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Da escola para casa.

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Talvez por conta da crise e do desemprego, um grande número de pais acompanhe cada vez mais de perto a educação dos filhos e assim vão descobrindo que estão muito descontentes com o sistema educacional do país. Seja na escola pública (aqui uma realidade para todos) ou na privada (com raras exceções) os questionamentos são grandes. É claro que não dá para generalizar, mas tenho ouvido todo tipo de contestação: “com o país em crise, o caminho de reconstrução passa por empreender. Esse é o movimento da vez e, de verdade, não fomos educados para empreender. Somos produtos de uma educação feita para obedecer, para ser uma parte funcional da engrenagem do sistema.”. Ou “nesse sistema de ensino automático, em que as crianças são mais do que tudo avaliadas constantemente, sem dar o devido tempo que cada uma precisa para aprender, acaba-se rotulando muitas delas de incompetentes ou inadequadas…

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“Vivemos num mundo cheio de miséria e ignorância. O dever evidente de cada um de nós é tentar tornar o pequeno canto em que vive em algo um pouco menos miserável e menos atrasado do que antes de sua chegada.”

Aldous Huxley (escritor, 1894-1963)

Originally posted on Portal Verde:

CARTA ENVIADA AO PORTAL VERDE POR RENATO MARTELETTO. O PORTAL VERDE APOIA INTEGRALMENTE. TODOS LÁ!

Prezados amigos, colaboradores e simpatizantes.

Diante o quadro preocupante da atual procedência dos alimentos consumidos em nosso país, onde os altos índices de agrotóxicos, conservantes, hormônios, transgênicos, poluição da água, etc. contaminam nossa alimentação, ocasionando o aumento de doenças degenerativas e comprometendo todo nosso ecossistema, realizaremos um debate para juntos encontrarmos soluções para este tema de altíssima relevância para as nossas famílias e futuras gerações.

Neste encontro público a intenção é esclarecermos aos consumidores a real importância dos alimentos orgânicos em nossa sociedade, além de informá-los todo procedimento que envolve produção, certificação e fiscalização, além de abordar outros assuntos importantes. 

Certo que com essa iniciativa estaremos contribuindo para a valorização da Agricultura Orgânica / Agroecológica e melhorias na alimentação de nosso país, aguardamos sua presença.

TEMAS QUE SERÃO ABORDADOS

- Histórico dos alimentos orgânicos em…

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Esse caso ocorreu entre 200 e 2004, e penso ter sido publicado no extinto Jornal Naturalmente, mas não estou certo. É útil em especial aos meus alunos, e novos terapeutas, no sentido de inspirar ao senso investigativo. O caso tem ainda alguns outros aspectos interessantes. Um deles diz respeito a uma observação quase sempre negligenciada em terapia corporal: o centro de gravidade de uma pessoa. Menciono ainda os testes de Hans-Kraus, tão pouco conhecidos no Brasil, e de utilidade imensa no campo das terapias. Como registro histórico de minhas pesquisas e contribuições, o caso finalmente revela os primórdios da associação toque-visualização, que depois ganharia fundamentação e corpo prático no trabalho original conhecido como Recepção Ativa. (Arnaldo) Avatar do blog atual

REEQUILÍBRIO CORPORAL

Por Arnaldo V. Carvalho

A AVALIAÇÃO

C. S. V., 26 anos, recém-casada, sem filhos. Procurou a terapia procurando livrar-se de dores que vinha sentindo no meio das costas, na altura do tórax. Seu desconforto era tamanho, que a dor passou a fazer parte de seu dia-a-dia. Fiz sua avaliação, e nela ficou constatado ansiedade (para que as coisas em sua vida “acontececem logo” – estabilidade financeira), uma operação de redução mamária e alguma deficiência intestinal, tendo sua alimentação provida de carnes, massas brancas e pouquíssimo valor fibroso.
Executei-lhe os testes Hans-Kraus (H-K), verificando que seus músculos abdominais e flexores da perna eram fracos.

