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Marcel Marceau, dança, terapia e eu

Por Arnaldo V. Carvalho*

Quando criança, era deslumbrado com o controle corporal e suas ilusões de movimento. Minhas primeiras lembranças mais organizadas (cinco, sei anos de idade) são permeadas pelo fascínio pela mímica, apresentada por minha mãe, com referências, é claro, a Marcel Marceau.

Nos anos 70, década em que nasci, Marceau passou pelo Rio de Janeiro, apresentando-se na Monsieur Pujol (casa de espetáculos do falecido Miele). Também teria quadros exibidos no “Fantástico”… O pantomimo estava no auge, o mundo se encantava, e eu, tão pequeno, simplesmente não sabia mas respirava tal encanto.

Como eu gostava de empurrar paredes invisíveis e sentir-lhes a forma! Foi natural que já maiorzinho, “criança anos 80”, tivesse, através deste gosto Marceaunesco o apreço por Michael Jackson, que à época lançava seu Moonwalker e os sucessos “Billy Jean”, “Bad” e “Thriller”. E não é que Michael também era fã de Marceau?

O “break-dance”, filho do soul e do funk, pai do Hip-hop e do Rap estava nascendo e eu comprava revistas que ensinavam o passo-a-passo de manobras, entre as quais me atraiam as que simulavam o “robô” – pura mímica dançada.

A adolescência veio e me distraiu com a descoberta do amor, com acampamentos, esportes, e com escola (a “má distração”)… Mas do coração a mímica nunca saiu.

Em 1997 tive minha grande oportunidade de assistir Marcel Marceau no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e compreendi profundamente o sentido da materialização pelo vazio. O silêncio e o movimento me fizeram rir e chorar, e hipnotizado e agradecido, saí do teatro com uma lembrança eterna.

A mímica inspira a dança, e a dança inspira o Shiatsu

Nesse momento eu já praticava Shiatsu, e pouco depois estudei um pouco de ballet, jazz e sapateado, em paralelo com outras formações corporais terapeuticas. Conheci e tornei-me fã da obra do mestre Kazuo Ohno, da dança Butô (mesmo mais velho, Ohno fez aulas com Marceau, vejam só). E ao mesmo tempo, ao longo desses anos, segui estudando diversos trabalhos de contato corporal. Foi assim que passei pela massagem thai, o lomilomi, a massoterapia ocidental, espondiloterapia, ayurvedica, aromaterapia, drenagem linfática e outros. Mas foi o professor de Ohashiatsu Marco Duarte, bailarino, que me apontou o caminho para que eu encontrasse a dança dentro de minha terapia. Ohashi é o maior mestre vivo de Shiatsu, e trouxe para a terapia uma organicidade inédita, um sistema de movimentação que é base para todas as demais formas de expressão e estilos de Shiatsu fluídos.

Mesmo assim, mesmo com tantas formações, eu queria mais. Queria descobrir um corpo diferente daquele visto pela terapia, pois em minha área, chega a um momento em que sentimos como se todas terapias se repetissem – já não há nada novo, porque o corpo é um só, e no fim das contas, as terapias corporais são apenas variações de umas poucas fontes originais(1).

Para seguir crescendo, percebi que precisava ir para fora da terapia, precisava ir ao corpo são, ao corpo expressivo, às possibilidades ainda não exploradas… E lembrei da mímica. E foi ali que, na busca por ela, encontrei o mímico Alberto Gaus e o Solar da Mìmica. Descobri um outro gênero expressivo, e o trouxe para a terapia.

Foi assim que, aos poucos, a mímica em mim inspirou a dança, que fez imergir a terapia para dentro da alma; e a terapia, finalmente, se percebeu impossível fora do contexto de uma relação – da superfície da racionalidade e das palavras, à imensidão oceânica do inconsciente eu-outro. Se terapia é relação, se faço dela uma dança onde convido meus atendidos a dançar a Dança da Vida, então ela tem de ser boa e saudável para os dois envolvidos. Sobre isso, tenho insistido junto aos meus alunos: terapia não pode ajudar ao Outro e torna-lo doente! Essa percepção profunda tem sido uma das minhas bandeiras enquanto professor.

Em 2009, no Congresso Internacional de Shiatsu em Madrid, encantei-me com o ideograma “Odori” (dança) na versão Shodo de Kazuko Hagiwara. Arrematei a peça, então a venda, e desde então ela segue me inspirando no movimento de yin-yang.

Nessa mesma época, Sylvio Porto me mostrava, através de duras sessões de massagem e terapia reichiana, a arte da expressão da alma sem condicionamentos. Tais movimentos me permitiram uma sustentação para momentos pessoais muito difíceis.

