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O Segredo… Mastigadinho!

Esse também é um texto velho, eu resumi na época em que li e assisti “O Segredo”. Naquele tempo era assim: Alguém fazia você assistir “Quem somos nós”. Depois apareceu “O Segredo”, que tinha um dos participantes do documentário anterior. E seguido a esse, diversos outros livros e filmes seguindo a linha de uma “autoajuda quântica” surgiu. Em especial com autoria de quem participou do Quem Somos nós. “O Segredo” poderia ser resumido em poucas linhas. Aqui está um esquema geral do que fazer para obter prosperidade, de acordo com o vídeo/livro. Não adianta só saber racionalmente como fez este blogueiro aqui. Tem que transformar isso em atitude e ação, é claro. Boa sorte!

Arnaldo

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 O SEGREDO

Os princípios da Lei da Atração resumidas para meus leitores em “3 R’s”

Por Arnaldo V. Carvalho

A LEI DA ATRAÇÃO começa com escolher bem os pensamentos e sentir-se bem!

(como se fosse mágica né, “quero ficar bem” e “PUFF”; bem, não importa, a direção do pensamento só é bem coordenada se você insiste. vá em frente!)

REQUERER > RESPONDER > RECEBER

1) Requerer: Assinale seus desejos, coloque-os no papel, pense neles, sonhe com eles. Coloque ao Universo o que realmente quer.

(atenção, isso funciona se seu princípio de realidade é adequado. Não adianta querer se transformar em um camelo por exemplo, isso não vai acontecer. Deseje um desejo humano!)

2) Responder: Haverá sinais de que o Universo está se manifestando ante a seu desejo. É preciso segui-los, agir de acordo.

(se a sensatez conduz a prosperidade, então aqui vive o segredo do “Segredo”)

3) Receber: Entusiasmo e alegria, gratidão… Comemorar os resultados é fundamental, sacramenta a realização e prepara para outras!

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Dicas Complementares e fundamentais

** Simule para que você tenha o sentimento de já ter o que deseja. veja-se lá.

** O Universo não gosta de moleza. Você que algo? Não pense duas vezes. AÇÃO!

** Quanto tempo leva? Depende do seu alinhamento com o Universo. Os movimentos são proporcionais a isso.

** Cuidado! Quanto mais você pensa na situação, mais você a atrai.

** Gratidão: Reforço da atração do que você quer.

** Crença de esforço: Se você cresceu onde se acredita que só com trabalho duro se gera dinheiro, mude, correndo, de preferência para a mentalidade: “dinheiro flui, fácil”.

** O que você resiste, persiste.

Se acredito que dá certo? Na verdade, isso me importa menos.A conquista de uma mentalidade de ação, observação de sinais para sintonizar-se com a realidade e valorização do que se é, tem e vive é o segredo do segredo, obtível antes mesmo de qualquer eventual “prosperidade material”. Vale, portanto, o exercício. Arnaldo

No bota-fora de meu passado, encontrei restos de uma velha agenda, com talvez quase vinte anos, onde em certo dia escrevi:

“Difícil não é saber e poder curtir junto. Difícil é saber sofrer junto”.

Ignorante de Vinícius, ignorante da misteriosa natureza do amor, era eu mais um tolo Homo toscus pintando com barro paredes que denunciavam descobertas acerca da Vida. Foi preciso sofrer e ser feliz, junto e separado, quantas vezes fosse necessário, para, sem o Poetinha de grilo falante, para aprender um pouco do que já estava escrito, antes mesmo de meu nascimento. Vivido então… Desde que o mundo é mundo. Desde que Vinícius foi Vinícius. Desde que o mundo é Vinícius.

http://kdfrases.com/frases-imagens/frase-tomara-que-voce-volte-depressa-que-voce-nao-se-despeca-nunca-mais-do-meu-carinho-e-chore-se-vinicius-de-moraes-118282.jpg

Poder da união…

Quem vê não tem como não compartilhar!!!

http://fmanha.com.br/blogs/bethlandim/files/2012/07/Slide29.jpg

FONTE: http://fmanha.com.br/blogs/bethlandim/files/2012/07/Slide29.jpg

Essa linda estatueta estilizada, entalhada em madeira e com o feto destacável, habita a mesa da sala onde atendo. O local é reduto obstétrico: todos os profissionais dali trabalham diretamente no cenário do parto.

E eu?

Estatueta gestante

Impressionada, emocionada, a mulher de madeira introspecta em direção ao próprio ventre. Uma bela ode ao período supremo do feminino. Foto tirada de um telefone de baixa tecnologia, em 2013.

Eu ajudo pessoas a re-gestarem-se, e comemoro quando estão prontos e finalmente parem-se.

Arnaldo V. Carvalho

Originally posted on Portal Verde:

Farsa de um sorvete que tentou se passar por outro

Por Arnaldo V. Carvalho

Aconteceu em Niterói, RJ. Fui a um supermercado e lá estava o freezer anunciando “Sorvetes Sem Nome” de dois litros n promoção por 9,90. “Sem Nome” foi a marca da sorveteria mais famosa da cidade, no meu tempo de infante e também de adolescente.

Eram duas unidades, uma enorme, que vivia lotada, com seus vários sabores e excelente qualidade. A Sem Nome fechou há anos. Ver aquela chamada do lado de fora do freezer foi como avistar um oásis após tanto tempo no deserto.