CONDUTA

Qual era a resposta para seu tratamento? Poderia ser qualquer uma das coisas, poderiam ser todas somadas. Resolvi iniciar aplicando-lhe uma massagem corporal, baseada na calatonia de Pethö Sandor.

Assim, poderia fazer com que o próprio corpo encontrasse a chave para resolver seu problema.
Expliquei-lhe alguns exercícios para serem feitos em casa e lhe dei orientação nutricional.

Na segunda seção, C. S. V. relatou que a frequência das dores diminuíra, e que só as sentiu nos últimos três dias (houve um intervalo de uma semana).

Apliquei um novo teste, onde encontrei um indicativo de seu problema, na parte física. Após a redução mamária, seu corpo estava com o centro de gravidade – responsável pelo equilíbrio dinâmico e trocas de peso na coluna vertebral – deslocado.

A partir dessa conclusão, tudo ficou mais claro. Minha tarefa era, em primeira instância, fazer com que o corpo percebesse sua nova conformação. Continuei com as massagens e iniciei exercício de visualização, para que a mente começasse a reestruturar o corpo, e colocasse o centro de gravidade no lugar. A partir da terceira seção a paciente não tinha mais dores, mas segui com a mesma técnica por mais cinco seções, para confirmar o trabalho e certificar que o reequilíbrio corporal havia sido definitivamente recuperado. Na quinta seção, reapliquei os testes H-K e constatei sensível melhora. No primeiro, C. S. V. havia falhado em três testes. Neste em apenas um, e por pouco.
Da quinta seção em diante, fiz apenas exercício de manutenção e no sentido de aumentar seu equilíbrio emocional. Na oitava seção, encerramos o trabalho.

CONCLUSÃO

Embora a redução mamária tenha aumentado sua autoestima, seu corpo continuava se comportando de acordo com a configuração original. Parte disso se deve à inteligência corporal, nem sempre bem integrada com o consciente.
Fica a mensagem aos leitores do aspecto humano do terapeuta, que muitas vezes não pode efetuar uma avaliação conclusiva logo na primeira sessão. Contudo, o terapeuta logo de início deve ter humildade para indicar outro terapeuta e/ou tratamento caso ele não esteja certo de que pode cuidar do caso.

Curso Diagnóstico(Padrões e Desarmonias) dos Zang-Fu..

Tsunamis Emocionais

 

Esse texto foi publicado no início de 2005, no site “Portal Verde”. Em dezembro do ano anterior, um cismo no Oceano Índico disparou uma série de tsunamis fatais, que deixaram mais de 285.000 vítimas. O artigo foi escrito em duas partes: um com a visão naturológica sobre o fenômeno e sua relação com os desequilíbrios ambientais. A outra, em viés psicológico, explica sobre os “tsunamis internos” que surgem no plano emocional dos seres humanos, e foi onde o termo “tsunami emocional” foi usado pela primeira vez (o termo foi adotado e passou a ser usado em diversos textos de outros autores posteriormente). Essa parte, inclusive, chegou a ser publicada na mesma época, de forma independente na Revista UNNO. (Arnaldo)

 

LIÇÕES DO TSUNAMI

Por Arnaldo V. Carvalho

 

Uma informação preliminar: O TSUNAMI NÃO TEM A VER COM O DESEQUILÍBRIO NA TERRA(?)

A princípio, não. A onda gigante é provocada por um grande terremoto submarino, que acontece muito, muito abaixo do fundo do oceano! Ele desloca um volume monstruoso de água num golpe repentino. Assim, cria-se uma onda de superfície, que ao chegar na inclinação formada pela costa típica do pacífico e parte do índico, a onda desacelera e ganha altura, para desabar com toda a força, devastando tudo numa distância bem longa!

O Tsunami nos mostra nossa real dimensão para a Terra:

Não somos muito diferentes de formigas passeando pela pia da cozinha. Basta a Terra passar uma esponjinha ali, no caminho das formigas, e pronto. lá se vão. Como a gente, ela até sabe que tem muito mais “formiga” na cozinha, milhões nos ninhos, mas simplesmente não vai deixar de viver para ficar matando as formigas.