Iniciava-se em minha vida um período de sofrimento, perdas na carne, reviravoltas na vida e nas relações. Mas também vieram novas descobertas, pessoas e possibilidades. Tudo muito intenso. Afinal, é na temperatura alta que se forja o aço e se fundem especiarias em novos sabores. Independente da dor e do prazer, lá estava minha mãe para seu eterno filho pródigo, com a sabedoria de seu silêncio acolhedor e cheio de arestas invisíveis, pantomímicas.

Por volta de 2010, minha “Fênix Interior”, minha identidade tal como eu havia construído, tão cheia de divisões, morrera para ressurgir com uma qualidade mais complexa.

Surgiu aí o encontro derradeiro da mímica-terapia-dança em mim, junto com a experiência um tanto inédita de integração-integridade psicoafetiva. No processo, aprendi mais sobre a ver, ouvir, expressar, e coloquei tudo na dança de minha terapia, a serviço das pessoas.

Não foi um processo rápido: Sete anos se passaram.

Em 2016, me fiz em silêncio, reduzi meus cursos e imergi em outra esfera de aprofundamento e maturidade. Iniciei a travessia de minha quadragésima década com a paz do reconcílio com meus referenciais masculinos e femininos. Mergulhei na pedagogia, e para ela, o terapeuta oferece o que sabe. Mas principalmente aprende para, quem sabe, deixar de existir – por tornar-se desnecessário. Odori mais uma vez me transportou, do butô para a mímica, da mímica ao butô, da somas destes para a terapia. Não há dança nem terapia que não seja relacional, e no movimento do silêncio operam-se transmutações das almas ali alinhadas. Expectador-Artista, Atendido-Terapeuta, expansões e recolhimentos encarnados a guardar um a semente do outro.

Seguirei recolhido em 2017 ou estarei pronto para uma nova expansão? Já não importa verdadeiramente. Importa-me o agora. Neste momento, a quietude me alcança,  e reencontro minha Mãe-Marcel_Marceau, após um dia de sessões em que danço, no chão e descalço, a dança da vida.

Posfácio

Um presente da minha mãe

Estamos em tempo de comemorar a possibilidade de existir da Sagrada Família, em cada lar. Através da imagem do nascimento, nossa cultura homenagem a chegada do novo, da esperança, e do ciclo de aprendizagem do casal através de seu abençoado filho.

Para mim, esse texto é sobre um filho que cresceu. E reconheceu. É um presente de Natal para mim mesmo e para minha mãe. E está estendido a vocês que me leem. Pequeno texto-memória-ensaio, está pleno de ternura em direção aos meus atendidos, tão vitais em minha caminhada. Através dele, saberão que, não fosse também por minha mãe, eu não poderia atende-los do jeito particular com que o faço. Muito obrigado a todos.

É a primeira vez que falo das influências dela no meu trabalho, aliás. Então o texto fica também como uma correção histórica. O sentimento de gratidão não costuma ser expressado em público para além dos prêambulos rituais dos livros… Mas quem sabe, essa homenagem poderá inspirar outros filhos a também agradecerem às suas mães? Tenho pessoalmente agradecido ela sempre, há anos. Porque não ia querer que aquela árvore generosa saísse desse mundo sem saber – mesmo que jamais me cobre.

Aqui, a gratidão se direciona a oportunidade que sua sensível alma me ofereceu lá atrás – e eu agarrei. Mas para as tantas outras coisas, que não caberia em texto ou livro nenhum, vale ser genérico: Obrigado por tudo mãe.

***

* Arnaldo V. Carvalho é terapeuta e trabalha na ilusória linha entre corpo-mente-energia.

(1). A consciência disso me fez ousar ao apresentar em 2007, no congresso internacional Fitness Brasil, um curso ensinando três técnicas “distintas”, utilizando a análise comparada para obter bons resultados.

 

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Esse caso ocorreu entre 200 e 2004, e penso ter sido publicado no extinto Jornal Naturalmente, mas não estou certo. É útil em especial aos meus alunos, e novos terapeutas, no sentido de inspirar ao senso investigativo. O caso tem ainda alguns outros aspectos interessantes. Um deles diz respeito a uma observação quase sempre negligenciada em terapia corporal: o centro de gravidade de uma pessoa. Menciono ainda os testes de Hans-Kraus, tão pouco conhecidos no Brasil, e de utilidade imensa no campo das terapias. Como registro histórico de minhas pesquisas e contribuições, o caso finalmente revela os primórdios da associação toque-visualização, que depois ganharia fundamentação e corpo prático no trabalho original conhecido como Recepção Ativa. (Arnaldo) Avatar do blog atual

REEQUILÍBRIO CORPORAL

Por Arnaldo V. Carvalho

A AVALIAÇÃO

C. S. V., 26 anos, recém-casada, sem filhos. Procurou a terapia procurando livrar-se de dores que vinha sentindo no meio das costas, na altura do tórax. Seu desconforto era tamanho, que a dor passou a fazer parte de seu dia-a-dia. Fiz sua avaliação, e nela ficou constatado ansiedade (para que as coisas em sua vida “acontececem logo” – estabilidade financeira), uma operação de redução mamária e alguma deficiência intestinal, tendo sua alimentação provida de carnes, massas brancas e pouquíssimo valor fibroso.
Executei-lhe os testes Hans-Kraus (H-K), verificando que seus músculos abdominais e flexores da perna eram fracos.