As letras eram parecidas com a da antiga sem nome, e o produto anunciava utilizar açúcar orgânico. “Coisa de quem tem qualidade”, pensei. Não titubeei, comprei duas caixas, feliz da vida. Cheguei em casa, abri o sorvete, animado com apresentar a iguaria às minhas filhas. Que decepção! O sorvete não era nada…

View original mais 154 palavras

De passagem por Guaíba

Arnaldo V. Carvalho

Sim, eu fui mais uma vez ao Sul. Dessa vez, decidi compartilhar com quem não é de lá um pouco do que vi e vivi, de palavrinhas curiosas a imagens que dizem por si.

Chegar em Porto Alegre é uma alegria para mim, com exceção da fumaça de cigarro, que teima em me perseguir quando chegam, de modo que fica até parecendo que o povo de lá fuma mais que o daqui (acho que dei foi azar).

Fora isso, sou recebido sempre com cordialidade, e me alegra perceber que por lá o movimento é intenso, mas com uma dose de tranquilidade que já não vejo há muito nas capitais do sudeste.

Mas meu destino final não era a capital, mas a pequena vizinha Guaíba, e ao dia seguinte, Santa Maria onde daria curso.

O aeroporto de Porto Alegre é relativamente bem integrado com os demais sistemas de transporte da cidade, de modo que basta pegar um trem para se deslocar fácil de lá aos outros locais principais da cidade, incluindo a rodoviária, para onde fui comprar minha passagem para Santa Maria. Lá, me aguardava minha mana Cristina. É daquelas pessoas que não importa que anos passem, nada se modifica no reencontro.

Juntos, caminhamos da rodô a estação hidroviária, onde se pega um catamarã até Guaíba. De um lugar a outro, cruzamos o centro, coração da cidade. E nessa pequena caminhada começamos o tour fotográfico que aqui segue. Fiz questão de fotografar a criatividade do cabelereiro que batizou seu salão de “Mãos de Tesoura” e o grande chip de celular do grêmio (os amigos colorados brigaram comigo por causa dessa foto). Lá no fundinho da foto tem uma menina que trabalhava na mesma campanha, fazendo embaixadinhas mil. Super fera. Não resisti a perguntar: “mas então você torce mesmo pro grêmio?”, e a surpresa: “não, sou Inter mas fazer o que né”. Ponto pros vermelhinhos.

Esse caminho, que basicamente é uma rua comprida, é mesmo curioso. De cinema pornô daqueles bem das antigas, passando por comércio popular, feira livre de primeira, construções antigas do século passado e modernosos prédios, tudo convivendo com uma harmonia própria. Chegamos à hidroviária.

É uma estação muito pequenina comparada a do trajeto Rio-Niterói, que tenho tanto costume de fazer. E a lancha é pequenina. Mas tudo é muito organizado, limpo, confortável. E tem Internet!

Imaginei-me um guaibense a atravessar todos os dias para o trabalho. Voltar para casa em um por-do-sol sobre o belo e caudaloso rio guaíba. Nada mal.
Que delícia de lugar, um sossego, do lado de uma imensa cidade grande.

Não fossem os panfletos chamando as pessoas para conhecer as atrações históricas, talvez se pensasse que a cidade seria mesmo apenas para se descansar e viver em paz. Não que não seja. Mas Guaíba foi o palco da trama que deu origem a Revolução Farroupilha, e isso muda as coisas.

Visitar o imenso e secular cipreste sob o qual os revolucionários teciam seus planos, bem de frente para a casa de Gomes Jardim, é obrigatório.
A rua de Cristina não fica muito longe do outro lado. E lá fui aprendendo sobre algo que adoro: comidas típicas.

Na padaria não se vende geleia, mas chimia (que depois descobri ser uma adaptação da palavra geleia em alemão). Requeijão é coisa sem graça: O negócio é colocar nata (creme de leite fresco) no pão com a chimia. Cada um tem sua preferência do doce: goiaba, figo, uva, e vários outros.

Outra coisa que vai bem no lanchinho é a vovó sentada, biscoitinho em formato de “L”, e ainda o pãozinho . Na vendinha da esquina se compra tudo isso com facilidade, além de algumas frutas, como a banana caturra, a nossa banana d’água.

O silêncio, os passarinhos curiosos, a mais pura paz. Guaíba e seu calçadão de frente ao belo rio onde os jovens namoram, sua praça em frente a igreja onde os velhos jogam (quando muito), seus bairros cheios de verdes e quintais parados no tempo.

Com tanta riqueza simples, a cidade ainda me agraciou com uma última história que me impressionou tanto que me fez mudar muito da minha maneira de pensar. É que lá conheci uma senhora que teve muitos filhos, e quando eles eram crianças, vivia numa grande casa no centro de um grande lote. A aconchegante casa de madeira viu os filhos crescerem e envelheceu com eles. A medida que iam casando e tendo suas vidas, a velha senhora, hoje viúva, nunca teve dúvidas: foi encolhendo a casa, desmontando um cômodo após o outro. Hoje, há filhos que moram pertinho, outros longe. E a casa que antes reunia a todos agora cabe inteirinha na antiga cozinha. “pra que mais, para ter trabalho?” dizia ela… E o quintal que era enorme ficou ainda maior, para ela seguir fazendo o que mais gosta: cuidar das plantas, essas filhas que nunca se vão.

É ou não é um verdadeiro sonho de desconsumo?

Gratidão Guaíba. Cuide sempre muito bem de seus filhos. Estarei de volta em breve.

***

Teste de bem viver

Uma empresa de cartões de identificação uma vez me brindou com essas “20 dicas para viver bem”. Não sendo “fórmula para felicidade”, mas talvez uma maneira de checar como andam pequenas atitudes positivas no dia a dia, me pareceu valer a pena que dessem uma olhada nisso. (Arnaldo)

20 dicas para viver bem

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