Sorte das formigas-rainhas, que estão sempre muito bem protegidas no seu ninho. Sabem quando um maremoto como esse vai atingir países como os EUA? Ninguém sabe, mas as chances existem. Mas sabem quantos lá morrerão? NEM UM SER HUMANO!!! Pois eles tem equipamentos e recursos necessários capazes de mover a população da costa inteira se necessário em tempo hábil.

Vocês ainda acham que para Ela, somos mais que formigas? Talvez sejamos menos!

A Terra respira. Tem vida própria, que sempre funcionou bem sem o ser humano. Sempre houve morte em massa de suas “células” por causa de seus movimentos. São os vulcões, terremotos, períodos longos (eras inteiras) de frio ou de calor… não somos mais importantes para a terra do que as células que matamos quando coçamos a mão. São milhares ou milhões, de uma vez. A Terra está viva, e fenômenos como esse mostram, que embaixo de nossos olhos, ela segue reinando.

É tempo de renovação e agradecimento
Mas, tal qual as células que morrem e se renovam a cada dia, podemos nos renovar. Podemos continuar crescendo, vivendo nessa grande Mãe Terra, agradecendo por ela estar viva e nos trazer todo o alimento e energia necessários.

O tempo é de agradecer pelo que Ela nos dá. É quando Ela tira que mais podemos ter a noção do quanto nos dá. Do quanto Dela dependemos. Sem a força natural da Terra, com todos os seus Tsunamis, não somos nada.

TSUNAMI X POLUIÇÃO X PETRÓLEO – TSUNAMI NÃO TEM A VER COM O DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO?

Se vocês pensam que na natureza tudo tem sua função, e sua razão, devem acreditar que o petróleo não está lá no fundo da Terra à toa. É material fóssil, que demorou milhões de anos para se formar? É. Mas sem função? Não é possível.

Pode-se especular se o petróleo pode servir como proteção térmica entre a parte mais superficial da terra (crosta) intermediária (manto); Ou como uma espécie de “amortecedor de impacto” que reduziria a ação dos impactos da superfície sobre o subsolo, entre outras coisas. Isso sem pensar que o petróleo pode abrigar a própria história geobiológica da terra, passível de codificação… Ficção científica? Talvez. Mas talvez não.

O fato é: Ninguém sabe qual a importância do petróleo para a Terra e seu equilíbrio. Carecem estudos. Utilizar o petróleo é como um analfabeto olhar um papel com coisas escritas e queimá-lo sem saber que pode se tratar de um documento importante.

Agora, mesmo que você não acredite que o petróleo sirva para a natureza, deve saber que a industrialização – que requer petróleo – e seus processos químicos, aquecem a terra, destróem a camada de ozônio, alterando os níveis de água na terra. Níveis de água alterados nos oceanos, aumenta a pressão no subsolo. O quanto este peso extra em certas bacias oceanográficas pode ter de impacto? Ninguém sabe. Melhor evitar.

O que pode ser feito

A Terra não precisa de orações, nós sim. A Terra precisa é de ações. Paremos de ficar quietos e dizermos que já fazemos o suficiente por pagarmos impostos. Estamos tão ocupados com coisas inúteis que não podemos ao menos nos esclarecer sobre esse mundo que está aí?

Podemos tentar passar a comer mais legumes e verduras frescos, evitando a industrialização, que por sua vez polui, e com sua poluição aquece e destrói quimicamente o ozônio, cujas consequências já foram descritas acima e sentidas por todos nós, com os el ninos da vida, cada vez mais frequentes. Podemos evitar o desperdício no uso de material plástico em geral (derivados de petróleo), produtos que possuam óleo mineral, isopor, e até os carros, pode-se buscar utilizar mais veículos coletivos, além de se dar preferência pelos modelos a ácool ou biflex (que também aceitam álcool).

