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Archive for Setembro, 2010

Há 8 anos atrás ministrei um curso sobre massagem em cadeira em Florianópolis. O curso foi organizado pelo Portal Verde Florianópolis, dirigido por Mara Regina, terapeuta com quem trabalho desde 2000. De lá para cá, Mara se especializou nas várias técnicas da medicina tradicional chinesa. Deu aulas de acupuntura e outras, e seguiu estudando, conhecendo e se conhecendo sobre as artes da cura e reequilíbrio. É com muita satisfação que vejo agora a Mara-Amor ministrando um curso parecido com aquele que tivemos, com sua própria personalidade e energia. Recomendo que façam, conheçam seu trabalho e aproveitem – é imperdível.

Numa cadeira comum que voce tem em casa,  no escritório ou consultório, podemos aplicar e receber uma relaxante massagem de 15, 20 e até 30 minutos. O massageado pode ficar com suas roupas e até com seus sapatos, se for o caso. No dia 31 de outubro domingo de 9:30 a 17:00 horas, será realizado um workshop, com uma sequência prática dessa relaxante técnica que é conhecida como : Massagem em Cadeira, Quick Massage ou Massagem Rápida. As massagens s … Read More

via Shiatsu Emocional

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O Movimento Eu Tenho Fé realiza no próximo domingo, dia 19, a III Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa no Rio de Janeiro. Já passa da hora do brasileiro acordar e admitir o quanto é preconceituoso em relação a religião, etnias, cor de pele, etc.  Admitir e perceber que o mundo só melhora se isso acabar – estamos todos no mesmo barco!!! Peço aos meus leitores que conclamem amigos e parentes a participar.

Arnaldo

O Eu Tenho Fé! é um movimento sem fins lucrativos, coordenado pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) formado por diversas organizações religiosas, instituições estatais e vítimas de intolerância religiosa. Fundada em março de 2008, a CCIR se formou a partir da mobilização de religiosos em resposta a alguns acontecimentos sérios que ocorreram na cidade do Rio de Janeiro.

Entre os mais graves:

  1. Traficantes de drogas invadiram barracões, quebraram imagens e ameaçaram de morte os religiosos que não se convertessem ao Evangelho;
  2. Em comunidades dominadas pela milícia, os líderes começaram a perseguir os religiosos de matriz africana;
  3. Uma mãe perdeu, provisoriamente, a guarda do filho caçula porque a juíza entendeu que ela não tinha condições morais de criar a criança por ser candomblecista;
  4. Um terreiro, em plena Zona Sul da cidade, foi invadido e depredado por quatro fanáticos neopentecostais.

Bom, fora algumas televisões, rádios e jornais que demonizam tudo aquilo que eles não entendem…

Seis meses depois, em 21 de setembro, a CCIR mobilizou 30 mil pessoas de todos os segmentos religiosos para uma caminhada na orla de Copacabana. Foi a I Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa. A CCIR contou com o apoio da CNBB, Federação Israelita, Sociedade Muçulmana, Hare Krishnas, Budistas e Indígenas, entre outros.

Paralelamente às manifestações, a CCIR começou a entrar com representações na justiça para garantir o direito das vítimas. A ONG Projeto Legal atende gratuitamente as vítimas de intolerância religiosa. O jurista Luiz Fernando Martins atua com ações coletivas, representando a Comissão em vários órgãos do país. Recentemente Luiz Fernando conseguiu fazer com que a Comissão fosse a “defensora do feriado de São Jorge” na Suprema Corte do país.

A CCIR conseguiu a proeza de fazer com que o coordenador da Inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro se tornasse membro da Comissão. Em pouco tempo, a Polícia Civil transformou-se em modelo para o resto do país, ao atualizar o sistema de registro de ocorrências com a Lei 7716/89 (Lei Caó), que prevê pena de 1 a 5 anos de reclusão para crimes praticados contra religiosos.

A CCIR construiu ainda o Fórum de Diálogo Inter-religioso, que conta com a CNBB, Presbiterianos, Batistas, kardecistas, Ciganos e minorias étnicas. A Comissão elaborou a base do Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa e entregou as propostas ao presidente da República, no último dia 20/11/08, aqui no Rio de Janeiro. Neste momento, o plano de ação está sendo elaborado pelos religiosos.

Em março de 2009, ao completar um ano de trabalho, o desembargador Luiz Zveiter, presidente do Tribunal de Justiça RJ, passou a compor a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. Por seu intermédio, o Procurador-Geral do Estado, Cláudio Soares, também tornou-se membro. Hoje, o TJ e o MP acompanham de perto todos os processos encaminhados pela Comissão.