CONDUTA

Qual era a resposta para seu tratamento? Poderia ser qualquer uma das coisas, poderiam ser todas somadas. Resolvi iniciar aplicando-lhe uma massagem corporal, baseada na calatonia de Pethö Sandor.

Assim, poderia fazer com que o próprio corpo encontrasse a chave para resolver seu problema.
Expliquei-lhe alguns exercícios para serem feitos em casa e lhe dei orientação nutricional.

Na segunda seção, C. S. V. relatou que a frequência das dores diminuíra, e que só as sentiu nos últimos três dias (houve um intervalo de uma semana).

Apliquei um novo teste, onde encontrei um indicativo de seu problema, na parte física. Após a redução mamária, seu corpo estava com o centro de gravidade – responsável pelo equilíbrio dinâmico e trocas de peso na coluna vertebral – deslocado.

A partir dessa conclusão, tudo ficou mais claro. Minha tarefa era, em primeira instância, fazer com que o corpo percebesse sua nova conformação. Continuei com as massagens e iniciei exercício de visualização, para que a mente começasse a reestruturar o corpo, e colocasse o centro de gravidade no lugar. A partir da terceira seção a paciente não tinha mais dores, mas segui com a mesma técnica por mais cinco seções, para confirmar o trabalho e certificar que o reequilíbrio corporal havia sido definitivamente recuperado. Na quinta seção, reapliquei os testes H-K e constatei sensível melhora. No primeiro, C. S. V. havia falhado em três testes. Neste em apenas um, e por pouco.
Da quinta seção em diante, fiz apenas exercício de manutenção e no sentido de aumentar seu equilíbrio emocional. Na oitava seção, encerramos o trabalho.

CONCLUSÃO

Embora a redução mamária tenha aumentado sua autoestima, seu corpo continuava se comportando de acordo com a configuração original. Parte disso se deve à inteligência corporal, nem sempre bem integrada com o consciente.
Fica a mensagem aos leitores do aspecto humano do terapeuta, que muitas vezes não pode efetuar uma avaliação conclusiva logo na primeira sessão. Contudo, o terapeuta logo de início deve ter humildade para indicar outro terapeuta e/ou tratamento caso ele não esteja certo de que pode cuidar do caso.

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Escrevi esse texto no final de 2009 aos meus clientes. Espero que seja útil a todo aquele que busca por uma terapia, ou quer saber um pouco mais sobre o que uma terapia mista de abordagem corpo-mente pode fazer por alguém. De minha parte, sigo me esmerando em aprender mais e desenvolver-me como profissional e pessoa, oferecendo o que sou/estou aos meus clientes. Um abraço a todos, Arnaldo

 

Um tempo para o corpo e o coração
Compreenda o processo terapêutico e o que ele pode fazer por você!

Dar-se um tempo. Observar-se. Redescobrir sua própria força. Aparar arestas. Revisar a base. Torna-la firme. Resolver. Resolver. Resolver.

Quando alguém busca um profissional de saúde, seja para tratar uma dor de cabeça, seja para tratar um coração partido, está buscando tornar-se alguém melhor – nem que seja para que as dores cessem!

Dores no corpo, doenças, emoções, hábitos e atitudes… Cada passo que damos na vida gera conseqüências, e as conseqüências desses passos formam aquilo que somos, em termos de saúde física, mental, emocional. Mas com quem aprendemos nossos passos? Que impressão de mundo tivemos desde os primeiros tempos? Como foi que adquirimos a maneira de caminhar que hoje nos faz estar na exata condição em que estamos, com todas as nossas virtudes, defeitos, prazeres, desprazeres?

Fazer uma terapia é propor ao próprio corpo e mente que se resolva a caminhada. Não é fácil. Haverá dias em que o terapeuta nos chateia ao facilitar a aproximação em direção a fatos de nossa história que estariam bem guardados para que se impeça o sofrimento… Haverá outros em que o corpo se sentirá desorganizado, porque para arrumar as prateleiras de uma estante, as vezes é preciso tirar os livros do lugar.

Porém… Haverá o tempo necessário para se tornar forte e enfrentar aquilo que se escondia dentro de si, caixas de pandora que se não forem abertas, geram das hérnias ao câncer, dos maus sentimentos à uma vida com menos prazer. E pensar que escondemos nossos problemas justamente para evitar o sofrimento e o desprazer!