OS PREJUÍZOS DOS TSUNAMIS EMOCIONAIS

“Dentro de mim há marés. De vez em quando, algo muito profundo, guardado há muito tempo, vem a tona. Mexe com todo o meu corpo. E as vezes, é uma mexida tão intensa, que promove uma grande onda emocional: Sinto raiva, medo, ódio, insegurança, desprazer, desgosto, ressentimento, vontade de sumir, tudo isso ao mesmo tempo e muito mais”.

Acredito que se alguém pudesse descrever um rompante emocional seria assim: Uma onda avassaladora, um tsunami emocional.

Um tsunami emocional é capaz de avançar pela garganta, fazer gritar com quem se estiver na minha frente, pelo menor motivo. Ou afogar a pessoa, fechando ela em si mesmo, a onda gigante criando um caos emocional por onde passa, derrubando o equilíbrio, não permitindo que um único pensamento claro de harmonia fique de pé. A ansiedade passa a varrer a energia, até que a depressão vem e condena a pessoa a um quarto ou um computador, onde os pensamentos permanecem dispersos, o mundo isolado do mundo…

Um verdadeiro tsunami, que joga a mente pra longe, e no isolamento mantém a pessoa, sem condições de interagir com mais ninguém.

Tsunamis emocionais geram todos os dias prejuízos incalculáveis ao ser humano. São famílias destruídas, relações que pareciam sólidas serem abaladas, da noite para o dia… Quanta amargura, incompreensão, quanta onda de mágoa já geraram esses tsunamis…

Depois do tsunami, vem sempre o risco das doenças. A energia fica contaminada, pela força negativa que brotou das profundezas da psique. As possibilidades das relações feridas infeccionarem são muitas. Os venenos se misturam ao alimento. Hordas de maus pensamento se aproveitam da situação para saquear a esperança e violentar a lucidez. A comunicação com outras mentes se torna precárea, e o recebimento de ajuda se torna difícil. Ainda mais se as estradas do orgulho estiverem muito feridas.

Reconstruir as emoções é complicado, e leva tempo. As relações que se tem com as pessoas, mais ainda, pois são estruturas que uma vez maculadas, muitas vezes acabam fiquem muito frágeis.

O preço para reconstruir tudo é altíssimo, e ninguém sabe se vai haver condições de pagar. Sem ajuda, a reconstruçãoé quase impossível. É preciso entender que aceitar essa ajuda é muito importante. É terapia, remédio, nutrição, oração, tudo pode e deve ser bem vindo.

Alguns porém, temerão a ajuda: Pensam que, de alguma forma, essa ajuda será cobrada. Talvez tenham razão. Tudo tem um preço. Mas é preciso que não se aumente as coisas: A culpa e sentimento de dívida costumam viver nas entranhas do mar emocional, onde terremotos nas profundezas da psique ocasionam os tsunamis emocionais. Ainda assim, se houver condições, convém avaliar que tipo de ajuda é essa. Alguma tem que ter, e o quanto antes. Para isso existem os bons profissionais especializados, psicoterapeutas de formações variadas (psicologia, terapia holística, terapia corporal, PNL, entre outros).

O ideal, claro, é prevenir. Monitorar as águas-emoções, as possiblidades de onda, saber evacuar na hora certa para não ser atingido nem deixar ninguém o ser, e buscar todos os dias uma melhor compreensão da natureza, do fenômeno. De resto é permitir que a natureza aja: Se o tsunami emocional vier, passará sem conseguir causar os mesmos estragos.

A sabedoria da natureza está muito além de nossa capacidade de entendê-la.

 

*   *   *

Arnaldo V. Carvalho, naturologo,  é Terapeuta, e há cinco anos fundou o Portal Verde, organização dedicada ao equilíbrio interior dos seres humanos, equilíbrio do planeta e equilíbrio nas relações entre o homem e a natureza.

“Terapia é basicamente uma função do amor, e o amor somente flui quando não há ego.”

OSHO

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