A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, por meio de seus membros, entende que a sociedade quer e precisa refletir sobre a intolerância religiosa. Ainda há muito a ser feito. Hoje, há cerca de 35 atendimentos jurídicos e Registros de Ocorrências (R.O’s) acompanhados. E, infelizmente, todos os dias nos chegam novos casos.

A meta da CCIR é distribuir em todas as delegacias, igrejas, templos, centros e terreiros o Guia de Luta contra a Intolerância Religiosa e o Racismo. A cartilha é elaborada pelo professor e coronel da Reserva da PM Jorge da Silva, com a finalidade de orientar a sociedade civil diante de um caso de Intolerância Religiosa.

Todo o trabalho da Comissão e do Fórum Inter-religioso é desenvolvido voluntariamente por seus membros e participantes. Não há apoio governamental, nem de políticos. Só o que nos move é a fé nos nossos ancestrais.

eutenhofe-3-caminhada

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Danças circulares em Niterói - Finalmente! (com Denise Nagem) RODA DA TARDE – Danças Circulares – Icaraí FOCALIZADORA: Denise Nagem As Danças Circulares sempre estiveram presentes na história da humanidade – nos nascimentos, casamentos, plantio, colheita, chegada das chuvas, primavera, morte – e refletiam a necessidade de comunhão, celebração e união entre as pessoas. A Dança Circular se chama e se torna Sagrada pelo fato de permitir que os participantes entrem em contato com sua essência, com seu EU Superi … Read More

via Portal Verde

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O site do Altamiro testemunha os olhos de um médico-jornalista-viajante a observar e apreciar culturas, povos, diferenças, similaridades, e compartilhar conosco. De uma simples parede grafitada, ao relacionamento estabelecido com pequenos enfantes índios comedores de tanajuras, Altamiro tem a sensibilidade para captar a nós da selva de pedra o sensível da vida, seja em concreto ou terra batida. Veja mais essa dele.

Grafite na Floresta: Somos todos iguais! Diferente da “pixação”, o grafite é uma arte que apenas torna mais colorida e viva uma cidade. Recentemente, no Acre pude testemunhar um lindo grafite – não sei de que autor – em Rio Branco. Partilho com os amigos… … Read More

via Impressões Amazônicas

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https://i0.wp.com/www.meditationinliverpool.org.uk/Images/Buddha-Life-Story/Buddha-200s.jpg“Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada só porque um professor famoso que disse. Não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim. Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo.”

(Siddartha Gautama, o Buddha, Kalama Sutra 17:49)

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Curso – setembro 2010

IRIDOLOGIA ORGÂNICA

É uma forma de diagnose através dos sinais – inatos e adquiridos – da íris (porção colorido do olho), que permite um panorama das condições orgânicas do humano.

Clientela: profissionais da área de saúde.

Local: São Francisco – Niterói

Duração: 60hs – aulas aos sábados – quinzenais

Professora: Maria Aparecida dos Santos

Psicóloga, especialista em Psicossomática e cuidados transdisciplinares do corpo – UFF, 25 anos de Iridologia e naturopatia aplicada, mestranda em Psicologia Social-UERJ .

Contato: irisapa@hotmail.com – tel: 81232465

https://i1.wp.com/img821.imageshack.us/img821/9355/aparecidairidologia.jpg

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vilma-guimaraes-rosa-grande-sertao-variacoes-moschella

Há algum tempo divulguei o excelente blog Escuta! Acabo de ter a otícia que seu autor foi premiado, ainda não pelo blog em si, mas por mais uma de suas iniciativas. Criativo, original e extremamente belo, Alexandre Moschella criou um recital onde intercala citações de Grande Sertão: Veredas e composições de Villa-Lobos – e cá entre nós, o fez de forma sublime (quem já ouviu poderá confirmar, fui por graça do destino um dos privilegiados).

Depois do cancelamento do apoio à turnê europeia do espetáculo Grande Sertão: Variações (veja post aqui), uma boa notícia: a Funarte acaba de premiar o projeto de autoria de Alexandre Moschella com a Bolsa de Circulação Literária (confira a notícia no site). O projeto é o único entre os premiados que utiliza a música erudita como canal de divulgação da literatura.

Como diz Alexandre em seu blog:

“É uma felicidade saber que os trechos de Guimarães Rosa, acompanhados pela música de Villa-Lobos e outros, vão passear pelo Brasil nos próximos meses, com apresentações do espetáculo em duas regiões: Sudeste (São Paulo e Minas) e Nordeste (Pernambuco)”.

A última apresentação desse recital, até agora, fora oferecida à filha do escritor, Vilma Guimarães Rosa, durante evento na USP (foto acima).

Parabens ao amigo Alexandre pelo sucesso, que possa se propagar aos quatro cantos do mundo.

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