um saia engrandecido da experiência que vamos ter.

CURSO DE AROMATERAPIA

DIAS 19 E 26 DE JUNHO

LOCAL: Logos Estudos e Consultoria – Icaraí, Niterói – RJ – Brasil

TEL de CONTATO: 21 2711-6066 begin_of_the_skype_highlighting              21 2711-6066      end_of_the_skype_highlighting (Nelma Guerra)

E-MAILs: nelmaguerra5@uol.com.br

SERÃO 2 SÁBADOS COM OITO HORAS DE DURAÇÃO CADA.

CONTEÚDOS:

Curso Básico de Aromaterapia – 16H

OBJETIVOS: Trazer as bases fundamentais na compreensão e perfeita utilização de óleos essenciais, ácidos graxos e demais matérias-primas e técnicas da aromaterapia; Fornecer ao aluno um panorama detalhado do mercado e das técnicas associadas; Permitir que o aluno possa produzir com qualidade e segurança produtos de aromaterapia para utilização pessoal ou profissional; Conhecer os principais óleos essenciais e óleos gordos utilizados no mercado europeu e mundial para a prática de aromaterapia, inclusive com sua descrição geral e propriedades terapêuticas.

PROGRAMA:

• Bases de Aromaterapia
• Aspectos históricos e panorama mercadológico atual;
• Noções botânicas e farmacológicas;• Generalidades sobre óleos essenciais e óleos carreadores:
– Formas de extração de óleos
– Características fisico-químicas
– Óleo essencial x essência
– Óleo carreador não refinado x refinado
– Propriedades terapêuticas gerais

• Veículos empregados em aromaterapia;o
• Formas de administração terapeutica de óleos;
• Descrição e propriedades específicas de cada um dos óleos estudados no curso (cerca de 50 tipos).
• Lei das sinergias;
• Taxas de Evaporação;
• Limitações e Contra-indicações;
• Formulações básicas;

OBS: Durante o curso são aplicadas dinâmicas e práticas diversas; Todos as preparações ocorridas em aula ficam com os alunos; Rica apostila e certificado inclusos.

Site dos cursos de Aromaterapia do Prof. Arnaldo: Clique aqui

INVESTIMENTO:

R$300,00 que poderão ser divididos em 3 vezes com cheques pré datados.

FACILITADOR:

terapeuta corporal e naturopata

ARNALDO V. CARVALHO

Autor do livro: “Shiatsu Emocional”, fundador e administrador do site e blog Aromatologia e Aromaterapia. Ministra cursos relacionados à saúde natural, inclusive aromaterapia em diversos estados do Brasil e exterior.

Visite:

http://www.portalverde.com.br

http://portalverde.wordpress.com

www.aromatologia.com.br

aromatologia.wordpress.com

www.shiatsuemocional.com.br

www.arnaldovcarvalho.com

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