Quem opta por fazer uma terapia mista, que envolve corpo (não verbo) e mente (verbo), vivencia a possibilidade de atingir estruturas psíquicas que foram constituídas antes mesmo da estruturação verbal, neurolinguística, ao mesmo tempo em que se integra tal fenômeno imediatamente na mente estruturada do hoje.

Essa é a minha proposta para você, e para isso me preparei. Meus estudos em naturopatia, medicinas tradicionais e psicoterapias e terapias corporais diversas aconteceram pela noção de que um trabalho mais completo poderá ser realizado se pudermos agir nas diversas facetas humanas, não apenas em uma. O desafio de enfrentar as situações negativas da vida na real origem dos problemas é enorme: poderosas devem ser as ferramentas.

Ainda por isso é que é preciso no mínimo três meses de terapia continuada para que se possam observar os efeitos globais de um tratamento terapêutico. Claro que antes disso muitas dores e dissabores poderão desaparecer ou se aliviar; Porém, tenha a certeza, essa é uma etapa introdutória, básica, inicial do processo terapêutico – o início das obras de uma verdadeira reengenharia do ser.

Estar em processo terapêutico não significa apenas estar presente no momento das sessões. O processo terapêutico é algo que se iniciou quando surgiu, em você, a percepção da necessidade de mudanças e melhoras, e a isto se esboçou uma reação. Dessa feita, o processo terapêutico ocorre 24H por dia; A terapia formal fornecerá ferramentas para que se possa observar o processo e seja possível viver este processo de maneira consciente. Coloca à disposição da cura toda a plasticidade cerebral da qual o ser humano é capaz. As ferramentas que são desde a sessão terapêutica aos exercícios propostos para casa, além de possíveis suplementos, seguem pela semana reforçando as propostas de conscientização, mudança e reequilíbrio efetuadas ao longo da semana.

Finalmente, deixo aqui um pensamento de W. Reich, com o qual concordo e que define como compreendo para que fazemos terapia (sim, eu também me trato, sou gente, quero melhorar-me, e quero sentir plenamente a experiência de estar vivo!):

“Fui acusado de ser um utópico, de querer eliminar o desprazer do mundo e defender apenas o prazer. Contudo, tenho declarado claramente que a educação tradicional torna as pessoas incapazes para o prazer encouraçando-as contra o desprazer. Prazer e alegria de viver são inconcebíveis sem luta, experiências dolorosas e embates desagradáveis consigo mesmo. A saúde psíquica não se caracteriza pela teoria do nirvana dos iogues e dos budistas, nem pela hedonismo dos epicuristas, nem pela renúncia monástica; caracteriza-se, isso sim, pela alternância entre a luta desprazerosa e a felicidade, o erro e a verdade, o desvio e a correção da rota, a raiva racional e o amor racional; em suma, estar plenamente vivo em todas as situações da vida. A capacidade de suportar o desprazer e a dor sem se tornar amargurado e sem se refugiar na rigidez, anda de mãos dadas com a capacidade de aceitar a felicidade e dar amor.”

Wilhelm Reich (1942) em “Function Of The Orgasm – Vol 1 Of The Discovery Of The Orgone”, Ed. Farrar, Straus and Giroux, 1989

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TERAPIA PELO MOVIMENTO

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Através da dança, da expressão corporal e de dinâmicas variadas, a psicologa, terapeuta e professora de dança Gina Zuleta* propõe vivência para a ativação dos sete chakras

A ativação será feita em quatro etapas:

-Educação sobre cada chakra
-Dança com ritmos afro e centro latinoamericanos
-Dinamicas grupais
-Relaxamento, imaginação, mantras, cuenco terapia

Os encontros serão realizados aos sábados das 15:00 até 17:00 (turma 2)

Duração curso: 7 sessões
Valor por sessão: R$50.00
Valor total curso: R$350.00
(a vista 10%desconto)

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INSCRIÇÕES ABERTAS
Fone: (41) 3667-6467

Centro Vida Humana (CEVIDA): Rua Ásia, 85 – Pinhais. PR
gina.zuleta@gmail.com Cel: (41) 9950-0472

* Gina Zuleta – Psicóloga Clínica formada pela Universidad del Mar, Antofagasta – Chile, se ha desempeñado como docente en la Universidad de Antofagasta y Univ. Arturo Prat. Exerce como psicóloga clínica desde o ano de 2004 com especialização em Hipnose, Psicologia Clínica Transpessoal e cursos de especialiação em Dançaa afro, em países como Cuba, Perú, Brasil e Argentina. Dedicou-se por 5 anos ao desenvolvimento da Dança Psicoterapeutica e sua aplicação no campo clínico, especificamente com pacientes com depressão e stress. Também atua no segmento corporativo, no combate ao stress laboral, otimizando o trabalho de equipes, etc.

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